@ardabily55: km dimn? ak kgn ..#iniarda #fyp #foryoupage

ini arda
ini arda
Open In TikTok:
Region: ID
Monday 07 September 2026 13:57:22 GMT
15420
1777
12
327

Music

Download

Comments

by.ilaawww
by.ilaawww :
Kangennn dicccc
2026-09-07 14:02:30
0
jejemnz
brilian :
kgn nya ih eughh😭🥹
2026-09-08 06:02:16
0
fdzlidun
DunnFuxk :
@xycii◔ ☹️
2026-09-08 02:07:56
0
isallnaanujumandiii
isalllllll🦿 :
@191114
2026-09-07 23:13:52
0
riss_ajaa08
RISS_AJAAA :
@raaaaa kangenn tauuu kakaa samaa adekkkk😔
2026-09-07 16:11:50
0
cw.salsaa01
sals🅰️🅰️🅰️🅰️ :
@Reyvann kangen ganteng
2026-09-07 15:22:23
0
dikzzz8899
Dikzzz :
@me¡i ’caesar
2026-09-08 11:45:33
1
To see more videos from user @ardabily55, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Quase dois meses após a morte de Cauê, de 31 anos, a família ainda tenta entender exatamente o que aconteceu na noite em que o jovem foi morto durante uma festa julina no bairro Cruz das Almas, em Araçariguama. O caso, que chocou moradores da cidade, aconteceu no fim de julho e terminou com o ajudante de pedreiro atingido por golpes de faca. Segundo informações divulgadas à época, Cauê havia saído de uma festa de casamento e decidiu passar pela festa julina antes de voltar para casa. A ocorrência ganhou repercussão nacional depois que imagens da confusão começaram a circular nas redes sociais. O caso também foi noticiado pelo Cidade Alerta, da Record, que informou que aproximadamente 500 pessoas participavam do evento. Segundo a reportagem, o jovem foi atingido por golpes no peito e no abdômen. Uma noite que terminou em tragédia De acordo com relatos obtidos pelo Correio do Interior, Cauê estava em um momento de lazer quando acabou envolvido em uma confusão que, até hoje, deixa perguntas sem respostas para os familiares. O jovem teria levado uma facada no peito e outra na região do abdômen. A violência aconteceu em meio à movimentação da festa, transformando uma noite de diversão em uma cena de desespero. Imagens divulgadas após o crime mostram Cauê caído no chão enquanto a confusão acontecia. A reportagem da Record informou que havia um homem segurando uma faca e que guardas municipais tentaram prestar auxílio posteriormente. A família, entretanto, questiona a atuação das autoridades presentes no local e busca esclarecer se medidas poderiam ter sido tomadas para impedir que a situação terminasse em morte. Irmão cobra respostas Em entrevista ao Correio do Interior, o irmão da vítima, Leandro, relatou a dor da família e afirmou que os parentes continuam acompanhando o andamento das investigações. Para os familiares, cada nova informação que chega ao conhecimento da Justiça pode ajudar a esclarecer os últimos momentos de Cauê e, principalmente, apontar responsabilidades pelo crime. A família também levanta questionamentos sobre a presença de uma viatura da Guarda Civil Municipal de Araçariguama nas proximidades do local onde ocorreu a confusão. Essa alegação é apresentada pela família e precisa ser apurada pelas autoridades competentes. Não é possível afirmar, sem a conclusão das investigações, que uma eventual atuação diferente da GCM teria necessariamente evitado a morte. Polícia investiga o homicídio Na época, a Polícia Civil informou que investigava o assassinato e que já havia um suspeito identificado, embora sua identidade não tivesse sido divulgada publicamente. O motivo da confusão também permanecia sem esclarecimento. Publicações locais também registraram que o homicídio aconteceu durante uma festa julina realizada na praça do bairro Cruz das Almas. Com o passar das semanas, a expectativa da família é de que as investigações consigam esclarecer toda a dinâmica do crime, identificar todos os envolvidos e estabelecer, de maneira definitiva, as responsabilidades de cada pessoa. “Queremos justiça” Quase dois meses depois da morte, a família continua convivendo com a ausência de Cauê e com a necessidade de respostas. Para Leandro e os demais familiares, a busca agora é para que o caso não seja esquecido e que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos pela Justiça. A morte de Cauê deixou não apenas uma família enlutada, mas também uma série de questionamentos sobre como uma festa que reunia centenas de pessoas terminou com um jovem de 31 anos morto a golpes de faca. A família pede justiça e aguarda que a investigação avance para que os responsáveis pelo homicídio sejam responsabilizados #JornalismoLocal #aracariguama #crime #policia
