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Depois de mais de 30 anos de espera, a tão aguardada reforma das comportas da Barragem de José Boiteux finalmente começou. A obra, considerada fundamental para reduzir os riscos de enchentes e proteger milhares de famílias do Vale do Itajaí, está sendo executada com recursos do Governo de Santa Catarina, mesmo sendo uma estrutura de responsabilidade da União. Nesta terça-feira, durante uma vistoria do governador Jorginho Mello, um grupo de indígenas realizou um protesto e apresentou novas reivindicações. Segundo informações repassadas pelo Governo do Estado, parte das lideranças defende que novas demandas sejam atendidas antes do avanço completo das obras, mantendo as negociações em andamento. O governo afirma que vem cumprindo os acordos firmados e até ampliando os benefícios previstos. O compromisso inicial era construir 20 moradias para a comunidade, mas, segundo o Estado, esse número foi ampliado para 40, além de outras melhorias que vêm sendo executadas. O episódio também reacende um debate sobre a realidade atual dessa comunidade indígena. As reivindicações apresentadas envolvem moradias de alvenaria, infraestrutura, energia elétrica e outras melhorias que refletem um modo de vida integrado à sociedade moderna. É uma realidade bastante diferente da que muitos imaginam quando pensam na cultura indígena tradicional. Ao mesmo tempo, chama a atenção o fato de uma obra considerada essencial para a segurança de milhares de catarinenses continuar cercada por novos impasses. A barragem foi inaugurada em 1992 e, desde então, nunca havia recebido uma reforma completa nas comportas. Para muitos moradores da região, a prioridade é garantir que essa intervenção finalmente seja concluída, reduzindo o risco de novas tragédias provocadas pelas enchentes. O direito de reivindicar melhorias faz parte de qualquer negociação. Mas também é natural que a população questione até que ponto uma obra voltada à proteção de vidas deve continuar dependendo de acordos paralelos para avançar. Afinal, quando o assunto é prevenção de enchentes, o benefício não é para um grupo específico, mas para milhares de famílias catarinenses que convivem há décadas com o medo das cheias.
Depois de mais de 30 anos de espera, a tão aguardada reforma das comportas da Barragem de José Boiteux finalmente começou. A obra, considerada fundamental para reduzir os riscos de enchentes e proteger milhares de famílias do Vale do Itajaí, está sendo executada com recursos do Governo de Santa Catarina, mesmo sendo uma estrutura de responsabilidade da União. Nesta terça-feira, durante uma vistoria do governador Jorginho Mello, um grupo de indígenas realizou um protesto e apresentou novas reivindicações. Segundo informações repassadas pelo Governo do Estado, parte das lideranças defende que novas demandas sejam atendidas antes do avanço completo das obras, mantendo as negociações em andamento. O governo afirma que vem cumprindo os acordos firmados e até ampliando os benefícios previstos. O compromisso inicial era construir 20 moradias para a comunidade, mas, segundo o Estado, esse número foi ampliado para 40, além de outras melhorias que vêm sendo executadas. O episódio também reacende um debate sobre a realidade atual dessa comunidade indígena. As reivindicações apresentadas envolvem moradias de alvenaria, infraestrutura, energia elétrica e outras melhorias que refletem um modo de vida integrado à sociedade moderna. É uma realidade bastante diferente da que muitos imaginam quando pensam na cultura indígena tradicional. Ao mesmo tempo, chama a atenção o fato de uma obra considerada essencial para a segurança de milhares de catarinenses continuar cercada por novos impasses. A barragem foi inaugurada em 1992 e, desde então, nunca havia recebido uma reforma completa nas comportas. Para muitos moradores da região, a prioridade é garantir que essa intervenção finalmente seja concluída, reduzindo o risco de novas tragédias provocadas pelas enchentes. O direito de reivindicar melhorias faz parte de qualquer negociação. Mas também é natural que a população questione até que ponto uma obra voltada à proteção de vidas deve continuar dependendo de acordos paralelos para avançar. Afinal, quando o assunto é prevenção de enchentes, o benefício não é para um grupo específico, mas para milhares de famílias catarinenses que convivem há décadas com o medo das cheias.

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