@sejasuaprioridade1: Hoje, o que vale a pena ter por perto são pessoas de verdade. Gente que pode ser diferente, estranha, intensa, engraçada, cheia de defeitos e até tomar decisões que você não tomaria, mas que não precisa vestir um personagem para ser aceita. A autenticidade vale muito mais do que uma imagem perfeita. Não é sobre concordar com tudo ou aceitar qualquer comportamento. É sobre poder conviver com alguém que não precisa fingir para agradar. Pessoas autênticas trazem espontaneidade, conversas verdadeiras e uma liberdade que dificilmente existe quando todo mundo está preocupado em parecer alguma coisa. No fim, a vida fica muito mais interessante quando existe espaço para o que é diferente. Pessoas, lugares, ideias e histórias que fogem do padrão podem justamente ser as que mais ensinam e acrescentam. Não é preciso procurar personagens perfeitos; é muito mais valioso encontrar quem tenha coragem de simplesmente ser quem é. #Autenticidade #Amizade #Liberdade

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Você não deve nada a ninguém. E, muitas vezes, ninguém te deve aquilo que você gostaria de receber. Essa compreensão pode ser desconfortável, mas também pode ser extremamente libertadora. As pessoas oferecem aquilo que têm dentro delas. Dão o que conseguem dar, o que aprenderam a dar, o que estão dispostas a oferecer e, principalmente, aquilo que está ao alcance delas naquele momento. E isso nem sempre vai corresponder ao que você esperava, precisava ou imaginava receber. O problema começa quando criamos uma espécie de contrato invisível nas relações: “Depois de tudo que fiz por você, você deveria fazer isso por mim.” “Eu te dei tanto, então você me deve tanto.” “Eu estaria aqui por você, então você deveria estar por mim.” Mas afeto não deveria funcionar como uma contabilidade. Você pode amar alguém e essa pessoa não conseguir te amar da maneira que você gostaria. Pode fazer muito por alguém e essa pessoa não ter a mesma capacidade de retribuir. Pode oferecer presença, cuidado, atenção e carinho sem receber exatamente o mesmo de volta. E isso não significa, necessariamente, que alguém seja ruim ou que você tenha sido boba por dar. Significa apenas que cada pessoa entrega aquilo que consegue. Isso também vale para você. Você não precisa se culpar por não conseguir oferecer tudo a todo mundo. Não precisa permanecer em lugares apenas porque um dia recebeu algo. Não precisa viver tentando pagar uma dívida emocional que nunca foi realmente estabelecida. Quando você entende isso, começa a caminhar de outra forma: sem exigir que o outro seja aquilo que ele não consegue ser e sem se obrigar a ser aquilo que você já não consegue sustentar. Você liberta o outro da obrigação de corresponder às suas expectativas e, ao mesmo tempo, se liberta da necessidade de cobrar, provar ou compensar. Segue com o que você tem. Dá quando quiser, ama quando puder, permanece quando fizer sentido e vai embora quando for necessário. Leve. Sem culpa. Sem dívida. Sem remorso. Quantas coisas você ainda está cobrando de alguém que, na verdade, essa pessoa nunca teve para te dar? Créditos: Marília Cardoso  #reflexão #liberdade #amor #desapego #vida
Você não deve nada a ninguém. E, muitas vezes, ninguém te deve aquilo que você gostaria de receber. Essa compreensão pode ser desconfortável, mas também pode ser extremamente libertadora. As pessoas oferecem aquilo que têm dentro delas. Dão o que conseguem dar, o que aprenderam a dar, o que estão dispostas a oferecer e, principalmente, aquilo que está ao alcance delas naquele momento. E isso nem sempre vai corresponder ao que você esperava, precisava ou imaginava receber. O problema começa quando criamos uma espécie de contrato invisível nas relações: “Depois de tudo que fiz por você, você deveria fazer isso por mim.” “Eu te dei tanto, então você me deve tanto.” “Eu estaria aqui por você, então você deveria estar por mim.” Mas afeto não deveria funcionar como uma contabilidade. Você pode amar alguém e essa pessoa não conseguir te amar da maneira que você gostaria. Pode fazer muito por alguém e essa pessoa não ter a mesma capacidade de retribuir. Pode oferecer presença, cuidado, atenção e carinho sem receber exatamente o mesmo de volta. E isso não significa, necessariamente, que alguém seja ruim ou que você tenha sido boba por dar. Significa apenas que cada pessoa entrega aquilo que consegue. Isso também vale para você. Você não precisa se culpar por não conseguir oferecer tudo a todo mundo. Não precisa permanecer em lugares apenas porque um dia recebeu algo. Não precisa viver tentando pagar uma dívida emocional que nunca foi realmente estabelecida. Quando você entende isso, começa a caminhar de outra forma: sem exigir que o outro seja aquilo que ele não consegue ser e sem se obrigar a ser aquilo que você já não consegue sustentar. Você liberta o outro da obrigação de corresponder às suas expectativas e, ao mesmo tempo, se liberta da necessidade de cobrar, provar ou compensar. Segue com o que você tem. Dá quando quiser, ama quando puder, permanece quando fizer sentido e vai embora quando for necessário. Leve. Sem culpa. Sem dívida. Sem remorso. Quantas coisas você ainda está cobrando de alguém que, na verdade, essa pessoa nunca teve para te dar? Créditos: Marília Cardoso #reflexão #liberdade #amor #desapego #vida

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