@mms12111: #الحفرة_في_كل_مكان #الحفرة #الحفرة_çukur #fy

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Powerslide sincronizado!! No GP França 1977 em Dijon, a câmera parada registra uma cena simplesmente linda: uma fila de F1 chegando ao mesmo ponto e um após o outro, colocando os carros de lado. As traseiras escapam quase em sincronia, formando uma espécie de “nado sincronizado” a mais de 200 km/h E o mais impressionante é que aquilo não era uma sequência de erros. Era o comportamento natural daqueles carros. Com pneus diagonais, a perda de aderência acontecia de maneira progressiva, permitindo ao piloto controlar a derrapagem e usar o powerslide para fazer o carro rotacionar e apontar mais cedo para a saída Naquela época, o acelerador tinha um papel enorme no controle do carro. Motores como o Ford Cosworth DFV e o Matra V12 entregavam potência de maneira muito mais direta, enquanto a ausência da enorme carga aerodinâmica dos F1 atuais fazia a aderência mecânica ser fundamental O resultado era uma pilotagem muito mais “viva”. O carro escorregava, a traseira saía, o piloto corrigia e tudo acontecia em uma fração de segundo. Quando vários carros faziam isso em sequência, o espetáculo era quase coreográfico Hoje, uma cena assim seria praticamente impensável. Pneus radiais de alta aderência e uma aerodinâmica extremamente refinada fizeram da estabilidade a chave para a velocidade. Qualquer deslizada lateral representa perda de tempo, desgaste e temperatura excessiva nos pneus Na F1 dos anos 70, porém, estar no limite muitas vezes significava justamente deixar o carro escapar e ter sensibilidade suficiente para trazê-lo de volta Segue a gente @f1nosense_oficial #F1 #Formula1 #FrenchGP #Dijon #F1History #Motorsport #Powerslide
Powerslide sincronizado!! No GP França 1977 em Dijon, a câmera parada registra uma cena simplesmente linda: uma fila de F1 chegando ao mesmo ponto e um após o outro, colocando os carros de lado. As traseiras escapam quase em sincronia, formando uma espécie de “nado sincronizado” a mais de 200 km/h E o mais impressionante é que aquilo não era uma sequência de erros. Era o comportamento natural daqueles carros. Com pneus diagonais, a perda de aderência acontecia de maneira progressiva, permitindo ao piloto controlar a derrapagem e usar o powerslide para fazer o carro rotacionar e apontar mais cedo para a saída Naquela época, o acelerador tinha um papel enorme no controle do carro. Motores como o Ford Cosworth DFV e o Matra V12 entregavam potência de maneira muito mais direta, enquanto a ausência da enorme carga aerodinâmica dos F1 atuais fazia a aderência mecânica ser fundamental O resultado era uma pilotagem muito mais “viva”. O carro escorregava, a traseira saía, o piloto corrigia e tudo acontecia em uma fração de segundo. Quando vários carros faziam isso em sequência, o espetáculo era quase coreográfico Hoje, uma cena assim seria praticamente impensável. Pneus radiais de alta aderência e uma aerodinâmica extremamente refinada fizeram da estabilidade a chave para a velocidade. Qualquer deslizada lateral representa perda de tempo, desgaste e temperatura excessiva nos pneus Na F1 dos anos 70, porém, estar no limite muitas vezes significava justamente deixar o carro escapar e ter sensibilidade suficiente para trazê-lo de volta Segue a gente @f1nosense_oficial #F1 #Formula1 #FrenchGP #Dijon #F1History #Motorsport #Powerslide

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