@.businessgiant: I talk about why my clients pay me $90,000 upfront for the full year. I explain that the real question isn't what I do for that money, but what it would cost them if I didn't do it. I walk through my daily process of verifying every document, rebuilding tax returns line by line, and stopping any transfer until every record is correct. I share examples of catching fake CPAs, unfiled returns, and nonexistent addresses. I emphasize that my clients pay for accountability and prevention, not my hours. #fy #fyp #fiduciary #estateplanning

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Thursday 03 September 2026 21:08:02 GMT
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vitoplaysgames
Vito :
This guy is genuinely my hero. How does one become an executive fiduciary?
2026-09-05 01:07:53
8
chrisribmusic
Chris Ribeiro :
I don’t have a need for this but I respect your style and delivery here - also learned something
2026-09-04 02:52:15
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mmxix347
mmxix347 :
A great example of why this is so valuable is Steve Harvey’s experience. He found out his accountant hadn’t actually filed his taxes for 7 years. He sent the check for his tax bill each year & they only found out after the accountants death. He said it almost bankrupted him. At that tax bracket you cannot afford these kind of mistakes. Worth every penny
2026-09-04 19:52:49
1148
stevenjamesconsulting
stevenjamesconsulting :
Life really is this simple, when you provide more value than you charge filling your yearly quota is pretty easy! Nice work.
2026-09-04 04:44:30
1088
buuuuuuurney
buuuuuuurney :
After you explained it, $90k is a steal, good lord.
2026-09-05 01:23:53
318
doughikeandgive
BBunchof6 :
Looking at that AP tells me everything I need to know. Guys, usually if it costs a “lot of money” it is absolutely worth it and in the long run, it really wasn’t a lot of money. Success breeds success. Keep up the great work my man.
2026-09-04 14:18:36
82
lizdederer
Lizzie MacGyver 🙃 :
This is the level of confidence, clarity, and certainty I need in my life! ❤️
2026-09-04 05:37:30
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user121200000009
User121200000000009 :
One thing I learned from working for HNWIs is that the greatest benefit they can buy is peace. Peace in their space, peace in their mind, and peace in their life
2026-09-04 02:04:04
195
mia305fl
Lil Sal :
You’re not charging enough. Your “Value”, is Priceless.
2026-09-04 00:19:44
74
yurivinatogradov
YuriVinatogradov :
You should do Radio too. Your voice is amazing.
2026-09-04 03:35:33
30
michael__1224
Michael :
If someone could guarantee you financial security, trust, and control not just for yourself but also your posterity what WOULDN’T a millionaire or billionaire pay for that? That’s why someone can charge what they charge.
2026-09-03 21:59:01
206
kayonli
K🇿🇦 :
I am following you just to watch a good black businessman. This is what it looks like
2026-09-05 11:38:17
5
alannaj.m
alannaj.m :
Wow this is inspirational as my ultimate goal is to have my own firm. Thank you for sharing this valuable information.
2026-09-04 16:57:07
38
networkpadrino
networkpadrino :
Incredibly well said and well spoken. It is rare to find people who can describe their value proposition without hassling or overasserting their business. Blessings.
2026-09-05 01:19:52
6
mariesaintjames
Jasmine Marie :
I’m not even in the market for this but I’m sold
2026-09-04 20:34:32
8
thebatman394
thebatman394 :
I love this. Don’t trust, always verify. I work in tech, and we have the concept of peer reviews for any code changes. Nothing gets deployed without being reviewed and approved by two senior or higher engineers. Doesn’t matter if you’re entry level or the most senior/experienced person on the team, every code change requires two people to review and approve it. It’s built into the system, and there’s no way around it. It’s important because when you are deep in the weeds on something, it’s easy to make a silly mistake. Sometimes the reviews turn up major issues, other times it could be as simple as a formatting issue like not indenting properly. But there’s almost always *some* sort of mistake, oversight, or opportunity to improve. If someone can comfortably afford $90k per year, they are at the level of wealth where they need an independent set of eyes to look over every bit of minutiae in excruciating detail.
2026-09-04 20:16:00
38
rojo_fire2
rojo_fire :
That’s honestly pretty reasonable considering what you do
2026-09-05 01:14:30
7
pdljr27
Pdeleonjr :
Sounds like you work with family office?
2026-09-04 04:08:11
12
f.a.9.2.5
F.a.925 :
How does someone get into this line of work?
2026-09-04 00:33:18
23
tayb313
Donte Foster :
This is a good teaching point for small business owners as well. If you don’t know your minimum viable cost, your pricing will never make sense your target audience. He knew the exact cost of each service he provides just like a good restaurant knows how much each portion on a plate costs.
