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Tuesday 01 September 2026 10:10:00 GMT
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Uma das expressões mais curiosas de “Príncipe Encantado”, música que ganhou projeção nacional na voz de Joelma ainda nos tempos da Banda Calypso, nasceu de um erro. Mais de duas décadas depois de escrever a canção, o compositor Beto Caju revelou a história por trás da famosa “mesa de Quijá”, trecho que continua chamando a atenção de quem redescobre a música nas redes sociais. Entre essas gravações estava a melodia que daria origem a “Príncipe Encantado”. O refrão já chegou pronto e trazia a expressão “mon amour”, mas foi a temática escolhida pelo compositor para desenvolver a história que acabou criando um dos trechos mais lembrados da música. Na letra, a personagem procura respostas de diferentes maneiras. Bola de cristal, cartas de baralho e a chamada “mesa de Quijá” aparecem como elementos de uma busca quase desesperada para saber se o homem ainda pensa nela ou se outra pessoa já ocupa seu lugar. O curioso é que “Quijá” não era exatamente o nome que Beto Caju pretendia escrever. Segundo o próprio compositor, aos 24 anos ele viu a palavra “Ouija” no filme e interpretou a grafia de outra maneira. Em vez de entender que se tratava de “Ouija”, acabou lendo como “Quijá” e levou o termo para a composição acreditando que aquela era a forma correta. O erro, porém, não foi corrigido antes da música ser gravada. “Príncipe Encantado” ganhou vida, chegou ao repertório da Banda Calypso e se tornou uma das canções associadas à fase de grande popularidade do grupo. Bases de créditos musicais registram Beto Caju e Marquinhos Maraial entre os compositores da faixa. Anos depois, a música continuou circulando na voz de Joelma. A cantora também registrou “Príncipe Encantado” em seu projeto “Isso É Calypso na Amazônia”, lançado em 2022. Agora, a música volta a aparecer em evidência em uma nova roupagem. Rey Vaqueiro incluiu “Príncipe Encantado” em seu repertório e aposta em uma leitura ligada ao forró, à vaquejada e ao piseiro, levando novamente a composição para os palcos e para as redes sociais. A nova versão preserva justamente o caráter romântico que marcou a música desde os anos 2000, com a história de saudade, dúvida e procura por um amor perdido. O conhecido “mon amour” também permanece como um dos elementos mais reconhecíveis da canção. Mais de 20 anos depois de Beto Caju escrever a letra, o que começou com uma melodia gravada em uma fita cassete e uma inspiração cinematográfica ganhou diferentes interpretações ao longo do tempo. E aquele pequeno engano na hora de escrever “Ouija” acabou se tornando uma das histórias mais curiosas por trás de “Príncipe Encantado”.
Uma das expressões mais curiosas de “Príncipe Encantado”, música que ganhou projeção nacional na voz de Joelma ainda nos tempos da Banda Calypso, nasceu de um erro. Mais de duas décadas depois de escrever a canção, o compositor Beto Caju revelou a história por trás da famosa “mesa de Quijá”, trecho que continua chamando a atenção de quem redescobre a música nas redes sociais. Entre essas gravações estava a melodia que daria origem a “Príncipe Encantado”. O refrão já chegou pronto e trazia a expressão “mon amour”, mas foi a temática escolhida pelo compositor para desenvolver a história que acabou criando um dos trechos mais lembrados da música. Na letra, a personagem procura respostas de diferentes maneiras. Bola de cristal, cartas de baralho e a chamada “mesa de Quijá” aparecem como elementos de uma busca quase desesperada para saber se o homem ainda pensa nela ou se outra pessoa já ocupa seu lugar. O curioso é que “Quijá” não era exatamente o nome que Beto Caju pretendia escrever. Segundo o próprio compositor, aos 24 anos ele viu a palavra “Ouija” no filme e interpretou a grafia de outra maneira. Em vez de entender que se tratava de “Ouija”, acabou lendo como “Quijá” e levou o termo para a composição acreditando que aquela era a forma correta. O erro, porém, não foi corrigido antes da música ser gravada. “Príncipe Encantado” ganhou vida, chegou ao repertório da Banda Calypso e se tornou uma das canções associadas à fase de grande popularidade do grupo. Bases de créditos musicais registram Beto Caju e Marquinhos Maraial entre os compositores da faixa. Anos depois, a música continuou circulando na voz de Joelma. A cantora também registrou “Príncipe Encantado” em seu projeto “Isso É Calypso na Amazônia”, lançado em 2022. Agora, a música volta a aparecer em evidência em uma nova roupagem. Rey Vaqueiro incluiu “Príncipe Encantado” em seu repertório e aposta em uma leitura ligada ao forró, à vaquejada e ao piseiro, levando novamente a composição para os palcos e para as redes sociais. A nova versão preserva justamente o caráter romântico que marcou a música desde os anos 2000, com a história de saudade, dúvida e procura por um amor perdido. O conhecido “mon amour” também permanece como um dos elementos mais reconhecíveis da canção. Mais de 20 anos depois de Beto Caju escrever a letra, o que começou com uma melodia gravada em uma fita cassete e uma inspiração cinematográfica ganhou diferentes interpretações ao longo do tempo. E aquele pequeno engano na hora de escrever “Ouija” acabou se tornando uma das histórias mais curiosas por trás de “Príncipe Encantado”.

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