@iamjasminedaniels: This powder puff jar is everything!!!!! I love how fancy it is!!!! It’s perfect for placing on your vanity or as decor in your bathroom while also being very functional and helping reduce the waste of powder! #powderpuff #beautyfinds #tiktokshop #BeautyTok

JASMINE DANIELS REALTOR
JASMINE DANIELS REALTOR
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Tuesday 08 September 2026 13:52:40 GMT
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its_barb0
Barbo :
Girllllllll I have been looking everywhere for my makeup jar and you have it !!!😁😁😁😁😁😁💞💞💞
2026-09-08 14:04:26
2
retamonique
RetaRe :
I need this!! I broke the top on my other one....powder be everywhere 🤣🤣🤣
2026-09-08 21:51:56
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⚡ **Como rastrear um curto na placa usando o método Kelvin?** Quando temos um curto ou uma resistência muito baixa em uma linha de alimentação, uma das formas de localizar o problema é **injetar uma corrente controlada e analisar a queda de tensão ao longo da placa**. No exemplo do vídeo, ajustei a fonte de bancada para **5 V com limite de corrente em 100 mA**. Com a fonte operando em **corrente constante**, podemos usar o multímetro na escala de mV e comparar as quedas de tensão em diferentes pontos da trilha. Quanto mais nos aproximamos do ponto do curto, menor tende a ser a resistência do caminho até ele — e, analisando essas pequenas diferenças de potencial, conseguimos **seguir eletricamente a trilha até a região do defeito**, mesmo quando visualmente não há nada evidente. ⚠️ **Mas atenção aos 5 V e 100 mA!** Esses valores serviram para o circuito mostrado no vídeo e **não devem ser utilizados como padrão para qualquer placa**. Antes de fazer a injeção, é preciso conhecer a linha que está sendo analisada. 🔹 Em uma linha de **1,2 V, 1,8 V ou 3,3 V**, por exemplo, aplicar diretamente 5 V pode danificar componentes. 🔹 Em linhas que alimentam **microcontroladores, memórias, processadores e circuitos sensíveis**, comece com tensão baixa e limite de corrente reduzido. 🔹 Em linhas de maior potência, pode ser necessário aumentar gradualmente o limite de corrente para produzir uma queda de tensão suficientemente mensurável. 🔹 Se o curto estiver em uma linha que normalmente trabalha com tensão elevada, isso **não significa que devemos injetar a tensão nominal da linha**. Para rastrear o curto, geralmente basta uma tensão muito menor. A ideia é simples: **Use a menor tensão e corrente capazes de produzir uma queda de tensão mensurável, sem ultrapassar os limites seguros dos componentes conectados àquela linha.** E nunca injete tensão sem antes entender **onde aquela trilha chega e quais componentes estão conectados a ela**. 🔧 O método Kelvin transforma pequenas quedas de tensão nas próprias trilhas da placa em pistas para chegar até o componente em curto.
⚡ **Como rastrear um curto na placa usando o método Kelvin?** Quando temos um curto ou uma resistência muito baixa em uma linha de alimentação, uma das formas de localizar o problema é **injetar uma corrente controlada e analisar a queda de tensão ao longo da placa**. No exemplo do vídeo, ajustei a fonte de bancada para **5 V com limite de corrente em 100 mA**. Com a fonte operando em **corrente constante**, podemos usar o multímetro na escala de mV e comparar as quedas de tensão em diferentes pontos da trilha. Quanto mais nos aproximamos do ponto do curto, menor tende a ser a resistência do caminho até ele — e, analisando essas pequenas diferenças de potencial, conseguimos **seguir eletricamente a trilha até a região do defeito**, mesmo quando visualmente não há nada evidente. ⚠️ **Mas atenção aos 5 V e 100 mA!** Esses valores serviram para o circuito mostrado no vídeo e **não devem ser utilizados como padrão para qualquer placa**. Antes de fazer a injeção, é preciso conhecer a linha que está sendo analisada. 🔹 Em uma linha de **1,2 V, 1,8 V ou 3,3 V**, por exemplo, aplicar diretamente 5 V pode danificar componentes. 🔹 Em linhas que alimentam **microcontroladores, memórias, processadores e circuitos sensíveis**, comece com tensão baixa e limite de corrente reduzido. 🔹 Em linhas de maior potência, pode ser necessário aumentar gradualmente o limite de corrente para produzir uma queda de tensão suficientemente mensurável. 🔹 Se o curto estiver em uma linha que normalmente trabalha com tensão elevada, isso **não significa que devemos injetar a tensão nominal da linha**. Para rastrear o curto, geralmente basta uma tensão muito menor. A ideia é simples: **Use a menor tensão e corrente capazes de produzir uma queda de tensão mensurável, sem ultrapassar os limites seguros dos componentes conectados àquela linha.** E nunca injete tensão sem antes entender **onde aquela trilha chega e quais componentes estão conectados a ela**. 🔧 O método Kelvin transforma pequenas quedas de tensão nas próprias trilhas da placa em pistas para chegar até o componente em curto.

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