@gns889: Enft lui… je sais pas 🧍🏿 @6mon_144

Bishop8
Bishop8
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Saturday 29 August 2026 17:03:57 GMT
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6mon_144jmp
6mon_144 :
Diable ou génie ?
2026-08-29 17:09:50
2715
0zouzou9
E’🐉🪐 :
Magnifique le t-shirt
2026-08-29 17:48:47
238
mayariif
Mayariif :
PTDRRRRRRR C’EST SI DROLE
2026-08-29 18:46:26
95
kyleng.7
￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ :
simon
2026-08-29 17:53:24
73
papzeer
23 :
Hahahah, heureusement il l’a raconté qu’à Bishop
2026-08-29 23:20:21
79
sarkis_d07
S A R K I S 𓅓 :
"Cette histoire est fausse" BIEN ÉVIDEMMENT 🤣🤣🤣🤣
2026-08-29 20:57:13
20
trsor.agoss
tags🥴💎🪶🏀 :
en effet oui...
2026-08-29 21:07:02
6
leandre775
LÉANDRE 🇺🇸🥷🏾 :
T’es le diable
2026-08-29 19:29:39
8
chroniq2_
Chronic2 :
c'est un génie mais du mal
2026-08-29 20:32:21
6
liam_.bnt
liam_.bnt :
mdrrr
2026-08-29 17:08:07
5
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Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.
Em nova entrevista à TV Globo, Renan Santos (Missão) voltou a defender que o Brasil desenvolva capacidade nuclear no longo prazo, argumentando que o país é hoje a única entre as grandes potências globais — ao lado de Estados Unidos, China, Rússia, Índia e União Europeia — que não possui armas nucleares. Segundo o candidato, o mundo estaria vivendo o fim da ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial, com a ascensão da China e a formação de novos blocos, como o BRICS, o que exigiria do Brasil uma postura mais soberana no cenário internacional. Renan Santos afirmou reconhecer que o país não teria condições técnicas de desenvolver armamento nuclear nos próximos dez anos, mas defendeu o início de um processo de pesquisa e fortalecimento de soberania militar, como forma de garantir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU no futuro. O candidato também comentou o cenário de disputa entre Estados Unidos e China por recursos estratégicos, citando as reservas brasileiras de terras raras — insumo essencial para a fabricação de equipamentos militares, como o caça F-35 americano — como um ativo geopolítico relevante para o Brasil negociar maior autonomia internacional. Questionado sobre o impacto de uma eventual busca por armamento nuclear nas relações com países vizinhos, como a Argentina — com quem o Brasil possui acordo de renúncia mútua a armas nucleares, previsto no tratado que originou o Mercosul —, Renan Santos reconheceu que essa mudança representaria uma quebra desse compromisso, mas defendeu que o país precisa avaliar essa possibilidade no médio e longo prazo, caso pretenda se consolidar como uma das principais potências mundiais nas próximas décadas.

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