@vejaminas: A Bienal Internacional do Livro de São Paulo notificou a Editora Fruto Proibido após vídeos com homens mascarados e interações de teor sexual dentro do estande da empresa ganharem repercussão. A organização afirmou que a ação não fazia parte da programação oficial e não havia sido autorizada pelo evento. A editora também negou ter contratado ou convidado os mascarados e disse que, inicialmente, interpretou a presença deles como uma interação espontânea com o público. Um dos envolvidos, identificado como Yuri Gagarin, afirmou por meio de seus advogados que uma das gravações havia sido combinada com uma amiga e negou acusações de natureza criminal. A Bienal reforçou que não compactua com condutas inadequadas dirigidas aos visitantes e afirmou manter o compromisso com um ambiente seguro e respeitoso. Acompanhe a matéria no nosso Site: www.vejaminas.com.br #VejaMinas #BienalDoLivro #SaoPaulo #Literatura #Brasil