@kadar.hb: شاب حميدو هو فنان جزائري متواضع، يتميز بأغانيه الحماسية والرومانسية. حقق شعبية كبيرة في الجزائر وخارجها. تحية خاصة له من جميع الأصدقاء والمتابعين!#Foryou #fyp #viral #trending #foryoupage❤️❤️ @Cheb Hamidou @SARAH BENNAi🇩🇿 @Phobia Isaac @cheb hamza el meryoul @Khabane lame @Mohamed Khassani @بوخشبة @TikTok MENA @TikTok

kadar HB  ✅
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Saturday 03 October 2026 19:53:53 GMT
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yakin.yakin780
𝓎𝒶𝓀𝒾𝓃 𝓎𝒶𝓀𝒾𝓃 :
2026-10-04 07:54:51
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sam.ouha1
❤️Sama❤️ :
2026-10-04 21:11:05
1
hamil.khadija
خَدِيييييييجَة :
2026-10-04 10:27:04
1
lala.mosta
Lala Mosta :
2026-10-03 20:43:35
1
opl55don
صانع السعادة 😊😛 :
[مؤثر][مؤثر][مؤثر]
2026-10-05 19:38:48
1
amal.amoula1791
الله يطلق سراحنا💔❣️💔 :
[En larmes][En larmes][En larmes][En larmes]
2026-10-04 07:58:11
1
kadar.hb
kadar HB ✅ :
[قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][وردة][وردة][وردة][وردة][وردة][وردة][وردة][وردة][وردة][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][مؤثر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][وردة][وردة][وردة][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر][قلب أحمر]
2026-10-03 19:56:05
1
dalyadalya767
داليا dal :
💘💘💘
2026-10-04 10:56:35
1
samirabenamor88
SAMIRA :
❤️❤️❤️
2026-10-05 19:24:43
1
wwwmoh4
moh moh :
😂😂😂
2026-10-07 23:30:04
1
rayanerayane286
Rayane Rayane :
[Cœur brisé][Cœur brisé]
2026-10-04 21:53:44
1
rawangr21
rawan👑💝 :
🥰🥰🥰
2026-10-06 22:58:16
1
user4749228819157
دنيا قط :
[Cœur rouge][Cœur rouge][Cœur rouge]
2026-10-03 22:08:01
2
samir953309
Samir950 :
[Larmes de joie][Larmes de joie][Larmes de joie]
2026-10-03 19:56:35
1
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Hoje eu encerro o projeto. O projeto que nasceu do amor pelos animais deficientes. Nasceu da vontade de mostrar que aqueles que ninguém queria também mereciam um lar, cuidado, dignidade e amor. Eu sou um ser humano. Eu erro. Tenho meus problemas, minhas limitações e, muitas vezes, fui mais coração do que razão. Mas também sei, com toda a certeza, que fiz o meu melhor dentro das condições que eu tinha. Sou o tipo de pessoa que ajuda sem pedir nada em troca. Sempre fui. Mas também é preciso ter hombridade para vir aqui, todos os santos meses, pedir ajuda. E eu pedi. Pedi madrinhas. Pedi padrinhos. Divulguei os laços. Os petiscos. A loja da Petz. As rifas. A campanha de 1 real. Pedi ajuda para ração, fraldas, medicamentos e tudo aquilo que mantém essas vidas de pé. E sabem o que é ter quase 50 mil pessoas acompanhando e, quando você pede ajuda, aparecerem duas… talvez quatro pessoas? Isso dói. E não é pelo dinheiro. É pela sensação de escrever para milhares e, ainda assim, ser invisível. E se vocês estão de saco cheio de me ver pedindo ajuda, já pararam para pensar que, se eu tivesse ajuda, eu não precisaria vir aqui todo mês pedir? Vocês acham que eu gosto de estar aqui pedindo? Já pararam para pensar que eu também me canso? Eu me canso de pedir. Eu me canso de explicar. Eu me canso de provar a minha vida. Eu me canso de mostrar contas, necessidades, animais, rotina. Eu me canso de limpar merda o dia inteiro. Me canso de trocar fraldas, limpar xixi, medicar, alimentar, cuidar, acordar de madrugada e, no dia seguinte, continuar como se nada