@theycallmesaah: Cus buruan mumpung masih Agustus, masih promo” #PersonalCareAlfamart #PromoAlfamart #mbakbrewok

Mbak Brewok
Mbak Brewok
Open In TikTok:
Region: ID
Sunday 30 August 2026 12:59:11 GMT
49157
196
13
5

Music

Download

Comments

yuningsih0306
sabriaaaa :
tambah cantik kknya pangling
2026-08-31 07:28:19
14
botak.kece8
Botak kece🔥👑 :
perasaan per vidio nyukur Mulu dahh tumbuh nya cepet banget ya kakk
2026-09-01 07:07:19
1
salsabifxu
⚡~glssy_sall~👩‍💻 :
tuu kann diatu cantik kalau brewok ny dicukur💗
2026-09-01 23:04:09
0
yasmine_5855
mamahyasmimen🤍 :
cewek cowok mbak? mamahku tanya🙏🏻
2026-08-31 07:23:26
1
yourdopamin1
neo :
mbakk, kapan2 bikin viti tentang progres behelnya dooong😽
2026-09-01 04:42:47
1
rraanniiiiiiiiii
rraanniiiiiiiiii :
Belanjain aku plisss
2026-08-31 05:29:00
0
intanbaid
intanbaiduri :
oh iniii
2026-08-30 15:12:00
0
ratu.ana.altopuni
anaaa :
pertama
2026-08-30 13:00:39
0
zarrrr683
Zaarvex :
🥰🥰🥰🥰🥰
2026-08-30 13:07:46
0
pujaanhatimuuuuuuu
￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ :
😍
2026-09-01 16:33:45
0
To see more videos from user @theycallmesaah, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

