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Monday 07 September 2026 00:12:11 GMT
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lashaun014
lashaun014 :
What length sis?
2026-09-10 12:14:28
5
lyn_ellis
Wednesday 🧚‍♂️ :
What length is this ?
2026-09-09 13:35:04
0
its_malaboo_toyou
Malaboo :
it’s preetyyyy what length is this
2026-09-10 01:52:23
0
latonyabrown575
💪🏾Paid in full- (TonyaB) :
How long does it last
2026-09-11 04:06:56
3
iamkinaaa
kina ♡ :
Updo tutorial??
2026-09-10 16:16:28
0
janigirl4
Janice McDonald :
What did you do to it?
2026-09-10 22:16:28
0
yessygarcia32
Yessy Garcia :
Es hermosa
2026-09-08 22:41:53
1
lashaun014
lashaun014 :
🥰🥰🥰
2026-09-10 12:14:16
0
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Siga @ocampograndense | Parte da estrutura da obra de um supermercado onde dois trabalhadores morreram há nove dias voltou a desabar na madrugada deste domingo (13), na Avenida Rachel de Queiroz, no Aero Rancho, em Campo Grande. O novo colapso aconteceu por volta de 0h08 e foi registrado por câmeras de segurança. O forte estrondo assustou moradores. Uma viga de concreto tombou e ficou apoiada em outra parte da construção, próxima à rede elétrica. Ninguém ficou ferido desta vez. Durante a tarde, uma equipe esteve no local e um guindaste foi utilizado para sustentar e retirar a viga que apresentava risco de queda. O mesmo canteiro foi cenário da tragédia de 4 de setembro, quando parte da estrutura da futura unidade do Supermercado Mister Júnior desabou. Willian Douglas Souza Cabral, de 39 anos, e Joel Oliveira da Silva, de 41, morreram. Outros dois trabalhadores ficaram feridos. Desde terça-feira (8), a construção está embargada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A empresa responsável deverá apresentar uma solução técnica para retirada dos escombros e estabilização das estruturas que permaneceram comprometidas. O primeiro acidente é investigado pela Polícia Civil, Ministério Público do Trabalho e fiscalização trabalhista. O Crea-MS também solicitou projetos, planos de segurança, laudos e outros documentos técnicos da obra. Segundo o MPT, os dois trabalhadores mortos não possuíam registro formal e não haviam passado pelo processo de integração de segurança. Essas constatações, entretanto, não determinam a causa do desabamento, que ainda depende de perícias. Moradores relatam preocupação com a possibilidade de novos colapsos, especialmente pela proximidade das estruturas com postes, fios e residências. O supermercado informou anteriormente que a execução da construção estava sob responsabilidade de uma empresa terceirizada e afirmou estar colaborando com as autoridades. As causas do primeiro desabamento e eventuais responsabilidades continuam sob investigação. ____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 www.ocampograndense.com.br
Siga @ocampograndense | Parte da estrutura da obra de um supermercado onde dois trabalhadores morreram há nove dias voltou a desabar na madrugada deste domingo (13), na Avenida Rachel de Queiroz, no Aero Rancho, em Campo Grande. O novo colapso aconteceu por volta de 0h08 e foi registrado por câmeras de segurança. O forte estrondo assustou moradores. Uma viga de concreto tombou e ficou apoiada em outra parte da construção, próxima à rede elétrica. Ninguém ficou ferido desta vez. Durante a tarde, uma equipe esteve no local e um guindaste foi utilizado para sustentar e retirar a viga que apresentava risco de queda. O mesmo canteiro foi cenário da tragédia de 4 de setembro, quando parte da estrutura da futura unidade do Supermercado Mister Júnior desabou. Willian Douglas Souza Cabral, de 39 anos, e Joel Oliveira da Silva, de 41, morreram. Outros dois trabalhadores ficaram feridos. Desde terça-feira (8), a construção está embargada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A empresa responsável deverá apresentar uma solução técnica para retirada dos escombros e estabilização das estruturas que permaneceram comprometidas. O primeiro acidente é investigado pela Polícia Civil, Ministério Público do Trabalho e fiscalização trabalhista. O Crea-MS também solicitou projetos, planos de segurança, laudos e outros documentos técnicos da obra. Segundo o MPT, os dois trabalhadores mortos não possuíam registro formal e não haviam passado pelo processo de integração de segurança. Essas constatações, entretanto, não determinam a causa do desabamento, que ainda depende de perícias. Moradores relatam preocupação com a possibilidade de novos colapsos, especialmente pela proximidade das estruturas com postes, fios e residências. O supermercado informou anteriormente que a execução da construção estava sob responsabilidade de uma empresa terceirizada e afirmou estar colaborando com as autoridades. As causas do primeiro desabamento e eventuais responsabilidades continuam sob investigação. ____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 www.ocampograndense.com.br

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