@user8124046014700:

أحمد
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Friday 11 September 2026 08:48:32 GMT
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Comments

user3025732592205
🎩السكوت🦂لغة🦂الملوك🎩 :
✍️🤝🌹اجمل
2026-09-11 09:59:36
1
dy056fywbnsl
خالد السمطي :
💕💕💕💕💕💕💕💕💕💕💕💕
2026-09-11 09:31:45
1
a699406a
فراشه 🦋بلا جناح :
في حكايات الحب دائما هناك طرف يحب أكثر ويضحي اكثر ويسامح اكثر ويمنح أكثر ويسامح اكثر ويمنح أكثر وفي النهاية هو من يتالم أكثر
2026-09-11 19:27:21
0
user4948668524934
بنات قلبي :
ايه الاحساس النبيل الظريف ده ايه الحاجه الحلوه اللي لابسه القلب ده ما شاء الله تسلم وهي تسلم احساسك الحلو العالي من قلبي🥰♥️♥️
2026-09-11 15:52:55
0
a699406a
فراشه 🦋بلا جناح :
لكل شخص تعلق بما ليس له رددها يوميأ اللهم اغنني عمن اغنيته عني وهون عليا من هنت عليها ولا تجعل في قلبي حنيننا لمن هان عليه انطفاء روحي
2026-09-11 19:27:08
0
kamalsayahra
kamal :
🥰🥰🥰
2026-09-11 14:29:50
0
a699406a
فراشه 🦋بلا جناح :
🦋🦋😔😔😔
2026-09-11 19:27:30
0
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Ela não é uma cachorra fácil — e eu nunca disse que era. Minha cadela chegou até mim já com dois anos de idade. Quando ela veio para a minha vida, já carregava traumas, medos e comportamentos que provavelmente foram construídos através do manejo e das experiências que teve com outras pessoas antes de mim. Esses traumas não foram causados por mim. Ela não convive com outras fêmeas, não gosta de beijos, não gosta de crianças e não aceita facilmente pessoas ao redor. Na verdade, ela não é uma cachorra que simplesmente “gosta de todo mundo”. A única pessoa com quem ela realmente criou uma relação de confiança e respeito fui eu. Nós nos conectamos, aprendemos um com o outro e, com o tempo, passei a conhecer cada detalhe dela: suas manias, seus sinais de desconforto, suas mudanças de comportamento e até os momentos em que percebo que ela pode reagir. Por isso, eu não tento transformar minha cachorra em algo que ela não é. Eu aceitei quem ela é e aprendi a lidar com ela da maneira correta. Ela não tem contato livre com minha família e não tem contato com minha filha. Quando existe qualquer situação em que esse contato seja necessário, ela utiliza focinheira e todo o manejo é feito com extremo cuidado. Ela também permanece separada quando necessário, justamente para evitar situações de risco. Isso não significa que eu ache a agressividade algo bonito ou que esteja “passando pano” para o comportamento dela. Pelo contrário: significa reconhecer os limites do animal e assumir a responsabilidade por eles. Eu conheço essa cadela profundamente. Sei quando ela está desconfortável, sei quais situações podem desencadear uma reação, conheço suas manias, seus sinais e seus limites. E justamente por conhecer tão bem o animal que tenho, sei que responsabilidade vem antes de qualquer tentativa de provar alguma coisa. Ela tem uma rotina estabelecida de passeios, alimentação, cuidados, exercícios, manejo e descanso. Dentro dos limites dela, procuro proporcionar uma vida equilibrada, saudável e segura. Amar um animal também é entender que nem todo cachorro precisa ser sociável com todo mundo. Às vezes, amar é conhecer profundamente os limites daquele animal, respeitá-los e assumir a responsabilidade para que ele e as pessoas ao redor estejam sempre seguros.
Ela não é uma cachorra fácil — e eu nunca disse que era. Minha cadela chegou até mim já com dois anos de idade. Quando ela veio para a minha vida, já carregava traumas, medos e comportamentos que provavelmente foram construídos através do manejo e das experiências que teve com outras pessoas antes de mim. Esses traumas não foram causados por mim. Ela não convive com outras fêmeas, não gosta de beijos, não gosta de crianças e não aceita facilmente pessoas ao redor. Na verdade, ela não é uma cachorra que simplesmente “gosta de todo mundo”. A única pessoa com quem ela realmente criou uma relação de confiança e respeito fui eu. Nós nos conectamos, aprendemos um com o outro e, com o tempo, passei a conhecer cada detalhe dela: suas manias, seus sinais de desconforto, suas mudanças de comportamento e até os momentos em que percebo que ela pode reagir. Por isso, eu não tento transformar minha cachorra em algo que ela não é. Eu aceitei quem ela é e aprendi a lidar com ela da maneira correta. Ela não tem contato livre com minha família e não tem contato com minha filha. Quando existe qualquer situação em que esse contato seja necessário, ela utiliza focinheira e todo o manejo é feito com extremo cuidado. Ela também permanece separada quando necessário, justamente para evitar situações de risco. Isso não significa que eu ache a agressividade algo bonito ou que esteja “passando pano” para o comportamento dela. Pelo contrário: significa reconhecer os limites do animal e assumir a responsabilidade por eles. Eu conheço essa cadela profundamente. Sei quando ela está desconfortável, sei quais situações podem desencadear uma reação, conheço suas manias, seus sinais e seus limites. E justamente por conhecer tão bem o animal que tenho, sei que responsabilidade vem antes de qualquer tentativa de provar alguma coisa. Ela tem uma rotina estabelecida de passeios, alimentação, cuidados, exercícios, manejo e descanso. Dentro dos limites dela, procuro proporcionar uma vida equilibrada, saudável e segura. Amar um animal também é entender que nem todo cachorro precisa ser sociável com todo mundo. Às vezes, amar é conhecer profundamente os limites daquele animal, respeitá-los e assumir a responsabilidade para que ele e as pessoas ao redor estejam sempre seguros.

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