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Hưng Thạnh Chợ Sỉ Q5
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thaivuduy78
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thaivuduy78
Hoàng thái 79 :
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CARTA ABERTA ÀS MÃES ENLUTADAS Hoje eu quero falar com você, mãe que perdeu um filho. Porque uma mãe nunca planeja o velório de um filho. A gente planeja a vida inteira dele. A gente sonha desde o momento em que descobre que está gerando aquela vida. A gente imagina os primeiros passos… a primeira palavra… a primeira papinha… o primeiro dia na escola. A gente leva, busca, cuida, ensina, protege… E, acima de tudo, a gente torce. Torçe para ver o filho crescer. Terminar os estudos. Fazer uma faculdade. Trabalhar. Namorar. Casar. A gente sonha em ver o nosso filho construir a própria família. Sonha em conhecer os nossos netos. A gente faz tantos planos… Mas existe uma coisa que uma mãe nunca coloca nos planos: enterrar o próprio filho. E quando isso acontece, parece que alguém pega todos os sonhos que a gente tinha para aquele filho e simplesmente interrompe tudo. E dizem: “Vai passar.” “Você é forte.” “Você vai conseguir.” “Com o tempo você vai ficar bem.” Eu sei que as pessoas falam isso porque nos amam. Porque querem nos ver de pé. Mas elas não sabem… A gente não fica bem. A gente aprende a continuar. E continuar é diferente de ficar bem. Eu perdi meu filho há oito meses. E oito meses depois, a saudade continua doendo. Porque quando uma mãe perde um filho, ela não perde apenas o filho que tinha. Ela perde também todos os filhos que ele ainda iria ser. O homem que ele seria. A família que ele poderia construir. Os filhos que ele poderia ter. Os momentos que a gente nunca vai viver. E existe uma dor muito grande em assistir a vida dos outros continuar. A gente vê os amigos do nosso filho crescendo… Vê eles namorando. Casando. Tendo seus filhos. Construindo suas famílias. E você olha e pensa: “Meu filho também deveria estar aqui.” Você passa na rua e encontra alguém que conhecia seu filho… E, naquele segundo, a lembrança dele vem. Uma música. Um cheiro. Uma roupa. Um lugar. Uma fotografia. Qualquer coisa pode trazer tudo de volta. Porque para o mundo, o tempo passou. Mas para uma mãe… existe um lugar dentro dela onde o tempo parou no dia em que seu filho partiu. Existe jeito para tanta coisa nessa vida. Mas não existe jeito para a morte. É como perder uma parte do próprio corpo. E mesmo que a vida tente preencher aquele espaço… Nunca será igual. Porque aquele filho era único. Aquela parte era única. E eu acredito que uma parte da mãe morre naquele dia também. Mas sabe o que é mais difícil? É que a mãe precisa continuar. Não porque ela quer. Não porque ela é forte o tempo inteiro. Mas porque ela não tem escolha. Ela precisa levantar. Precisa respirar. Precisa cuidar de quem ficou. Precisa viver dias em que, por dentro, tudo o que ela queria era parar. Então, se você é uma mãe enlutada… não tenha vergonha da sua saudade. Não tenha vergonha de chorar. Não se culpe quando um dia você sorrir. E não deixe ninguém dizer que já passou tempo demais. Você não precisa esquecer o seu filho para continuar vivendo. Você pode continuar vivendo… sem deixar de amar. Seu filho existiu. Ele foi amado. Ele deixou histórias. Deixou lembranças. E enquanto você falar dele… Enquanto você contar as histórias dele… Enquanto você disser o nome dele… ele continuará fazendo parte da sua história. Eu não sei se um dia a gente fica bem. Mas hoje eu sei de uma coisa: A gente aprende a caminhar com a saudade. Um dia de cada vez. Uma lágrima de cada vez. Uma lembrança de cada vez. E se hoje você está vivendo essa dor… eu quero que você saiba que você não está sozinha. Eu também estou aprendendo. Eu também sinto. Eu também tenho dias difíceis. E eu também estou tentando descobrir como continuar vivendo em um mundo onde meu filho não está. Mas enquanto eu puder… eu vou continuar falando dele. Porque o meu filho não é apenas a forma como ele morreu. Ele é a vida que ele viveu. E ele será amado por mim… para sempre. #luto🖤 #saudadeseternas #amordemae #cartaaberta #maedeanjo
