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BURITIRANA O medo de ver a própria avó perder a mão fez essa estudante do Maranhão criar uma fórmula que foi parar nos Estados Unidos. Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, a avó de Ágatha Barbosa sustenta a casa trabalhando como costureira, mas convive com a diabetes. Para quem tem essa condição, qualquer furo de agulha no dedo pode virar um pesadelo: a má circulação dificulta a cicatrização e abre portas para infecções graves, obrigando a idosa a parar de trabalhar por semanas com medo de perder a mão. Ao ver a avó sofrer, Ágatha decidiu agir. Na escola, ela se juntou ao professor Carlos Sampaio, que tem como missão transformar alunos de bairro em cientistas. O professor já pesquisava a buritirana, uma palmeira nativa com forte potencial medicinal. Apesar da escola pública não ter laboratório nem microscópio, a falta de estrutura não virou barreira. Eles bateram na porta da Universidade Federal do Maranhão e de instituições privadas para conseguir equipamentos emprestados. Na bancada, os testes in vitro confirmaram que o extrato do óleo do fruto combate o estresse oxidativo e faz a pele ferida se regenerar com rapidez. A coragem de Ágatha correu o mundo. Depois de apresentar o projeto no Paraná, ela virou a primeira aluna de escola pública do Brasil convidada a mostrar sua pesquisa na Bulgária e nos Estados Unidos. Ágatha nunca buscou aplausos fora do país: ela só queria ver a avó segurar uma agulha sem medo. O resto foi a consequência de transformar amor em ciência. Eu sou Rafael Rodrigues, empreendedor e educador. Aqui eu mostro histórias de brasileiros que o país inteiro deveria conhecer. Segue o meu perfil para não perder o próximo vídeo.
BURITIRANA O medo de ver a própria avó perder a mão fez essa estudante do Maranhão criar uma fórmula que foi parar nos Estados Unidos. Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, a avó de Ágatha Barbosa sustenta a casa trabalhando como costureira, mas convive com a diabetes. Para quem tem essa condição, qualquer furo de agulha no dedo pode virar um pesadelo: a má circulação dificulta a cicatrização e abre portas para infecções graves, obrigando a idosa a parar de trabalhar por semanas com medo de perder a mão. Ao ver a avó sofrer, Ágatha decidiu agir. Na escola, ela se juntou ao professor Carlos Sampaio, que tem como missão transformar alunos de bairro em cientistas. O professor já pesquisava a buritirana, uma palmeira nativa com forte potencial medicinal. Apesar da escola pública não ter laboratório nem microscópio, a falta de estrutura não virou barreira. Eles bateram na porta da Universidade Federal do Maranhão e de instituições privadas para conseguir equipamentos emprestados. Na bancada, os testes in vitro confirmaram que o extrato do óleo do fruto combate o estresse oxidativo e faz a pele ferida se regenerar com rapidez. A coragem de Ágatha correu o mundo. Depois de apresentar o projeto no Paraná, ela virou a primeira aluna de escola pública do Brasil convidada a mostrar sua pesquisa na Bulgária e nos Estados Unidos. Ágatha nunca buscou aplausos fora do país: ela só queria ver a avó segurar uma agulha sem medo. O resto foi a consequência de transformar amor em ciência. Eu sou Rafael Rodrigues, empreendedor e educador. Aqui eu mostro histórias de brasileiros que o país inteiro deveria conhecer. Segue o meu perfil para não perder o próximo vídeo.

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