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usersjjsjsjsjjssssss
pill :
previous history is much more intriguing than anything happening now
2026-09-12 21:28:23
135
tebter84
Franz.nbg :
2026-09-14 11:19:58
34
augustuscaesar2007
𝐀𝐔𝐆𝐔𝐒𝐓𝐔𝐒𝐂𝐀𝐄𝐒𝐀𝐑 :
where is the warriors throwing weapon scene from
2026-09-11 20:19:38
15
_.carter.m
carter :
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2026-09-13 00:02:16
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kristian5474
kristian547 :
2026-09-14 20:56:19
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xinn.nq
￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ ￴ :
2026-09-18 06:33:01
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karakypshak1
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2026-09-11 17:35:04
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lschoette
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2026-09-14 04:53:25
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rosspowell48
ross :
@b1llᛉ
2026-09-16 00:43:19
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075kaan35
𓆈𝔎𝔞𝔞𝔫 𐰶𐰪 :
@WB88
2026-09-14 20:19:55
1
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Uma IA que monitora vacas pode parecer exótica até você olhar para o problema que ela tenta resolver: a mastite começa antes do primeiro sinal clínico, e a perda chega antes da decisão. A WiMilk, criada por estudantes de Goiás, combina câmeras, identificação eletrônica e modelos de visão computacional para acompanhar alimentação, descanso e movimentação. O sistema envia alertas pelo WhatsApp quando encontra mudanças no padrão de um animal. O case já tem um dado concreto: mais de 800 animais monitorados e até 92% de acurácia em um teste realizado em propriedade goiana, segundo a cobertura do AgFeed e a equipe do projeto. O dado descreve validação de campo; a equipe ainda precisa provar desempenho clínico e impacto operacional em diferentes rebanhos. A equipe venceu a categoria Green Tech & Agtech do Campus Mobile e vai usar a imersão no Vale do Silício antes de mirar a comercialização em 2027. Esse intervalo importa. A tecnologia precisa provar que o alerta chega cedo, que o produtor consegue agir e que o custo do erro não supera a perda evitada. Minha leitura é que o mérito da WiMilk está em transformar um comportamento cotidiano em sinal operacional. O desafio mais difícil será ganhar confiança no curral, onde cada falso alerta consome tempo e cada atraso custa leite, tratamento e bem-estar. Qual teste você exigiria antes de chamar uma IA de “preventiva”: acurácia, tempo de aviso ou resultado econômico na fazenda? Siga este perfil para acompanhar diariamente.
Uma IA que monitora vacas pode parecer exótica até você olhar para o problema que ela tenta resolver: a mastite começa antes do primeiro sinal clínico, e a perda chega antes da decisão. A WiMilk, criada por estudantes de Goiás, combina câmeras, identificação eletrônica e modelos de visão computacional para acompanhar alimentação, descanso e movimentação. O sistema envia alertas pelo WhatsApp quando encontra mudanças no padrão de um animal. O case já tem um dado concreto: mais de 800 animais monitorados e até 92% de acurácia em um teste realizado em propriedade goiana, segundo a cobertura do AgFeed e a equipe do projeto. O dado descreve validação de campo; a equipe ainda precisa provar desempenho clínico e impacto operacional em diferentes rebanhos. A equipe venceu a categoria Green Tech & Agtech do Campus Mobile e vai usar a imersão no Vale do Silício antes de mirar a comercialização em 2027. Esse intervalo importa. A tecnologia precisa provar que o alerta chega cedo, que o produtor consegue agir e que o custo do erro não supera a perda evitada. Minha leitura é que o mérito da WiMilk está em transformar um comportamento cotidiano em sinal operacional. O desafio mais difícil será ganhar confiança no curral, onde cada falso alerta consome tempo e cada atraso custa leite, tratamento e bem-estar. Qual teste você exigiria antes de chamar uma IA de “preventiva”: acurácia, tempo de aviso ou resultado econômico na fazenda? Siga este perfil para acompanhar diariamente.

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