@whoselotte: #hairgrowthjourney

lotte
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Sunday 30 August 2026 14:18:59 GMT
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mia.xyrr
𝑚𝑖𝑎ꨄ :
Goalll
2026-08-31 14:58:50
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hairgrowthbylili
hairgrowthbylili :
Babe you are killin it 👏🏻👏🏻 Here’s mine now!
2026-08-30 15:49:36
105
888maelie
charlotte :
is this my sign to stay brunette
2026-08-30 20:57:01
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ay44ni1
🫧 :
mine
2026-08-31 00:02:37
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7owk3y
⌐╦ᡁ᠊╾━ ˎˊ˗ ⁿᵃʰʰ ✰ :
ima need the routine gurll
2026-08-31 11:09:03
1
k.ar01ina
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im manifesting
2026-08-31 05:46:42
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andreea_georgiana015
andreea_georgiana015🌹 :
2026-08-31 06:45:04
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helenaa.sfc
ʜᴇʟᴇɴᴀ :
howwww
2026-08-31 04:29:10
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_ap___ :
manifesto
2026-08-31 11:02:16
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kristynkaa_2
Kristynkaa_123 :
HOW?!
2026-08-31 00:02:59
0
xoxolana00
EL :
What did u do tow grow it long and healthy?
2026-08-31 01:21:40
0
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O estado de #SãoPaulo teve um registro de vi0lênc1a contra a #mulher a cada dois minutos no ano passado. Os dados fazem parte das estatísticas oficiais da Secretaria da #SegurançaPública (SSP) e mostram que foram mais de 281 mil boletins de ocorrência por fem1nicíd1o, estvpro e l3são corp0ral, entre outros, como calúnia e am3aça. Vale ressaltar que não constam no levantamento baseado nos dados oficiais crimes contra o patrimônio, como roubo, latr0cín1o ou ext0rsão mediante sequestro, onde também há violência contra a vítima. Em meio a tantos ataques, as cidades viram “campo minado” para as #mulheres. “Acho que, como mulher, temos medo de todas as pessoas que passam por você, porque tudo pode representar uma am3aça. O tempo inteiro em que a gente anda na rua se sente desprotegida. Se tiver um pessoal passando a seu lado, atrás de você, todo olhar, toda sombra, podem ser um perigo. Então, tenho medo de andar na rua, basicamente”, afirma a estudante Maila Maricato, 20 anos. Os números da SSP sustentam a posição da estudante e mostram ainda uma tendência distinta entre os hom1cíd1os em geral e aqueles em que vítimas foram exclusivamente mulheres. Enquanto os ass4ssin4tos tiveram queda de 3,1% (de 2.517 para 2.438), aqueles contra mulheres especificamente (incluindo fem1nicíd1os, mas não apenas) cresceram 6,4% (421 para 448), na comparação entre 2024 e 2025. Destaca-se também a quantidade de am3aças sofridas e registradas por mulheres no estado de São Paulo no ano passado. Foram quase 100 mil casos (98.820). A Polícia Civil também registrou quase 70 mil boletins de ocorrência por l3sões corp0rais dolosas contra mulheres. Foram 68.842 agr3ssões ao longo dos 12 meses do ano. A violência não se resume aos danos físicos. Palavras também compõe o quadro de intimidação contra as mulheres. Segundo os dados oficiais, calúnias, injúrias e difamações representam mais de 77 mil casos. Questionar mulheres nas ruas para falar sobre seus próprios medos é notar, já no início da pergunta, um sorriso que revela desconforto diante de tantas am3aças sofridas no dia a dia, seja nas ruas ou em casa. #tiktoknoticias 🤳 Isabela Thurmann/Metrópoles
O estado de #SãoPaulo teve um registro de vi0lênc1a contra a #mulher a cada dois minutos no ano passado. Os dados fazem parte das estatísticas oficiais da Secretaria da #SegurançaPública (SSP) e mostram que foram mais de 281 mil boletins de ocorrência por fem1nicíd1o, estvpro e l3são corp0ral, entre outros, como calúnia e am3aça. Vale ressaltar que não constam no levantamento baseado nos dados oficiais crimes contra o patrimônio, como roubo, latr0cín1o ou ext0rsão mediante sequestro, onde também há violência contra a vítima. Em meio a tantos ataques, as cidades viram “campo minado” para as #mulheres. “Acho que, como mulher, temos medo de todas as pessoas que passam por você, porque tudo pode representar uma am3aça. O tempo inteiro em que a gente anda na rua se sente desprotegida. Se tiver um pessoal passando a seu lado, atrás de você, todo olhar, toda sombra, podem ser um perigo. Então, tenho medo de andar na rua, basicamente”, afirma a estudante Maila Maricato, 20 anos. Os números da SSP sustentam a posição da estudante e mostram ainda uma tendência distinta entre os hom1cíd1os em geral e aqueles em que vítimas foram exclusivamente mulheres. Enquanto os ass4ssin4tos tiveram queda de 3,1% (de 2.517 para 2.438), aqueles contra mulheres especificamente (incluindo fem1nicíd1os, mas não apenas) cresceram 6,4% (421 para 448), na comparação entre 2024 e 2025. Destaca-se também a quantidade de am3aças sofridas e registradas por mulheres no estado de São Paulo no ano passado. Foram quase 100 mil casos (98.820). A Polícia Civil também registrou quase 70 mil boletins de ocorrência por l3sões corp0rais dolosas contra mulheres. Foram 68.842 agr3ssões ao longo dos 12 meses do ano. A violência não se resume aos danos físicos. Palavras também compõe o quadro de intimidação contra as mulheres. Segundo os dados oficiais, calúnias, injúrias e difamações representam mais de 77 mil casos. Questionar mulheres nas ruas para falar sobre seus próprios medos é notar, já no início da pergunta, um sorriso que revela desconforto diante de tantas am3aças sofridas no dia a dia, seja nas ruas ou em casa. #tiktoknoticias 🤳 Isabela Thurmann/Metrópoles

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