2026-09-04 01:41:48
7
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Concentração de renda no Brasil é acumulação de patrimônio que começou em 1534 e chega intacta à PNAD Contínua de 2025, divulgada pelo IBGE em maio de 2026. Nela aparece o tamanho do problema: os 10% de maior rendimento ficaram com 40,3% de toda a massa de renda domiciliar, enquanto 70% do país divide 32,8%. Traduzindo para gente de verdade, numa sala de cem pessoas com mil reais para repartir, dez saem com 40 reais cada uma e setenta saem com 4,70 cada uma. Rendimento médio do décimo do topo equivale a 13,8 vezes o dos 40% da base, e o índice de Gini, que vai de zero, com renda igual para todos, a um, com tudo nas mãos de uma pessoa, subiu de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025. Nessa régua a Dinamarca marca cerca de 0,28, e o Brasil fica entre os quinze países mais desiguais do mundo. Essa alta veio de onde já havia estoque. Renda dos 10% mais ricos cresceu 8,7% no ano, ao passo que entre os 10% mais pobres o crescimento foi de 3,1%, quase um terço disso, diferença que o analista do IBGE Gustavo Fontes atribuiu a rendimentos financeiros e de aluguéis num ano de juros elevados. Quem ganhou mais, portanto, ganhou por deter ativo, e não por trabalhar mais ou melhor. Deter ativo custava pouco imposto até o ano passado. Lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas ficaram isentos de imposto de renda por trinta anos, pelo artigo 10 da Lei 9.249/1995, de modo que a principal fonte de renda do topo atravessou três décadas sem tributação na pessoa física. Lei 15.270/2025 passou a reter 10% sobre distribuição acima de R$ 50 mil mensais de uma mesma fonte pagadora, com alíquota mínima efetiva de 10% para renda anual acima de R$ 1,2 milhão, contudo herança segue com teto de 8% no ITCMD, fixado pelo Senado, contra alíquotas acima de 40% em vários países da OCDE. Transmissão barata de patrimônio entre gerações produz exatamente o que a OCDE mediu em 2018, no relatório
Concentração de renda no Brasil é acumulação de patrimônio que começou em 1534 e chega intacta à PNAD Contínua de 2025, divulgada pelo IBGE em maio de 2026. Nela aparece o tamanho do problema: os 10% de maior rendimento ficaram com 40,3% de toda a massa de renda domiciliar, enquanto 70% do país divide 32,8%. Traduzindo para gente de verdade, numa sala de cem pessoas com mil reais para repartir, dez saem com 40 reais cada uma e setenta saem com 4,70 cada uma. Rendimento médio do décimo do topo equivale a 13,8 vezes o dos 40% da base, e o índice de Gini, que vai de zero, com renda igual para todos, a um, com tudo nas mãos de uma pessoa, subiu de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025. Nessa régua a Dinamarca marca cerca de 0,28, e o Brasil fica entre os quinze países mais desiguais do mundo. Essa alta veio de onde já havia estoque. Renda dos 10% mais ricos cresceu 8,7% no ano, ao passo que entre os 10% mais pobres o crescimento foi de 3,1%, quase um terço disso, diferença que o analista do IBGE Gustavo Fontes atribuiu a rendimentos financeiros e de aluguéis num ano de juros elevados. Quem ganhou mais, portanto, ganhou por deter ativo, e não por trabalhar mais ou melhor. Deter ativo custava pouco imposto até o ano passado. Lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas ficaram isentos de imposto de renda por trinta anos, pelo artigo 10 da Lei 9.249/1995, de modo que a principal fonte de renda do topo atravessou três décadas sem tributação na pessoa física. Lei 15.270/2025 passou a reter 10% sobre distribuição acima de R$ 50 mil mensais de uma mesma fonte pagadora, com alíquota mínima efetiva de 10% para renda anual acima de R$ 1,2 milhão, contudo herança segue com teto de 8% no ITCMD, fixado pelo Senado, contra alíquotas acima de 40% em vários países da OCDE. Transmissão barata de patrimônio entre gerações produz exatamente o que a OCDE mediu em 2018, no relatório "A Broken Social Elevator? How to Promote Social Mobility": criança nascida entre os 10% mais pobres do Brasil precisa de nove gerações para alcançar a renda média nacional, contra cerca de cinco na média da organização e duas na Dinamarca. Atrás do Brasil ficou apenas a Colômbia, com onze. Quinze decisões de Estado produziram a desigualdade brasileira, e todas entregaram ou protegeram propriedade de quem já tinha. Capitanias hereditárias repassaram o território a doze donatários em 1534, e o governo-geral de 1548 montou a máquina de garantir essa posse. Sesmarias, do século XVI a 1822, reservaram terra a quem dispunha de capital e de escravizados, excluindo o lavrador com posse mas sem cabedal, enquanto o Diretório dos Índios de 1757, estendido à colônia em 1758, dissolveu a propriedade coletiva indígena em favor de colonos. Vinda da corte em 1808 concentrou concessão e privilégio em quem orbitava o poder, e a suspensão das sesmarias em 1822 deixou vinte e oito anos sem regra, período em que a posse valia por título e o grande proprietário ocupou o que a Lei de Terras de 1850 legalizaria pela compra, no mesmo ano do fim do tráfico. Ventre Livre em 1871 e Sexagenários em 1885 libertaram criança e idoso, ou seja, quem não produzia, e a abolição de 1888 veio em dois artigos, sem terra nem indenização. Colonização alemã e italiana no Sul começa em 1824, com São Leopoldo, sessenta e quatro anos antes da abolição, e São Paulo pagando a passagem do imigrante europeu destinado à vaga do liberto desde 1880. República entregou as devolutas aos estados em 1891; a legislação trabalhista dos anos 1930 e 1940 excluiu o trabalhador rural até 1963; e a ditadura somou arrocho do mínimo, crédito rural subsidiado ao grande proprietário e terra pública amazônica a empresas, fixando em 1980, sobre o censo de 1975, índices de produtividade nunca atualizados, o que esvaziou a desapropriação prevista em 1988. Isenção de lucros e dividendos, vigente de 1996 a 2025, encerra a série. Nunca houve redistribuição de patrimônio real no Brasil, e todas essas decisões passaram por autoridade constituída

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