[fichamento de Introdução à Metafísica] Esta palavra evoca: o que sai de dentro de si mesmo; o desabrochar que se abre e, nesse despregar-se, se manifesta e nele se retém e permanece. Em síntese, φύσις é o vigor imperante daquilo que brota e consiste, uma substantivação de 'phyein’ (φυειν), que por sua vez é o infinitivo presente de 'phyo' (φύω), cujo sentido é: cresço, faço-crescer. A φύσις nesse sentido pode ser experimentada imediatamente, no apresentar-se mesmo das coisas; no crescimento das plantas, nas ondas do mar, no amanhecer. Contudo, a φύσις não consiste nestes fenômenos, tal sair e suster-se fora de si mesmo e em si mesmo [Dieses Aufgehen und In-sich-aus-sich-Hinausstehen] não é um fenômeno que observamos no ente; antes, a φύσις é o Ser mesmo em virtude da qual o ente se torna consistente e observável. Trata-se de um fenômeno, portanto, pré-ôntico, trata-se da apresentação do Ser que sustém a aparição do ente. Os gregos não experimentaram a physis no interior dos fenômenos naturais, trata-se de uma experiência fundamental do Ser facultada pela poesia e pelo pensamento, que lhes des-velou o que haviam de chamar como physis. É somente então a partir deste des-velamento que fora possível vislumbrar a natureza em sentido estrito; physis significa portanto, originariamente, o céu, a terra, os homens, os deuses; ela é a síntese de ser e vir-a-ser, vigor reinante que brota, e a duração regida e impregnada por este; é um vigor que atua desabrochando e conservando-se neste desabrochar – pense na flor, que ao desabrochar faz-aparecer uma difusão e profusão de cores e formas, este conteúdo que agora apareceu não desvanece, ele se sustém, ora, o que vemos aqui é a flor, que a partir de si mesma positiva e faz brotar este espetáculo colorido, a flor se conserva, ela não deixa de ser ao desabrochar, tampouco isto que, ao fim deste processo, está inteiramente apresentado; a physis é este constante brotar e manter-se do que se apresenta. Se, entretanto, entende-se physis na significação hodierna, latinizada – como natureza – e, ainda, atribui-se à esta fenômenos do ente, fenômenos físicos que a física moderna investiga como physis, e então este princípio originário da filosofia grega se tornará uma filosofia da natureza, numa representação tal das coisas onde ela são de natureza estritamente material. Esta interpretação torna esquecida e ocultada a questão verdadeira de que trata a filosofia. Ao ente como tal em sua totalidade, chamavam-no os gregos physis. Em Aristóteles ressoa os conhecimentos desse sentido originário [Met. 1003a27]. Esta restrição da physis ao físico é contrária ao sentido originário de physis. Ao que é físico, opomos o que é psíquico, animado, vivente; nos gregos tudo isso pertencia à physis. Sua contra-partida aparece como aquilo que os gregos chamam thesis [estatuto, posição] ou nomos [lei, costume] – porém, os costumes não compõem a moral, e antes ao que afeta os usos  e ao que funda laços da liberdade em normas da tradição; é na verdade o ethos aquilo que concerne à livre conduta e a atitude, que diz respeito à configuração do ser Histórico do homem e que então sob a influência da moral foi deflagrado ao domínio ético. Originalmente, physis se restringe a partir de techne, que não é técnica nem arte mas sim um saber, a disposição competente de instruções planejamentos, assim como o domínio dos mesmos. Esta palavra remete a pro-dução sapiente, criação [Fedro, Platão] – algo que poderia ainda estar articulado com a poiesis –, e possui o mesmo vigor presente em physis. Este conceito oposto ao físico era um recorte do ente, um setor seu que, apesar de também ter sido pensado pelos gregos, também está contido em physis. A Essencialização desta palavra consiste no vigor dominante que brota e permanece, tal distorção de sentido se experimenta mais imediatamente e veio a compor um setor de significação de physis; enquanto ta physei onta, ta onta physika, ou seja, o ente natural.  #philosophy #filosofia #philosophy
[fichamento de Introdução à Metafísica] Esta palavra evoca: o que sai de dentro de si mesmo; o desabrochar que se abre e, nesse despregar-se, se manifesta e nele se retém e permanece. Em síntese, φύσις é o vigor imperante daquilo que brota e consiste, uma substantivação de 'phyein’ (φυειν), que por sua vez é o infinitivo presente de 'phyo' (φύω), cujo sentido é: cresço, faço-crescer. A φύσις nesse sentido pode ser experimentada imediatamente, no apresentar-se mesmo das coisas; no crescimento das plantas, nas ondas do mar, no amanhecer. Contudo, a φύσις não consiste nestes fenômenos, tal sair e suster-se fora de si mesmo e em si mesmo [Dieses Aufgehen und In-sich-aus-sich-Hinausstehen] não é um fenômeno que observamos no ente; antes, a φύσις é o Ser mesmo em virtude da qual o ente se torna consistente e observável. Trata-se de um fenômeno, portanto, pré-ôntico, trata-se da apresentação do Ser que sustém a aparição do ente. Os gregos não experimentaram a physis no interior dos fenômenos naturais, trata-se de uma experiência fundamental do Ser facultada pela poesia e pelo pensamento, que lhes des-velou o que haviam de chamar como physis. É somente então a partir deste des-velamento que fora possível vislumbrar a natureza em sentido estrito; physis significa portanto, originariamente, o céu, a terra, os homens, os deuses; ela é a síntese de ser e vir-a-ser, vigor reinante que brota, e a duração regida e impregnada por este; é um vigor que atua desabrochando e conservando-se neste desabrochar – pense na flor, que ao desabrochar faz-aparecer uma difusão e profusão de cores e formas, este conteúdo que agora apareceu não desvanece, ele se sustém, ora, o que vemos aqui é a flor, que a partir de si mesma positiva e faz brotar este espetáculo colorido, a flor se conserva, ela não deixa de ser ao desabrochar, tampouco isto que, ao fim deste processo, está inteiramente apresentado; a physis é este constante brotar e manter-se do que se apresenta. Se, entretanto, entende-se physis na significação hodierna, latinizada – como natureza – e, ainda, atribui-se à esta fenômenos do ente, fenômenos físicos que a física moderna investiga como physis, e então este princípio originário da filosofia grega se tornará uma filosofia da natureza, numa representação tal das coisas onde ela são de natureza estritamente material. Esta interpretação torna esquecida e ocultada a questão verdadeira de que trata a filosofia. Ao ente como tal em sua totalidade, chamavam-no os gregos physis. Em Aristóteles ressoa os conhecimentos desse sentido originário [Met. 1003a27]. Esta restrição da physis ao físico é contrária ao sentido originário de physis. Ao que é físico, opomos o que é psíquico, animado, vivente; nos gregos tudo isso pertencia à physis. Sua contra-partida aparece como aquilo que os gregos chamam thesis [estatuto, posição] ou nomos [lei, costume] – porém, os costumes não compõem a moral, e antes ao que afeta os usos e ao que funda laços da liberdade em normas da tradição; é na verdade o ethos aquilo que concerne à livre conduta e a atitude, que diz respeito à configuração do ser Histórico do homem e que então sob a influência da moral foi deflagrado ao domínio ético. Originalmente, physis se restringe a partir de techne, que não é técnica nem arte mas sim um saber, a disposição competente de instruções planejamentos, assim como o domínio dos mesmos. Esta palavra remete a pro-dução sapiente, criação [Fedro, Platão] – algo que poderia ainda estar articulado com a poiesis –, e possui o mesmo vigor presente em physis. Este conceito oposto ao físico era um recorte do ente, um setor seu que, apesar de também ter sido pensado pelos gregos, também está contido em physis. A Essencialização desta palavra consiste no vigor dominante que brota e permanece, tal distorção de sentido se experimenta mais imediatamente e veio a compor um setor de significação de physis; enquanto ta physei onta, ta onta physika, ou seja, o ente natural. #philosophy #filosofia #philosophy

About