CARTA ABERTA ÀS MÃES ENLUTADAS Hoje eu quero falar com você, mãe que perdeu um filho. Porque uma mãe nunca planeja o velório de um filho. A gente planeja a vida inteira dele. A gente sonha desde o momento em que descobre que está gerando aquela vida. A gente imagina os primeiros passos… a primeira palavra… a primeira papinha… o primeiro dia na escola. A gente leva, busca, cuida, ensina, protege… E, acima de tudo, a gente torce. Torçe para ver o filho crescer. Terminar os estudos. Fazer uma faculdade. Trabalhar. Namorar. Casar. A gente sonha em ver o nosso filho construir a própria família. Sonha em conhecer os nossos netos. A gente faz tantos planos… Mas existe uma coisa que uma mãe nunca coloca nos planos: enterrar o próprio filho. E quando isso acontece, parece que alguém pega todos os sonhos que a gente tinha para aquele filho e simplesmente interrompe tudo. E dizem: “Vai passar.” “Você é forte.” “Você vai conseguir.” “Com o tempo você vai ficar bem.” Eu sei que as pessoas falam isso porque nos amam. Porque querem nos ver de pé. Mas elas não sabem… A gente não fica bem. A gente aprende a continuar. E continuar é diferente de ficar bem. Eu perdi meu filho há oito meses. E oito meses depois, a saudade continua doendo. Porque quando uma mãe perde um filho, ela não perde apenas o filho que tinha. Ela perde também todos os filhos que ele ainda iria ser. O homem que ele seria. A família que ele poderia construir. Os filhos que ele poderia ter. Os momentos que a gente nunca vai viver. E existe uma dor muito grande em assistir a vida dos outros continuar. A gente vê os amigos do nosso filho crescendo… Vê eles namorando. Casando. Tendo seus filhos. Construindo suas famílias. E você olha e pensa: “Meu filho também deveria estar aqui.” Você passa na rua e encontra alguém que conhecia seu filho… E, naquele segundo, a lembrança dele vem. Uma música. Um cheiro. Uma roupa. Um lugar. Uma fotografia. Qualquer coisa pode trazer tudo de volta. Porque para o mundo, o tempo passou. Mas para uma mãe… existe um lugar dentro dela onde o tempo parou no dia em que seu filho partiu. Existe jeito para tanta coisa nessa vida. Mas não existe jeito para a morte. É como perder uma parte do próprio corpo. E mesmo que a vida tente preencher aquele espaço… Nunca será igual. Porque aquele filho era único. Aquela parte era única. E eu acredito que uma parte da mãe morre naquele dia também. Mas sabe o que é mais difícil? É que a mãe precisa continuar. Não porque ela quer. Não porque ela é forte o tempo inteiro. Mas porque ela não tem escolha. Ela precisa levantar. Precisa respirar. Precisa cuidar de quem ficou. Precisa viver dias em que, por dentro, tudo o que ela queria era parar. Então, se você é uma mãe enlutada… não tenha vergonha da sua saudade. Não tenha vergonha de chorar. Não se culpe quando um dia você sorrir. E não deixe ninguém dizer que já passou tempo demais. Você não precisa esquecer o seu filho para continuar vivendo. Você pode continuar vivendo… sem deixar de amar. Seu filho existiu. Ele foi amado. Ele deixou histórias. Deixou lembranças. E enquanto você falar dele… Enquanto você contar as histórias dele… Enquanto você disser o nome dele… ele continuará fazendo parte da sua história. Eu não sei se um dia a gente fica bem. Mas hoje eu sei de uma coisa: A gente aprende a caminhar com a saudade. Um dia de cada vez. Uma lágrima de cada vez. Uma lembrança de cada vez. E se hoje você está vivendo essa dor… eu quero que você saiba que você não está sozinha. Eu também estou aprendendo. Eu também sinto. Eu também tenho dias difíceis. E eu também estou tentando descobrir como continuar vivendo em um mundo onde meu filho não está. Mas enquanto eu puder… eu vou continuar falando dele. Porque o meu filho não é apenas a forma como ele morreu. Ele é a vida que ele viveu. E ele será amado por mim… para sempre. #luto🖤 #saudadeseternas #amordemae #cartaaberta #maedeanjo

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