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Anh Bii 37C1🇰🇭
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Essa foi, de longe, a forma mais inteligente que eu encontrei para usar IA na criação de designs gráficos estáticos — e ela é completamente diferente do que a maioria das pessoas faz. Normalmente, quando alguém quer criar uma arte com IA, vai direto para geração de imagem: Freepik, modelos avançados no Fal.ai, Gemini 3 Pro… achando que o segredo está em um prompt mágico. O problema é que gerar imagens é caro e ineficiente. Uma única geração no Gemini 3 Pro pode custar quase R$ 1. Parece pouco — até você perceber que para chegar em uma arte refinada, um designer precisa gerar dezenas de versões. E mesmo assim, ajustes simples continuam sendo um pesadelo: trocar para uma fonte exata, ajustar espaçamento em 32px, alinhar elementos com precisão… modelos de imagem ainda falham nessas microedições. A virada de chave foi parar de pedir “imagens” e começar a pedir páginas em HTML. Em vez de gerar um PNG, eu peço para a IA montar a arte como se fosse uma landing page estática: com HTML e CSS bem estruturados. Isso muda tudo. HTML é extremamente barato para gerar — cerca de 1/1000 do custo de imagens — e permite controle absoluto sobre tipografia, espaçamento, cores e hierarquia visual. Depois, basta exportar como imagem. Para testar, peguei uma thumbnail antiga de um curso nosso e pedi para o Gemini recriar versões. Usando o modelo Gemini 2.5 Flash (baratíssimo), consumimos cerca de 55 mil tokens para gerar múltiplas variações estruturadas. Ele criou 15 versões diferentes, com mudanças reais de layout, tipografia e composição — e o custo total foi de apenas 2 centavos de dólar. Com geração de imagem tradicional, isso seria dezenas de reais. No fim, a grande sacada é essa: se você quer precisão e escala, trate design como estrutura (HTML + CSS), não como imagem estática. A IA se torna muito mais controlável, muito mais barata e muito mais poderosa.
Essa foi, de longe, a forma mais inteligente que eu encontrei para usar IA na criação de designs gráficos estáticos — e ela é completamente diferente do que a maioria das pessoas faz. Normalmente, quando alguém quer criar uma arte com IA, vai direto para geração de imagem: Freepik, modelos avançados no Fal.ai, Gemini 3 Pro… achando que o segredo está em um prompt mágico. O problema é que gerar imagens é caro e ineficiente. Uma única geração no Gemini 3 Pro pode custar quase R$ 1. Parece pouco — até você perceber que para chegar em uma arte refinada, um designer precisa gerar dezenas de versões. E mesmo assim, ajustes simples continuam sendo um pesadelo: trocar para uma fonte exata, ajustar espaçamento em 32px, alinhar elementos com precisão… modelos de imagem ainda falham nessas microedições. A virada de chave foi parar de pedir “imagens” e começar a pedir páginas em HTML. Em vez de gerar um PNG, eu peço para a IA montar a arte como se fosse uma landing page estática: com HTML e CSS bem estruturados. Isso muda tudo. HTML é extremamente barato para gerar — cerca de 1/1000 do custo de imagens — e permite controle absoluto sobre tipografia, espaçamento, cores e hierarquia visual. Depois, basta exportar como imagem. Para testar, peguei uma thumbnail antiga de um curso nosso e pedi para o Gemini recriar versões. Usando o modelo Gemini 2.5 Flash (baratíssimo), consumimos cerca de 55 mil tokens para gerar múltiplas variações estruturadas. Ele criou 15 versões diferentes, com mudanças reais de layout, tipografia e composição — e o custo total foi de apenas 2 centavos de dólar. Com geração de imagem tradicional, isso seria dezenas de reais. No fim, a grande sacada é essa: se você quer precisão e escala, trate design como estrutura (HTML + CSS), não como imagem estática. A IA se torna muito mais controlável, muito mais barata e muito mais poderosa.

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