@jenniereviewdoxinh: #xhuonggggg🐰 #moingaymotoutfit #thoitrangnu #duoctaitro #quangcao

Thu Hà
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Saturday 12 September 2026 13:19:18 GMT
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A vida na roça de antigamente era muito diferente da vida que conhecemos hoje. Quem viveu no interior, quem cresceu na fazenda, no sítio ou em uma pequena propriedade rural sabe que aqueles dias tinham outro ritmo. O dia começava cedo, muitas vezes antes mesmo do sol nascer, e quase tudo acontecia dentro da própria roça, no quintal, no terreiro, na cozinha ou perto da plantação. Eu lembro do café passado logo cedo, do fogão a lenha aceso, da fumaça subindo pela cozinha e daquele cheiro de café coado misturado com o cheiro da lenha queimando. Era comum ter pão, broa, bolo de fubá, queijo caseiro, leite fresco e comida feita no fogão a lenha. Era uma vida simples, de trabalho duro, mas também de muita tranquilidade e união da família. Na roça tinha galinha solta pelo terreiro, galinha caipira, pato, porco, vaca, bezerro, cavalo e às vezes até alguns animais que hoje quase não se vê mais nas propriedades. Tinha curral, galinheiro, chiqueiro, horta, pomar, paiol, roçado, plantação, cerca de madeira e aquela velha porteira na entrada da propriedade. Era comum acordar cedo para tratar dos animais, tirar leite da vaca, colocar milho para as galinhas, buscar água, cuidar da horta, capinar a terra, preparar a plantação, plantar milho, plantar mandioca, plantar arroz, plantar feijão e depois colher aquilo que a própria terra oferecia. Muita coisa que chegava na mesa vinha da própria roça. Tinha ovo caipira, leite tirado na hora, queijo fresco, manteiga caseira, mandioca, milho verde, feijão, arroz, banana, laranja, mamão, goiaba e outras frutas colhidas no próprio quintal. Não precisava ir ao mercado para comprar tudo. A terra ajudava a sustentar a família. Quem viveu no interior também deve se lembrar das ferramentas de antigamente. Enxada, foice, machado, facão, arado, carroça, peneira, monjolo, carro de boi e tantas outras coisas que faziam parte da rotina. Era muito trabalho feito com as próprias mãos, debaixo do sol, na chuva e muitas vezes com a roupa e as botas cheias de barro. E depois de um dia inteiro de serviço na roça, vinha aquele descanso merecido. Um banho, uma roupa limpa, um café passado na hora e uma conversa tranquila na varanda. Às vezes era só sentar em uma cadeira na frente de casa e ficar olhando o movimento do terreiro. Quando a noite chegava, o interior ficava silencioso. Não tinha o barulho dos carros, das buzinas e da cidade. Dava para ouvir o grilo, o sapo, o cachorro latindo longe, os animais no curral, o vento passando pelas árvores e, em noites de céu aberto, olhar para cima e ver um céu cheio de estrelas. Era uma época em que as crianças brincavam no quintal, corriam pela estrada de terra, subiam em árvores, pescavam no córrego, tomavam banho de rio e passavam o dia inteiro fora de casa. Não existia celular, internet e tanta tecnologia como existe hoje. A diversão estava nas coisas simples. Tinha pescaria, cavalgada, rodeio, festa de família, quermesse, feira, almoço de domingo, visita aos parentes e conversa na varanda. Muitas vezes uma tarde inteira era passada ouvindo histórias dos mais velhos, lembrando casos antigos e falando sobre a vida. A roça também ensinava valores. Ensinava a trabalhar desde cedo, respeitar os pais e os mais velhos, cuidar dos animais, economizar, não desperdiçar comida e valorizar aquilo que era conquistado com esforço. O homem da roça sabia o valor de uma boa colheita, de uma chuva no momento certo e de uma terra bem cuidada. Hoje muita coisa mudou. A vida no campo mudou, as fazendas mudaram, as ferramentas mudaram e muitos costumes antigos praticamente desapareceram. O fogão a lenha, a carroça, o carro de boi, o paiol, a porteira de madeira, o curral antigo e aquelas longas conversas depois do jantar ficaram guardados na memória de muita gente. É só lembrar do café coado de manhã, do cheiro da lenha queimando, da galinha caipira no terreiro, do leite fresco, do queijo caseiro, da horta no quintal.#vidanaroça #cartomante #mulherdepreso #tarot #roça
