@getto1039: #рек #recommendations #и так, поехали. тетрадки в клеточку в ленеечку,в кружок и в перожок, 10 общих полуобщих, 3 блокнота мой дружок, пластилин и акварель. на труды сказали дрель, 3 пинала, 2 им мало, маркер где в основе гель. карандаши типо ТМ, МКС, и АКМ, класса ША и класса ДЕ, она танцует под Шаде... фломастеров наборы, 3 точилки, ластик шторы. смена ранец с порве банком. циркуль транспортин тарсанка. трафарет от А до Я. так-же ручек до х... много, шариковых, гелековых, каректора 3 беленьковых, в кисточки альбом по больше, гобки скотч салфетки Польшу. ватман тубус и картон. колоды,дракул то есть пардон ножницы гуашь доска, медицинская маска, клей Момент клей корондаш, а я-ж назвал гуашь? **вздох** Вот такая она.. первой страница списка. Если кредит одобрят.

𝕯𝖆𝖗𝖐 𝕬𝖓𝖌𝖊𝖑
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Sunday 27 September 2026 00:23:35 GMT
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Uma #mãe julgada por m4tar, mut1lar e ocultar o c4dáver de um homem que estaria abvsando de sua filha de 11 anos foi inocentada nesta terça-feira (24/3) em #MinasGerais. O 2º Tribunal do #Júri de Belo Horizonte absolveu a ré Erica Pereira da Silveira Vicente, de 42 anos, de todas as acusações. O conselho de sentença considerou a ré inocente do h0micídio qualificado, ocultação de c4dáver e corrupção de menor, crimes pelos quais ela respondia após a m0rte de Everton Amaro da Silva, ocorrida em março de 2025 no bairro Taquaril, região Leste da capital mineira. O julgamento, presidido pela juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti, começou pela manhã e terminou no fim da tarde com a absolvição por maioria de votos dos jurados. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Erica teria dopado a vítima com clonazepam, esf4queado e golpeado com um pedaço de madeira, cortado o órgão genital enquanto ele ainda estava vivo e at3ado fogo no corpo, com a ajuda de um menor de idade. O MP sustentou que o crime foi motivado por futilidade, praticado com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Durante o interrogatório, Erica contou uma versão diferente. Ela disse que conhecia Everton desde a infância e que ele frequentava sua casa. Duas semanas antes do crime, descobriu que ele enviava mensagens de cunho s3xual para sua filha, então com 11 anos. Na madrugada do dia 11 de março de 2025, acordou com a filha gritando: Everton estava em cima da menina na cama, com a calça abaixada, tentando tampar sua boca. A ré afirmou que, em reação ao flagrante de abvso, arrastou o homem até a sala, pegou uma f4ca e o esf4queou várias vezes. Depois, com a ajuda de um jovem que ouviu o barulho e entrou na casa, arrastou o corpo para uma área de m4ta próxima, onde ateou fogo. Erica negou ter dopado a vítima ou mantido relação s3xual com ele naquela noite. A defesa, feita pela Defensoria Pública, sustentou durante os debates a absolvição por legítima defesa da filha ou, alternativamente, a tese de h0micídio privilegiado (vi0lenta emoção). O júri acolheu a versão da mãe e absolveu Erica de todos os crimes. O caso gerou grande repercussão por envolver a defesa de uma criança contra abvso s3xual. A ré, que estava presa, deve ser colocada em liberdade, conforme decisão do júri.#tiktoknotícias  🤳 Material obtido pelo Metrópoles
Uma #mãe julgada por m4tar, mut1lar e ocultar o c4dáver de um homem que estaria abvsando de sua filha de 11 anos foi inocentada nesta terça-feira (24/3) em #MinasGerais. O 2º Tribunal do #Júri de Belo Horizonte absolveu a ré Erica Pereira da Silveira Vicente, de 42 anos, de todas as acusações. O conselho de sentença considerou a ré inocente do h0micídio qualificado, ocultação de c4dáver e corrupção de menor, crimes pelos quais ela respondia após a m0rte de Everton Amaro da Silva, ocorrida em março de 2025 no bairro Taquaril, região Leste da capital mineira. O julgamento, presidido pela juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti, começou pela manhã e terminou no fim da tarde com a absolvição por maioria de votos dos jurados. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Erica teria dopado a vítima com clonazepam, esf4queado e golpeado com um pedaço de madeira, cortado o órgão genital enquanto ele ainda estava vivo e at3ado fogo no corpo, com a ajuda de um menor de idade. O MP sustentou que o crime foi motivado por futilidade, praticado com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Durante o interrogatório, Erica contou uma versão diferente. Ela disse que conhecia Everton desde a infância e que ele frequentava sua casa. Duas semanas antes do crime, descobriu que ele enviava mensagens de cunho s3xual para sua filha, então com 11 anos. Na madrugada do dia 11 de março de 2025, acordou com a filha gritando: Everton estava em cima da menina na cama, com a calça abaixada, tentando tampar sua boca. A ré afirmou que, em reação ao flagrante de abvso, arrastou o homem até a sala, pegou uma f4ca e o esf4queou várias vezes. Depois, com a ajuda de um jovem que ouviu o barulho e entrou na casa, arrastou o corpo para uma área de m4ta próxima, onde ateou fogo. Erica negou ter dopado a vítima ou mantido relação s3xual com ele naquela noite. A defesa, feita pela Defensoria Pública, sustentou durante os debates a absolvição por legítima defesa da filha ou, alternativamente, a tese de h0micídio privilegiado (vi0lenta emoção). O júri acolheu a versão da mãe e absolveu Erica de todos os crimes. O caso gerou grande repercussão por envolver a defesa de uma criança contra abvso s3xual. A ré, que estava presa, deve ser colocada em liberdade, conforme decisão do júri.#tiktoknotícias 🤳 Material obtido pelo Metrópoles

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