@dennyjuliansyah2:

denny
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rahel.dental
Rahel Dental :
Ai ini bkn sih..?
2026-08-29 17:40:28
2
zahra08553
zahra :
Ai memang meresahkan🤣🤣
2026-08-30 07:13:33
1
mjafar272
M Jafar :
Beres.
2026-08-30 16:29:43
0
bireuen206
Bireuen :
😏😏😏😏😏
2026-08-30 11:44:30
0
suheri444
SUHERI :
d mana beli topeng ny tu..😁😁😁
2026-08-30 10:52:07
0
isdar122
cinta yang sabar :
😂😂😂😂
2026-08-30 12:40:11
0
pon5324
Pon :
2026-08-29 17:25:11
0
zack.757
zack 75 :
😂😂
2026-08-30 03:43:58
0
sipak_trom
SIPAKTROM TKD :
hihi
2026-08-30 01:13:42
0
brotot_juice
BROTOT JUICE🇹🇷🇵🇸 :
2026-08-29 21:46:54
0
putraseibuluhputr
Putra langsa,indah pda waktuny :
terpengaruh dengan topeng🤣😆🤣
2026-08-30 10:28:06
0
tiktokb543
BG :
😂😂😂atjehhhh
2026-08-30 15:22:21
0
urangminang12_2
"uda SURYA" :
😂😂😂
2026-08-30 14:22:02
0
muhib9043
muhibuddin. :
😁😁😁
2026-08-30 10:51:09
0
sayngkamu90
sayangkamu90 :
😭😭🤣
2026-08-30 10:34:03
0
anyalasyie8
kak ni ,al asyie :
🤣🤣🤣
2026-08-30 13:43:23
0
user44140709654952
Pura arik :
🤪🤪🤪🤪🤪
2026-08-29 16:53:03
0
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Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.
Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.

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