@samuel.haris08: THESE 1/2 c, 1 c, 2 c, 5 c, 10 c, 20 c, 50 c AND THE SILVER R 1 COIN SETS WERE STRUCK AS PART OF THE SECOND DECIMAL ISSUE 1965 - 1990. IN 1962 IT WAS ANNOUNCED THAT A CHANGE IN SIZE, DESIGN AND METAL CONTENT OF COINS WAS BEING CONSIDERED. THIS WAS PRIMARILY DUE TO THE INCREASE IN THE PRICE OF SILVER. VARIOUS PATTERNS WERE STRUCK FOR CONSIDERATION BY THE PARLIAMENTARY COMMITTEE INVESTIGATING THIS AS THE INCREASED USE OF COIN AUTOMATION MACHINES REQUIRED LONG TERM USE OF THE COIN TYPES CHOSEN #fypviral#southmandelacolougue#southafric#fypviral

Samuel Haris
Samuel Haris
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Saturday 05 September 2026 04:19:35 GMT
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seraajbaatjes
Seraatj Baatjes :
I have coins to sell 46 sa coins
2026-09-06 09:47:56
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julyjosephmdluli
July Joseph Mdluli :
I have many old coins to sell.i am at Nkandla, KZN Province, South Africa
2026-09-05 07:24:05
2
masedi.kagile
Masedi Kagile :
I have coins 2c 5 c 10c 20c in rustenbrg south Africa
2026-09-05 06:09:04
1
lucaslavhelesani
lucaslavhelesani :
I have coins in limpopo
2026-09-05 09:38:50
1
mtlale6
mtlale :
m in fixburg
2026-09-05 10:59:45
1
mapula.jj
Mapula JJ :
I have more old coins, I am in Limpopo
2026-09-05 07:07:59
2
mamphakiseng.moko
Mamphakiseng Mokoena Elizabeth :
I have it
2026-09-06 02:02:15
0
user4499367486821
777 :
please come to my house
2026-09-05 04:27:02
1
dr.n.c.mathoho
Dr. N.C. Mathoho :
I have coins Thohoyandou Limpopo
2026-09-05 10:27:53
0
mikejobela
mikejobela :
i need coins agent
2026-09-05 05:13:14
1
potshi38
Potshi :
I have coin I'm base in Johannesburg
2026-09-06 05:40:51
0
nomasonto730
nomasonto :
2026-09-05 06:14:15
0
busimokoena291
NZ.. :
l have 49 coins witbank Mpumalanga
2026-09-05 05:23:10
0
yaya.putra640
Yaya Putra :
2026-09-05 04:22:44
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:58
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:38
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:25
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:24:42
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:21:23
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:48
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:12
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:22:02
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:21:49
0
mikejobela
mikejobela :
2026-09-05 05:21:37
0
yaya.putra640
Yaya Putra :
2026-09-05 04:22:50
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Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.
Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.

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