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Saturday 29 August 2026 06:23:23 GMT
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hadisha.2001
07❤-08🖤 :
үнсіздік оданда қиын ішінде айтылмай қалған сөздер қалады... айтып кетсен жеңілдейсін кішкене оңайға соғады айтылмаған сөздер қимастық бәрі ұмытылмай қалады жалпы қоштасу қиын қайсысы болса да
2026-08-30 08:18:57
38
m.a.h.a830
[m.a.h.a] :
бәсе ол үнсіз ғана кетып калд соның кесірінен екен ғо ұмыта алмай жүргеным💔💔🥺
2026-08-30 16:36:53
9
nur_akk3
§§ :
кеше гана болган еді
2026-08-30 06:34:29
5
zhaanserikkyzy
Aruzhann :
солғо
2026-08-29 18:34:17
2
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Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.
Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.

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