@ummu.khalid05: Ikutan jugaa ahh😅 #adabayangmu #makeup #makeuppemula

Diana Novitasari
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Tuesday 29 September 2026 10:26:34 GMT
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➡️ A 29 de setembro de 1998, na véspera do encerramento da Expo’98, o Lux Frágil abria portas em Santa Apolónia, junto ao Tejo. Idealizado por Manuel Reis, dava continuidade ao trabalho desenvolvido durante 16 anos no Frágil, no Bairro Alto, afirmando-se como um espaço onde a música se cruzava com as artes plásticas, a arquitetura e o design. Inaugurado a 15 de junho de 1982, na Rua da Atalaia, o Frágil tornou-se um ponto de encontro de músicos, artistas plásticos, atores e jornalistas. A aproximação ao Tejo começou em 1992, com a festa do décimo aniversário na antiga Fábrica da Tabaqueira, em Marvila, seguindo-se iniciativas no Armazém 22 e no Convento do Beato. Em 1996, Manuel Reis iniciou as negociações dos armazéns ribeirinhos que dariam origem ao Lux. Instalado no Armazém A do Cais da Pedra, o novo clube teve projeto arquitetónico de Margarida Grácio Nunes e Fernando Sanchez Salvador. Distribuído por três níveis, incluía duas pistas de dança, bares e um terraço com vista sobre o Tejo. A inauguração gerou grande expectativa, com convites cobiçados e uma multidão que se estendeu ao exterior. Do Frágil chegaram os DJs residentes Rui Vargas, Yen Sung e Zé Pedro Moura, aos quais se juntou DJ Vibe. Os residentes participavam na escolha dos convidados e na definição da identidade musical da casa, sendo apresentados nos flyers em pé de igualdade com os artistas convidados. Concebido também como sala de espetáculos, o Lux passou a receber concertos e apresentações de discos, utilizando o mesmo sistema de som da pista de dança. Instalações artísticas, projeções de vídeo, performances e festas temáticas reforçaram a ligação às artes plásticas, à moda e ao design. Manuel Reis morreu a 25 de março de 2018, ano em que o Lux celebrou duas décadas com a exposição «Paradisaea», apresentada no Hub Criativo do Beato, com curadoria de Fernando Brízio, dedicada à identidade visual e artística do clube. A visão de Manuel Reis, assente na música, nos concertos e na experimentação artística, marcou diferentes gerações e a história cultural de Lisboa. 📸  © Susana Pomba — convite para a inauguração do Lux Frágil (1998).  © Luísa Ferreira — fotografias do Lux Frágil. #lux #luxfrágil #luxfragil
➡️ A 29 de setembro de 1998, na véspera do encerramento da Expo’98, o Lux Frágil abria portas em Santa Apolónia, junto ao Tejo. Idealizado por Manuel Reis, dava continuidade ao trabalho desenvolvido durante 16 anos no Frágil, no Bairro Alto, afirmando-se como um espaço onde a música se cruzava com as artes plásticas, a arquitetura e o design. Inaugurado a 15 de junho de 1982, na Rua da Atalaia, o Frágil tornou-se um ponto de encontro de músicos, artistas plásticos, atores e jornalistas. A aproximação ao Tejo começou em 1992, com a festa do décimo aniversário na antiga Fábrica da Tabaqueira, em Marvila, seguindo-se iniciativas no Armazém 22 e no Convento do Beato. Em 1996, Manuel Reis iniciou as negociações dos armazéns ribeirinhos que dariam origem ao Lux. Instalado no Armazém A do Cais da Pedra, o novo clube teve projeto arquitetónico de Margarida Grácio Nunes e Fernando Sanchez Salvador. Distribuído por três níveis, incluía duas pistas de dança, bares e um terraço com vista sobre o Tejo. A inauguração gerou grande expectativa, com convites cobiçados e uma multidão que se estendeu ao exterior. Do Frágil chegaram os DJs residentes Rui Vargas, Yen Sung e Zé Pedro Moura, aos quais se juntou DJ Vibe. Os residentes participavam na escolha dos convidados e na definição da identidade musical da casa, sendo apresentados nos flyers em pé de igualdade com os artistas convidados. Concebido também como sala de espetáculos, o Lux passou a receber concertos e apresentações de discos, utilizando o mesmo sistema de som da pista de dança. Instalações artísticas, projeções de vídeo, performances e festas temáticas reforçaram a ligação às artes plásticas, à moda e ao design. Manuel Reis morreu a 25 de março de 2018, ano em que o Lux celebrou duas décadas com a exposição «Paradisaea», apresentada no Hub Criativo do Beato, com curadoria de Fernando Brízio, dedicada à identidade visual e artística do clube. A visão de Manuel Reis, assente na música, nos concertos e na experimentação artística, marcou diferentes gerações e a história cultural de Lisboa. 📸 © Susana Pomba — convite para a inauguração do Lux Frágil (1998). © Luísa Ferreira — fotografias do Lux Frágil. #lux #luxfrágil #luxfragil

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