A vida na roça de antigamente era muito diferente da vida que conhecemos hoje. Quem viveu no interior, quem cresceu na fazenda, no sítio ou em uma pequena propriedade rural sabe que aqueles dias tinham outro ritmo. O dia começava cedo, muitas vezes antes mesmo do sol nascer, e quase tudo acontecia dentro da própria roça, no quintal, no terreiro, na cozinha ou perto da plantação. Eu lembro do café passado logo cedo, do fogão a lenha aceso, da fumaça subindo pela cozinha e daquele cheiro de café coado misturado com o cheiro da lenha queimando. Era comum ter pão, broa, bolo de fubá, queijo caseiro, leite fresco e comida feita no fogão a lenha. Era uma vida simples, de trabalho duro, mas também de muita tranquilidade e união da família. Na roça tinha galinha solta pelo terreiro, galinha caipira, pato, porco, vaca, bezerro, cavalo e às vezes até alguns animais que hoje quase não se vê mais nas propriedades. Tinha curral, galinheiro, chiqueiro, horta, pomar, paiol, roçado, plantação, cerca de madeira e aquela velha porteira na entrada da propriedade. Era comum acordar cedo para tratar dos animais, tirar leite da vaca, colocar milho para as galinhas, buscar água, cuidar da horta, capinar a terra, preparar a plantação, plantar milho, plantar mandioca, plantar arroz, plantar feijão e depois colher aquilo que a própria terra oferecia. Muita coisa que chegava na mesa vinha da própria roça. Tinha ovo caipira, leite tirado na hora, queijo fresco, manteiga caseira, mandioca, milho verde, feijão, arroz, banana, laranja, mamão, goiaba e outras frutas colhidas no próprio quintal. Não precisava ir ao mercado para comprar tudo. A terra ajudava a sustentar a família. Quem viveu no interior também deve se lembrar das ferramentas de antigamente. Enxada, foice, machado, facão, arado, carroça, peneira, monjolo, carro de boi e tantas outras coisas que faziam parte da rotina. Era muito trabalho feito com as próprias mãos, debaixo do sol, na chuva e muitas vezes com a roupa e as botas cheias de barro. E depois de um dia inteiro de serviço na roça, vinha aquele descanso merecido. Um banho, uma roupa limpa, um café passado na hora e uma conversa tranquila na varanda. Às vezes era só sentar em uma cadeira na frente de casa e ficar olhando o movimento do terreiro. Quando a noite chegava, o interior ficava silencioso. Não tinha o barulho dos carros, das buzinas e da cidade. Dava para ouvir o grilo, o sapo, o cachorro latindo longe, os animais no curral, o vento passando pelas árvores e, em noites de céu aberto, olhar para cima e ver um céu cheio de estrelas. Era uma época em que as crianças brincavam no quintal, corriam pela estrada de terra, subiam em árvores, pescavam no córrego, tomavam banho de rio e passavam o dia inteiro fora de casa. Não existia celular, internet e tanta tecnologia como existe hoje. A diversão estava nas coisas simples. Tinha pescaria, cavalgada, rodeio, festa de família, quermesse, feira, almoço de domingo, visita aos parentes e conversa na varanda. Muitas vezes uma tarde inteira era passada ouvindo histórias dos mais velhos, lembrando casos antigos e falando sobre a vida. A roça também ensinava valores. Ensinava a trabalhar desde cedo, respeitar os pais e os mais velhos, cuidar dos animais, economizar, não desperdiçar comida e valorizar aquilo que era conquistado com esforço. O homem da roça sabia o valor de uma boa colheita, de uma chuva no momento certo e de uma terra bem cuidada. Hoje muita coisa mudou. A vida no campo mudou, as fazendas mudaram, as ferramentas mudaram e muitos costumes antigos praticamente desapareceram. O fogão a lenha, a carroça, o carro de boi, o paiol, a porteira de madeira, o curral antigo e aquelas longas conversas depois do jantar ficaram guardados na memória de muita gente. É só lembrar do café coado de manhã, do cheiro da lenha queimando, da galinha caipira no terreiro, do leite fresco, do queijo caseiro, da horta no quintal.#vidanaroça #cartomante #mulherdepreso #tarot #roça

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