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Mishka-Splushka 3
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Monday 21 September 2026 08:16:31 GMT
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fraumari3
Margo 🌸 :
Как вы устроились на завод?
2026-09-21 14:54:55
0
user1354206588352
💜💜💜💜 :
Смачного вам 🤗🤗🤗🤗🤗🤗
2026-09-21 17:17:08
0
natali67674
Natali67 :
❤️❤️❤️
2026-09-21 12:34:58
0
basia5726
Basia :
Приятного!А у нас котлеты,пирожки с картошкой и суп!❤️
2026-09-22 06:29:01
0
basia5726
Basia :
❤️❤️❤️❤️❤️❤️
2026-09-22 06:27:59
0
user8169516134955
Старая пахлава :
👍👍🔥
2026-09-22 10:27:40
0
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Gabriela Muratt, de apenas 13 anos, vivia em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, junto com sua família. Ela era descrita como uma adolescente inteligente, comunicativa e cheia de talentos.  Aluna da oitava série, destacava-se como uma das melhores jogadoras de vôlei da escola e também tinha grande interesse por música, paixão que levou seus pais a matriculá-la em aulas de piano. Foi nesse ambiente que ela conheceu o professor Marcos Maronez Júnior, de 31 anos.  Com o passar do tempo, a relação entre os dois ultrapassou os limites da sala de aula.  Eles passaram a trocar mensagens com frequência e criaram um vínculo cada vez mais próximo. Na escola, Gabriela chegou a comentar com amigos que estava apaixonada pelo professor, mas a situação não foi levada a sério. Aos poucos, no entanto, seu comportamento mudou, ela se tornou mais reservada e começou a se afastar das pessoas ao redor. A situação se agravou quando a adolescente confidenciou a um colega que pretendia fugir com Marcos. Preocupado, o amigo contou aos pais de Gabriela, que imediatamente tomaram medidas para impedir o contato entre os dois.  Ela foi retirada das aulas de música, ficou sem celular e passou a ser acompanhada de perto pela família, que também buscou ajuda psicológica. Mesmo assim, Gabriela encontrou maneiras de manter contato com o professor, utilizando o celular de colegas para continuar trocando mensagens. No dia 17 de novembro 2006, em uma manhã de sexta-feira, a adolescente foi ao banheiro da escola e permaneceu por um longo período.  A demora chamou atenção, e sua mãe foi acionada.  Antes de deixar o local, Gabriela se despediu de uma colega com um abraço e fez um comentário do tipo “sonhei com você”, que soou como despedida.  Naquela mesma tarde, por volta das 14h, Gabriela saiu de casa sem autorização para encontrar Marcos. Os dois foram até um motel de Porto Alegre.  Segundo relatos, a entrada da adolescente no local não foi impedida, pois não houve verificação de documentos na recepção. Eles solicitaram que fossem acordados na manhã seguinte, por volta das 8h da manhã, mas nunca deixaram o quarto.  Diante da ausência dos dois no dia seguinte, um funcionário decidiu verificar a situação e encontrou os dois feridos, sobre a cama, em posições s*x*ais e ag*niz*ndo. Ambos apresentavam ferimentos graves na cabeça, provocados por disparos de arm*. Próximo a eles, havia bilhetes com a frase “Gabriela e Marcos estiveram aqui”. O socorro foi acionado imediatamente.  Gabriela morreu a caminho do hospital, enquanto que Marcos chegou a resistir por algumas horas, mas também não sobreviveu. No quarto, investigadores encontraram ainda mensagens deixadas pelo casal, incluindo a frase “Juntos para sempre”, escrita na parede com chocolate. Foram encontradas cartas de despedida, onde Gabriela e Marcos questionavam o motivo da sociedade não aceitar um relacionamento entre eles. O caso foi tratado pelas autoridades como um duplo su*c*d!0. Marcos era separado e tinha dois filhos. Informações posteriores apontaram que ele já havia passado por acompanhamento psiquiátrico. A relação entre um adulto e uma menor de idade, no entanto, gerou forte repercussão e levantou debates sobre ab*s0, responsabilidade e saúde mental.  Tanto a família de Marcos como a de Gabriela nunca apoiaram o
