@chartty.tx: ลิปกลอสกระจก Carslan สวยมาก!! #คาร์สลาน#Carslanลิปกลอสกระจก#รีวิวบิวตี้

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Monday 14 September 2026 12:00:00 GMT
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Um homem de jaqueta de couro, sentado numa cadeira, diz que o dinheiro vai deixar de fazer sentido em dez anos. Do outro lado, a editora-chefe da The Economist não engole. A entrevista é de 23 de julho de 2026, gravada na fábrica da Tesla no Texas. Quem pergunta é Zanny Minton Beddoes. O raciocínio dele cabe em duas frases: você quer dinheiro para comprar bens e serviços; se os robôs entregarem mais do que qualquer pessoa consegue consumir, o dinheiro perde a função. Ela empurra. E imposto maior sobre o capital, para bancar uma renda universal? Ele responde que o Tesouro deveria só emitir cheques. Ela rebate que cheque sem lastro vira inflação. Ele prevê o contrário: se a produção crescer mais rápido que o dinheiro criado, o problema vai ser deflação. Abundância resolve o que dá para fabricar em série. Celular e roupa podem ficar quase de graça. Terreno com vista para o mar, vaga na faculdade boa, energia para rodar esses robôs e a atenção das pessoas continuam limitados. E o que é limitado tem preço. Ela mesma diz na entrevista que ele pode estar certo sobre a deflação. O que ela não compra é o caminho até lá, saindo de um mundo polarizado e com medo. Some a isso que as datas do Musk costumam chegar depois do combinado. Pela Forbes, o patrimônio do Musk bateu 1,45 trilhão de dólares em 16 de junho e caiu para 725 bilhões em 27 de julho, metade em pouco mais de um mês, puxado pela queda da SpaceX depois do IPO. É papel, não é dinheiro no bolso. Mas quem avisa que o dinheiro vai parar de importar tem o próprio tamanho medido em dólar. Você acredita nessa data de 2036? 🎥 @theeconomist #ElonMusk #Economia #IA
Um homem de jaqueta de couro, sentado numa cadeira, diz que o dinheiro vai deixar de fazer sentido em dez anos. Do outro lado, a editora-chefe da The Economist não engole. A entrevista é de 23 de julho de 2026, gravada na fábrica da Tesla no Texas. Quem pergunta é Zanny Minton Beddoes. O raciocínio dele cabe em duas frases: você quer dinheiro para comprar bens e serviços; se os robôs entregarem mais do que qualquer pessoa consegue consumir, o dinheiro perde a função. Ela empurra. E imposto maior sobre o capital, para bancar uma renda universal? Ele responde que o Tesouro deveria só emitir cheques. Ela rebate que cheque sem lastro vira inflação. Ele prevê o contrário: se a produção crescer mais rápido que o dinheiro criado, o problema vai ser deflação. Abundância resolve o que dá para fabricar em série. Celular e roupa podem ficar quase de graça. Terreno com vista para o mar, vaga na faculdade boa, energia para rodar esses robôs e a atenção das pessoas continuam limitados. E o que é limitado tem preço. Ela mesma diz na entrevista que ele pode estar certo sobre a deflação. O que ela não compra é o caminho até lá, saindo de um mundo polarizado e com medo. Some a isso que as datas do Musk costumam chegar depois do combinado. Pela Forbes, o patrimônio do Musk bateu 1,45 trilhão de dólares em 16 de junho e caiu para 725 bilhões em 27 de julho, metade em pouco mais de um mês, puxado pela queda da SpaceX depois do IPO. É papel, não é dinheiro no bolso. Mas quem avisa que o dinheiro vai parar de importar tem o próprio tamanho medido em dólar. Você acredita nessa data de 2036? 🎥 @theeconomist #ElonMusk #Economia #IA

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