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➡️ MADRUGADA Fazer refeições durante a #madrugada pode alterar o funcionamento do #metabolismo, desregular a produção hormonal e elevar o risco de desenvolvimento de #obesidade, #diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares, inclusive em pessoas que realizam escala de trabalho noturna. O impacto negativo ocorre porque a absorção de nutrientes, a sensibilidade à insulina e o gasto energético seguem um ciclo de 24 horas ajustado pela luz do sol, o que faz com que a mesma refeição consumida às 3h da manhã traga prejuízos metabólicos significativos que não ocorreriam se ingerida ao meio-dia, por exemplo. O endocrinologista Marcio Mancini, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), explica que a fisiologia humana opera sob a orientação de um relógio biológico central, situado no cérebro, e de relógios periféricos localizados em órgãos como o pâncreas, o fígado e o intestino. “Enquanto a luz do dia sinaliza ao organismo que é momento de gastar energia e processar nutrientes, o período noturno é programado para o descanso e a reparação das células. Ao inverter essa rotina, o indivíduo pode entrar em descompasso com a própria biologia”, reforça. O endocrinologista esclarece que, no escuro, a glândula pineal secreta a melatonina (o hormônio do sono), que induz uma resistência temporária e fisiológica à insulina. Esse mecanismo natural visa evitar quedas nas taxas de açúcar no sangue durante o jejum da noite. Por conta disso, se o indivíduo se alimenta nesse horário, o corpo não consegue processar a glicose adequadamente. Sem o suporte eficiente da insulina, o açúcar circula por mais tempo na corrente sanguínea, gerando picos de glicemia que sobrecarregam o pâncreas. Além disso, o excesso de calorias ingeridas à noite acaba estocado na forma de gordura visceral, acumulada ao redor dos órgãos abdominais. #metropoles 🤳 Metrópoles
➡️ MADRUGADA Fazer refeições durante a #madrugada pode alterar o funcionamento do #metabolismo, desregular a produção hormonal e elevar o risco de desenvolvimento de #obesidade, #diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares, inclusive em pessoas que realizam escala de trabalho noturna. O impacto negativo ocorre porque a absorção de nutrientes, a sensibilidade à insulina e o gasto energético seguem um ciclo de 24 horas ajustado pela luz do sol, o que faz com que a mesma refeição consumida às 3h da manhã traga prejuízos metabólicos significativos que não ocorreriam se ingerida ao meio-dia, por exemplo. O endocrinologista Marcio Mancini, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), explica que a fisiologia humana opera sob a orientação de um relógio biológico central, situado no cérebro, e de relógios periféricos localizados em órgãos como o pâncreas, o fígado e o intestino. “Enquanto a luz do dia sinaliza ao organismo que é momento de gastar energia e processar nutrientes, o período noturno é programado para o descanso e a reparação das células. Ao inverter essa rotina, o indivíduo pode entrar em descompasso com a própria biologia”, reforça. O endocrinologista esclarece que, no escuro, a glândula pineal secreta a melatonina (o hormônio do sono), que induz uma resistência temporária e fisiológica à insulina. Esse mecanismo natural visa evitar quedas nas taxas de açúcar no sangue durante o jejum da noite. Por conta disso, se o indivíduo se alimenta nesse horário, o corpo não consegue processar a glicose adequadamente. Sem o suporte eficiente da insulina, o açúcar circula por mais tempo na corrente sanguínea, gerando picos de glicemia que sobrecarregam o pâncreas. Além disso, o excesso de calorias ingeridas à noite acaba estocado na forma de gordura visceral, acumulada ao redor dos órgãos abdominais. #metropoles 🤳 Metrópoles

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