Gabriela Muratt, de apenas 13 anos, vivia em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, junto com sua família. Ela era descrita como uma adolescente inteligente, comunicativa e cheia de talentos. Aluna da oitava série, destacava-se como uma das melhores jogadoras de vôlei da escola e também tinha grande interesse por música, paixão que levou seus pais a matriculá-la em aulas de piano. Foi nesse ambiente que ela conheceu o professor Marcos Maronez Júnior, de 31 anos. Com o passar do tempo, a relação entre os dois ultrapassou os limites da sala de aula. Eles passaram a trocar mensagens com frequência e criaram um vínculo cada vez mais próximo. Na escola, Gabriela chegou a comentar com amigos que estava apaixonada pelo professor, mas a situação não foi levada a sério. Aos poucos, no entanto, seu comportamento mudou, ela se tornou mais reservada e começou a se afastar das pessoas ao redor. A situação se agravou quando a adolescente confidenciou a um colega que pretendia fugir com Marcos. Preocupado, o amigo contou aos pais de Gabriela, que imediatamente tomaram medidas para impedir o contato entre os dois. Ela foi retirada das aulas de música, ficou sem celular e passou a ser acompanhada de perto pela família, que também buscou ajuda psicológica. Mesmo assim, Gabriela encontrou maneiras de manter contato com o professor, utilizando o celular de colegas para continuar trocando mensagens. No dia 17 de novembro 2006, em uma manhã de sexta-feira, a adolescente foi ao banheiro da escola e permaneceu por um longo período. A demora chamou atenção, e sua mãe foi acionada. Antes de deixar o local, Gabriela se despediu de uma colega com um abraço e fez um comentário do tipo “sonhei com você”, que soou como despedida. Naquela mesma tarde, por volta das 14h, Gabriela saiu de casa sem autorização para encontrar Marcos. Os dois foram até um motel de Porto Alegre. Segundo relatos, a entrada da adolescente no local não foi impedida, pois não houve verificação de documentos na recepção. Eles solicitaram que fossem acordados na manhã seguinte, por volta das 8h da manhã, mas nunca deixaram o quarto. Diante da ausência dos dois no dia seguinte, um funcionário decidiu verificar a situação e encontrou os dois feridos, sobre a cama, em posições s*x*ais e ag*niz*ndo. Ambos apresentavam ferimentos graves na cabeça, provocados por disparos de arm*. Próximo a eles, havia bilhetes com a frase “Gabriela e Marcos estiveram aqui”. O socorro foi acionado imediatamente. Gabriela morreu a caminho do hospital, enquanto que Marcos chegou a resistir por algumas horas, mas também não sobreviveu. No quarto, investigadores encontraram ainda mensagens deixadas pelo casal, incluindo a frase “Juntos para sempre”, escrita na parede com chocolate. Foram encontradas cartas de despedida, onde Gabriela e Marcos questionavam o motivo da sociedade não aceitar um relacionamento entre eles. O caso foi tratado pelas autoridades como um duplo su*c*d!0. Marcos era separado e tinha dois filhos. Informações posteriores apontaram que ele já havia passado por acompanhamento psiquiátrico. A relação entre um adulto e uma menor de idade, no entanto, gerou forte repercussão e levantou debates sobre ab*s0, responsabilidade e saúde mental. Tanto a família de Marcos como a de Gabriela nunca apoiaram o "relacionamento" entre os dois. De acordo com a família de Marcos, ele já havia se consultado com psiquiatras diversas vezes, profissionais estes que consideram o crime como uma psicose. A investigação da época acredita que os dois fizeram uma espécie de “pacto”, para ficarem juntos após a morte. #casosreais #crimesreais

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