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➡️ O presidente Luiz Inácio #Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (12/10) que o #governo precisa encontrar formas de baratear os #alimentos. Segundo o petista, a #população “tem razão” em reclamar dos preços. “Eu acho que o povo tem razão de dizer: ‘Olha, estão caras as coisas’. E nós vamos ter que encontrar um jeito de fazer com que as coisas fiquem baratas. Não tem meia conversa nisso”, afirmou após participar de missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida no Alvorada. Em meio à disputa do segundo turno, o petista também defendeu as medidas adotadas pelo governo para tentar conter a inflação, especialmente os subsídios aos combustíveis. O presidente disse que o objetivo do governo é aumentar o poder de compra dos brasileiros. “Nós queremos que o povo possa ganhar mais e, com o salário que ele ganha, comprar mais cesta básica. Nós já fizemos isso e a gente pode fazer outra vez”, acrescentou. A declaração ocorre em um momento de nova pressão sobre os preços. O IPCA, considerado a inflação oficial do país, avançou 0,82% em setembro e acumula alta de 4,58% em 12 meses, segundo o IBGE. O resultado ficou acima do teto de 4,5% da meta de inflação. Os alimentos voltaram a subir depois de três meses consecutivos de queda. O grupo alimentação e bebidas teve alta de 0,83% em setembro, enquanto a alimentação no domicílio avançou 0,96%. Entre os produtos que mais encareceram estão tomate, batata-inglesa e cebola. Lula, no entanto, comparou o desempenho dos preços dos alimentos durante seu mandato com o do governo anterior. Segundo o presidente, a inflação acumulada dos alimentos teria ultrapassado 56% nos quatro anos anteriores e ficado em cerca de 13% durante seu atual governo. “Nós encontramos o país com uma inflação de alimentos de mais de 56% nos quatro anos do governo passado. Nós reduzimos, no nosso governo, para 13% a inflação de alimentos dos quatro anos. E eu acho que ainda está caro”, disse. #Metrópoles  🤳Metrópoles
➡️ O presidente Luiz Inácio #Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (12/10) que o #governo precisa encontrar formas de baratear os #alimentos. Segundo o petista, a #população “tem razão” em reclamar dos preços. “Eu acho que o povo tem razão de dizer: ‘Olha, estão caras as coisas’. E nós vamos ter que encontrar um jeito de fazer com que as coisas fiquem baratas. Não tem meia conversa nisso”, afirmou após participar de missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida no Alvorada. Em meio à disputa do segundo turno, o petista também defendeu as medidas adotadas pelo governo para tentar conter a inflação, especialmente os subsídios aos combustíveis. O presidente disse que o objetivo do governo é aumentar o poder de compra dos brasileiros. “Nós queremos que o povo possa ganhar mais e, com o salário que ele ganha, comprar mais cesta básica. Nós já fizemos isso e a gente pode fazer outra vez”, acrescentou. A declaração ocorre em um momento de nova pressão sobre os preços. O IPCA, considerado a inflação oficial do país, avançou 0,82% em setembro e acumula alta de 4,58% em 12 meses, segundo o IBGE. O resultado ficou acima do teto de 4,5% da meta de inflação. Os alimentos voltaram a subir depois de três meses consecutivos de queda. O grupo alimentação e bebidas teve alta de 0,83% em setembro, enquanto a alimentação no domicílio avançou 0,96%. Entre os produtos que mais encareceram estão tomate, batata-inglesa e cebola. Lula, no entanto, comparou o desempenho dos preços dos alimentos durante seu mandato com o do governo anterior. Segundo o presidente, a inflação acumulada dos alimentos teria ultrapassado 56% nos quatro anos anteriores e ficado em cerca de 13% durante seu atual governo. “Nós encontramos o país com uma inflação de alimentos de mais de 56% nos quatro anos do governo passado. Nós reduzimos, no nosso governo, para 13% a inflação de alimentos dos quatro anos. E eu acho que ainda está caro”, disse. #Metrópoles 🤳Metrópoles

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