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Ahmet ay
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Sunday 20 September 2026 19:12:38 GMT
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ahmet.kurt1881
world çanta cüzdan :
vallaha helal olsun harika bir maçtı beşiktaşlı olarakta kutluyorum tempoyu gördünüz mü trbzon gs maçında uykumuz gelmişti
2026-09-20 19:35:40
1
dvrim47
Devrim :
LİDERE SELAM DURUN🪽🪽🪽
2026-09-20 19:31:30
0
ramozger
Ramazan Özger :
♥️♥️♥️♥️
2026-09-20 19:59:56
0
appleuser53586368
Aslan :
🔥🔥🔥🔥
2026-09-20 20:00:48
0
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A primeira sessão não é “só o começo”. Ela é, na prática, o momento mais estratégico de todo o processo terapêutico. E aqui está um ponto que muitos profissionais deixam passar: a primeira sessão não é uma sessão de psicoterapia. Ela é, antes de tudo, uma sessão de avaliação. Mas isso não significa ser fria, engessada ou excessivamente técnica. Significa que você, como terapeuta, precisa sustentar dois movimentos ao mesmo tempo: 👉 construir aliança terapêutica 👉 e conduzir uma avaliação com direção E é justamente essa combinação que aumenta e muito a adesão do paciente. Porque o paciente não precisa só se sentir acolhido. Ele precisa sentir que está em boas mãos. Isso acontece quando, ao longo da sessão, você consegue: – Compreender a queixa com clareza – Levantar hipóteses diagnósticas – Organizar minimamente uma conceitualização – E oferecer uma devolutiva que faça sentido Não precisa ser perfeito. Mas precisa ser intencional. Um erro comum é deixar a sessão totalmente solta… O paciente fala, fala, fala e o terapeuta não conduz. E aí, no final, falta o principal: clareza sobre o que está acontecendo e para onde o processo pode ir. E é isso que gera insegurança não só no terapeuta, mas no paciente também. Por outro lado, quando você conduz com sensibilidade, faz perguntas que realmente importam, organiza o que foi dito e devolve isso de forma compreensível… Você aumenta algo fundamental: a esperança do paciente em um caminho possível para resolver seus problemas. O paciente começa a perceber que existe um caminho. E isso muda completamente o engajamento. Claro, existem exceções. Pacientes muito mobilizados emocionalmente vão exigir mais acolhimento do que avaliação naquele momento. Mas, no geral, a pergunta é: você está usando a primeira sessão só para ouvir… ou para começar a construir o processo terapêutico?
A primeira sessão não é “só o começo”. Ela é, na prática, o momento mais estratégico de todo o processo terapêutico. E aqui está um ponto que muitos profissionais deixam passar: a primeira sessão não é uma sessão de psicoterapia. Ela é, antes de tudo, uma sessão de avaliação. Mas isso não significa ser fria, engessada ou excessivamente técnica. Significa que você, como terapeuta, precisa sustentar dois movimentos ao mesmo tempo: 👉 construir aliança terapêutica 👉 e conduzir uma avaliação com direção E é justamente essa combinação que aumenta e muito a adesão do paciente. Porque o paciente não precisa só se sentir acolhido. Ele precisa sentir que está em boas mãos. Isso acontece quando, ao longo da sessão, você consegue: – Compreender a queixa com clareza – Levantar hipóteses diagnósticas – Organizar minimamente uma conceitualização – E oferecer uma devolutiva que faça sentido Não precisa ser perfeito. Mas precisa ser intencional. Um erro comum é deixar a sessão totalmente solta… O paciente fala, fala, fala e o terapeuta não conduz. E aí, no final, falta o principal: clareza sobre o que está acontecendo e para onde o processo pode ir. E é isso que gera insegurança não só no terapeuta, mas no paciente também. Por outro lado, quando você conduz com sensibilidade, faz perguntas que realmente importam, organiza o que foi dito e devolve isso de forma compreensível… Você aumenta algo fundamental: a esperança do paciente em um caminho possível para resolver seus problemas. O paciente começa a perceber que existe um caminho. E isso muda completamente o engajamento. Claro, existem exceções. Pacientes muito mobilizados emocionalmente vão exigir mais acolhimento do que avaliação naquele momento. Mas, no geral, a pergunta é: você está usando a primeira sessão só para ouvir… ou para começar a construir o processo terapêutico?

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