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“ Quanto mais você treina, mais você pode comer. Quanto mais músculo você tem, mais você pode comer. “ Essa frase tem fundamento científico, mas precisa ser entendida da forma correta. A prática regular de musculação aumenta o gasto energético da atividade física e favorece o ganho de massa muscular. Como o músculo é um tecido metabolicamente ativo, um aumento da massa magra eleva o gasto energético diário, embora esse efeito em repouso seja mais modesto do que muitas pessoas imaginam. Além disso, quem tem mais massa muscular costuma ser mais forte, consegue treinar com maior volume e intensidade e, consequentemente, gasta mais energia durante as sessões de treino. Somado ao aumento da atividade física ao longo da semana, isso permite uma ingestão calórica maior sem necessariamente ocorrer ganho de gordura. É por isso que pessoas com boa quantidade de massa muscular e uma rotina consistente de treinos geralmente têm maior flexibilidade alimentar do que pessoas sedentárias. Não porque o músculo “queime milhares de calorias” em repouso, mas porque existe um conjunto de adaptações fisiológicas que aumenta o gasto energético total e melhora o particionamento dos nutrientes. Por isso, o objetivo não deve ser apenas perder peso. Construir massa muscular é um dos maiores investimentos que você pode fazer para a saúde metabólica e para facilitar a manutenção do peso no longo prazo. Nenhuma informação desta publicação substitui uma avaliação e um acompanhamento individualizado com um nutricionista. Referências: 📚 1. Wolfe RR. The underappreciated role of muscle in health and disease. American Journal of Clinical Nutrition. 2006. 2. Morton RW, Colenso-Semple L, Phillips SM. Training for Strength and Hypertrophy: An Evidence-Based Approach. Current Opinion in Physiology. 2019. 3. Speakman JR, Westerterp KR. Associations between fat-free mass and energy expenditure: a systematic review. Obesity Reviews. 2010.
“ Quanto mais você treina, mais você pode comer. Quanto mais músculo você tem, mais você pode comer. “ Essa frase tem fundamento científico, mas precisa ser entendida da forma correta. A prática regular de musculação aumenta o gasto energético da atividade física e favorece o ganho de massa muscular. Como o músculo é um tecido metabolicamente ativo, um aumento da massa magra eleva o gasto energético diário, embora esse efeito em repouso seja mais modesto do que muitas pessoas imaginam. Além disso, quem tem mais massa muscular costuma ser mais forte, consegue treinar com maior volume e intensidade e, consequentemente, gasta mais energia durante as sessões de treino. Somado ao aumento da atividade física ao longo da semana, isso permite uma ingestão calórica maior sem necessariamente ocorrer ganho de gordura. É por isso que pessoas com boa quantidade de massa muscular e uma rotina consistente de treinos geralmente têm maior flexibilidade alimentar do que pessoas sedentárias. Não porque o músculo “queime milhares de calorias” em repouso, mas porque existe um conjunto de adaptações fisiológicas que aumenta o gasto energético total e melhora o particionamento dos nutrientes. Por isso, o objetivo não deve ser apenas perder peso. Construir massa muscular é um dos maiores investimentos que você pode fazer para a saúde metabólica e para facilitar a manutenção do peso no longo prazo. Nenhuma informação desta publicação substitui uma avaliação e um acompanhamento individualizado com um nutricionista. Referências: 📚 1. Wolfe RR. The underappreciated role of muscle in health and disease. American Journal of Clinical Nutrition. 2006. 2. Morton RW, Colenso-Semple L, Phillips SM. Training for Strength and Hypertrophy: An Evidence-Based Approach. Current Opinion in Physiology. 2019. 3. Speakman JR, Westerterp KR. Associations between fat-free mass and energy expenditure: a systematic review. Obesity Reviews. 2010.

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