Quase dois meses após a morte de Cauê, de 31 anos, a família ainda tenta entender exatamente o que aconteceu na noite em que o jovem foi morto durante uma festa julina no bairro Cruz das Almas, em Araçariguama. O caso, que chocou moradores da cidade, aconteceu no fim de julho e terminou com o ajudante de pedreiro atingido por golpes de faca. Segundo informações divulgadas à época, Cauê havia saído de uma festa de casamento e decidiu passar pela festa julina antes de voltar para casa. A ocorrência ganhou repercussão nacional depois que imagens da confusão começaram a circular nas redes sociais. O caso também foi noticiado pelo Cidade Alerta, da Record, que informou que aproximadamente 500 pessoas participavam do evento. Segundo a reportagem, o jovem foi atingido por golpes no peito e no abdômen. Uma noite que terminou em tragédia De acordo com relatos obtidos pelo Correio do Interior, Cauê estava em um momento de lazer quando acabou envolvido em uma confusão que, até hoje, deixa perguntas sem respostas para os familiares. O jovem teria levado uma facada no peito e outra na região do abdômen. A violência aconteceu em meio à movimentação da festa, transformando uma noite de diversão em uma cena de desespero. Imagens divulgadas após o crime mostram Cauê caído no chão enquanto a confusão acontecia. A reportagem da Record informou que havia um homem segurando uma faca e que guardas municipais tentaram prestar auxílio posteriormente. A família, entretanto, questiona a atuação das autoridades presentes no local e busca esclarecer se medidas poderiam ter sido tomadas para impedir que a situação terminasse em morte. Irmão cobra respostas Em entrevista ao Correio do Interior, o irmão da vítima, Leandro, relatou a dor da família e afirmou que os parentes continuam acompanhando o andamento das investigações. Para os familiares, cada nova informação que chega ao conhecimento da Justiça pode ajudar a esclarecer os últimos momentos de Cauê e, principalmente, apontar responsabilidades pelo crime. A família também levanta questionamentos sobre a presença de uma viatura da Guarda Civil Municipal de Araçariguama nas proximidades do local onde ocorreu a confusão. Essa alegação é apresentada pela família e precisa ser apurada pelas autoridades competentes. Não é possível afirmar, sem a conclusão das investigações, que uma eventual atuação diferente da GCM teria necessariamente evitado a morte. Polícia investiga o homicídio Na época, a Polícia Civil informou que investigava o assassinato e que já havia um suspeito identificado, embora sua identidade não tivesse sido divulgada publicamente. O motivo da confusão também permanecia sem esclarecimento. Publicações locais também registraram que o homicídio aconteceu durante uma festa julina realizada na praça do bairro Cruz das Almas. Com o passar das semanas, a expectativa da família é de que as investigações consigam esclarecer toda a dinâmica do crime, identificar todos os envolvidos e estabelecer, de maneira definitiva, as responsabilidades de cada pessoa. “Queremos justiça” Quase dois meses depois da morte, a família continua convivendo com a ausência de Cauê e com a necessidade de respostas. Para Leandro e os demais familiares, a busca agora é para que o caso não seja esquecido e que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos pela Justiça. A morte de Cauê deixou não apenas uma família enlutada, mas também uma série de questionamentos sobre como uma festa que reunia centenas de pessoas terminou com um jovem de 31 anos morto a golpes de faca. A família pede justiça e aguarda que a investigação avance para que os responsáveis pelo homicídio sejam responsabilizados #JornalismoLocal #aracariguama #crime #policia

About