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Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, avisou a dirigentes do Centrão que não pretende apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados nem de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado a partir de 2027. A informação foi publicada pela CNN Brasil nesta segunda-feira, 12 de outubro, em apuração da jornalista Tainá Falcão. A sinalização ocorreu durante negociações políticas que aproximaram União Brasil, PP e Republicanos da candidatura de Flávio no segundo turno. O senador rejeitou a construção de acordos para assegurar a permanência dos atuais presidentes das duas Casas legislativas. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, reconheceu a dificuldade de viabilizar a recondução de Hugo Motta. Ciro Nogueira, presidente do PP, indicou que pretende escolher em quais disputas pelo comando do Congresso se envolverá mais diretamente. Já Antônio Rueda, presidente do União Brasil, não teria avançado em um acordo para manter Alcolumbre no Senado. A prioridade do grupo de Flávio é a presidência do Senado, para a qual o PL defende o nome de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial. Na Câmara, a estratégia é permitir que o Centrão discuta alternativas a Hugo Motta, mas com influência da bancada do PL. O partido elegeu 121 deputados e terá 28 senadores a partir de fevereiro de 2027. Embora esses números ampliem seu peso nas negociações, a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado depende da formação de maiorias parlamentares. A resistência a Alcolumbre está relacionada, entre outros fatores, à falta de andamento de pedidos de impeachment contra ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes. Motta, por sua vez, enfrentou desgastes com o PL por não pautar a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e por ter feito campanha para Lula na Paraíba.#política #noticias
Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, avisou a dirigentes do Centrão que não pretende apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados nem de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado a partir de 2027. A informação foi publicada pela CNN Brasil nesta segunda-feira, 12 de outubro, em apuração da jornalista Tainá Falcão. A sinalização ocorreu durante negociações políticas que aproximaram União Brasil, PP e Republicanos da candidatura de Flávio no segundo turno. O senador rejeitou a construção de acordos para assegurar a permanência dos atuais presidentes das duas Casas legislativas. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, reconheceu a dificuldade de viabilizar a recondução de Hugo Motta. Ciro Nogueira, presidente do PP, indicou que pretende escolher em quais disputas pelo comando do Congresso se envolverá mais diretamente. Já Antônio Rueda, presidente do União Brasil, não teria avançado em um acordo para manter Alcolumbre no Senado. A prioridade do grupo de Flávio é a presidência do Senado, para a qual o PL defende o nome de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial. Na Câmara, a estratégia é permitir que o Centrão discuta alternativas a Hugo Motta, mas com influência da bancada do PL. O partido elegeu 121 deputados e terá 28 senadores a partir de fevereiro de 2027. Embora esses números ampliem seu peso nas negociações, a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado depende da formação de maiorias parlamentares. A resistência a Alcolumbre está relacionada, entre outros fatores, à falta de andamento de pedidos de impeachment contra ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes. Motta, por sua vez, enfrentou desgastes com o PL por não pautar a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e por ter feito campanha para Lula na Paraíba.#política #noticias

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