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A sua fissura por doce não é falta de força de vontade.  É abstinência. O carboidrato e o doce, que o teu corpo transforma em açúcar, acendem no cérebro os mesmos botões de recompensa que uma droga acende. E isso não é força de expressão. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Bordeaux, na França, deram a ratos a escolha entre água adoçada e cocaína. 94% ficaram com o doce e até os ratos que já eram viciados em cocaína largaram a droga pela doçura. E teve mais: eles refizeram o teste trocando o adoçante por açúcar de verdade, e deu o mesmo resultado. Ou seja, não era um truque do adoçante(era a doçura em si).  A explicação deles é simples: o nosso cérebro foi moldado num mundo que quase não tinha açúcar, então ele não tem freio pra quantidade que a gente come hoje. O corpo aprende a viver disso e fica dependente. E, como todo dependente, ele não percebe que está preso. O corpo do diabético é o retrato disso: tão acostumado a viver afogado em açúcar que já não sabe funcionar sem ele.  Tenta cortar o carboidrato e vem a abstinência: irritação, tontura, fraqueza, aquela fissura que aperta no fim da tarde. Ai a pessoa se culpa, se acha fraca. Não é. É só o açúcar indo embora. E aquela célula que você viu no vídeo, acesa no exame? É esse mesmo vício levado ao extremo - tão viciada que esqueceu como queimar outra coisa. A ironia é essa: o mesmo açúcar que deixa a doença forte é o que te deixa cansado, inchado e com fome o tempo todo.  A saída nunca foi se cobrar mais forte. É reensinar o corpo a queimar a própria gordura:e cortar a dependência na raiz. Se você é diabético, o caminho é melhorar a sua resistência à insulina: diminuir o carboidrato e voltar a comer comida de verdade.  É começar a entender como o teu próprio corpo funciona. Comenta JEJUM que eu te mostro o caminho.
A sua fissura por doce não é falta de força de vontade. É abstinência. O carboidrato e o doce, que o teu corpo transforma em açúcar, acendem no cérebro os mesmos botões de recompensa que uma droga acende. E isso não é força de expressão. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Bordeaux, na França, deram a ratos a escolha entre água adoçada e cocaína. 94% ficaram com o doce e até os ratos que já eram viciados em cocaína largaram a droga pela doçura. E teve mais: eles refizeram o teste trocando o adoçante por açúcar de verdade, e deu o mesmo resultado. Ou seja, não era um truque do adoçante(era a doçura em si). A explicação deles é simples: o nosso cérebro foi moldado num mundo que quase não tinha açúcar, então ele não tem freio pra quantidade que a gente come hoje. O corpo aprende a viver disso e fica dependente. E, como todo dependente, ele não percebe que está preso. O corpo do diabético é o retrato disso: tão acostumado a viver afogado em açúcar que já não sabe funcionar sem ele. Tenta cortar o carboidrato e vem a abstinência: irritação, tontura, fraqueza, aquela fissura que aperta no fim da tarde. Ai a pessoa se culpa, se acha fraca. Não é. É só o açúcar indo embora. E aquela célula que você viu no vídeo, acesa no exame? É esse mesmo vício levado ao extremo - tão viciada que esqueceu como queimar outra coisa. A ironia é essa: o mesmo açúcar que deixa a doença forte é o que te deixa cansado, inchado e com fome o tempo todo. A saída nunca foi se cobrar mais forte. É reensinar o corpo a queimar a própria gordura:e cortar a dependência na raiz. Se você é diabético, o caminho é melhorar a sua resistência à insulina: diminuir o carboidrato e voltar a comer comida de verdade. É começar a entender como o teu próprio corpo funciona. Comenta JEJUM que eu te mostro o caminho.

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