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il0veyous0mvch
Tez!l :
And wtf does the fox say?
2026-09-28 22:23:57
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proxy_complex
Charlie :
This is very kidpix in the school library during computer time
2026-09-29 00:46:31
5
brriunnaa_divine
☥2.0 :
I understand this
2026-09-28 23:14:50
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melancholicalien_
phia :
How I saw my brother growing up
2026-09-28 22:46:51
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420keepsmealive
E>L>L>A :
i love this
2026-09-28 22:40:52
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lasvegasn3v4d4
4TK4L KICK THE KIRKS :
True !
2026-09-28 22:10:46
2
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Um peixe-boi que apareceu na Praia do Cupe, em Ipojuca, na região de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, foi cercado por diversas pessoas e acabou virando protagonista de uma série de vídeos que repercutiram nas redes sociais neste sábado (27). Nas imagens, guias, trabalhadores e turistas aparecem ao redor do animal. Em alguns momentos, pessoas chegam a tocar e até montar no peixe-boi, enquanto ele permanece na água, aparentemente com pouco espaço para se movimentar livremente. A situação gerou críticas e denúncias nas redes sociais. Diversas pessoas questionaram a atitude de quem se aproximou e interagiu diretamente com o peixe-boi, espécie considerada em risco alto de extinção, defendendo que o animal deveria ter sido deixado livre, sem ser cercado ou manipulado. A Praia do Cupe fica no município de Ipojuca e faz parte da região turística de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos de Pernambuco. Prática é considerada crime ambiental De acordo com o Manual de Boas Práticas de Interação com Sirênios no Brasil, produzido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), é proibido tocar ou tentar tocar em qualquer espécie de sirênio (como o peixe-boi-marinho) com qualquer parte do corpo ou objeto. A ação é considerada crime ambiental pela Lei nº 9.605/1998 e o Decreto Federal nº 6.514/2008, e seu descumprimento pode resultar em detenção de seis meses a um ano, além de multas que podem ultrapassar o valor de R$ 2.500. Vídeos: Reprodução/Redes sociais #peixeboi #ipojuca #cupe
Um peixe-boi que apareceu na Praia do Cupe, em Ipojuca, na região de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, foi cercado por diversas pessoas e acabou virando protagonista de uma série de vídeos que repercutiram nas redes sociais neste sábado (27). Nas imagens, guias, trabalhadores e turistas aparecem ao redor do animal. Em alguns momentos, pessoas chegam a tocar e até montar no peixe-boi, enquanto ele permanece na água, aparentemente com pouco espaço para se movimentar livremente. A situação gerou críticas e denúncias nas redes sociais. Diversas pessoas questionaram a atitude de quem se aproximou e interagiu diretamente com o peixe-boi, espécie considerada em risco alto de extinção, defendendo que o animal deveria ter sido deixado livre, sem ser cercado ou manipulado. A Praia do Cupe fica no município de Ipojuca e faz parte da região turística de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos de Pernambuco. Prática é considerada crime ambiental De acordo com o Manual de Boas Práticas de Interação com Sirênios no Brasil, produzido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), é proibido tocar ou tentar tocar em qualquer espécie de sirênio (como o peixe-boi-marinho) com qualquer parte do corpo ou objeto. A ação é considerada crime ambiental pela Lei nº 9.605/1998 e o Decreto Federal nº 6.514/2008, e seu descumprimento pode resultar em detenção de seis meses a um ano, além de multas que podem ultrapassar o valor de R$ 2.500. Vídeos: Reprodução/Redes sociais #peixeboi #ipojuca #cupe

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