tivesse acontecido. E ainda preciso vir para a internet provar que estou fazendo tudo isso. Isso também me destrói. Talvez, se fossem 30 Bulldogs de raça, a história fosse diferente. O Thor tinha padrinhos. Chegava ração. Chegavam fraldas. As pessoas se mobilizavam. Depois que o Thor se foi, tudo zerou. Mas os outros continuaram aqui. Vira-latas. Doentes. Deficientes. Idosos. Animais que também sentem dor, medo, fome, frio e abandono. Que importância eles têm? Talvez essa seja uma das perguntas mais dolorosas que eu levo comigo. Porque, infelizmente, é assim que muitas vezes funciona o ser humano: escolhe quem merece ser visto, quem merece ser ajudado, quem merece uma chance. E isso não acontece apenas na causa animal. Acontece também quando vocês escolhem quem colocar no poder. Muitas vezes escolhem pela aparência, pelo vídeo bonito, pela foto de um resgate, pelo discurso emocionante. Mas quase nunca perguntam: Para onde esse animal foi depois? Quem está cuidando dele? Quem está pagando essa conta? Quem está acordando de madrugada? Quem está limpando, medicando, trocando fraldas e segurando tudo quando ninguém mais está olhando? Muitos desses animais acabam em abrigos superlotados, nas mãos de protetoras exaustas, pessoas que já não sabem mais de onde tirar forças. E, mesmo assim, continuam. Eu também continuei. Até hoje. Mas hoje eu encerro. Não porque eu esteja cansada de cuidar deles. Eu estou cansada de sentir que estou sozinha. Cansada de pedir. Cansada de explicar. Cansada de tentar fazer com que alguém enxergue aquilo que para mim sempre foi tão óbvio: cada vida importa. Hoje eu encerro porque, depois de tanto tempo escrevendo, pedindo, explicando e tentando, percebi que muitas vezes estou falando para ninguém. E, por favor, não venham me perguntar: “E os animais, o que será deles?” Porque quando eu precisei de ajuda, quando eu pedi, quando eu implorei, quase ninguém apareceu. Para ajudar, silêncio. Mas para questionar, julgar, criticar, xingar e apontar o dedo… Aparece gente até do bueiro. Hoje eu só queria que vocês entendessem uma coisa: Eu não estou desistindo deles porque deixei de amá-los. Estou desistindo porque descobri, da forma mais dolorosa possível, que amar sozinha não é suficiente para manter um projeto inteiro de pé. Hoje, o Projeto encerra. E talvez essa seja a parte mais triste de tudo: não foi a falta de amor pelos animais que matou esse projeto. Foi a falta de mãos para segurá-lo.
Hoje eu encerro o projeto. O projeto que nasceu do amor pelos animais deficientes. Nasceu da vontade de mostrar que aqueles que ninguém queria também mereciam um lar, cuidado, dignidade e amor. Eu sou um ser humano. Eu erro. Tenho meus problemas, minhas limitações e, muitas vezes, fui mais coração do que razão. Mas também sei, com toda a certeza, que fiz o meu melhor dentro das condições que eu tinha. Sou o tipo de pessoa que ajuda sem pedir nada em troca. Sempre fui. Mas também é preciso ter hombridade para vir aqui, todos os santos meses, pedir ajuda. E eu pedi. Pedi madrinhas. Pedi padrinhos. Divulguei os laços. Os petiscos. A loja da Petz. As rifas. A campanha de 1 real. Pedi ajuda para ração, fraldas, medicamentos e tudo aquilo que mantém essas vidas de pé. E sabem o que é ter quase 50 mil pessoas acompanhando e, quando você pede ajuda, aparecerem duas… talvez quatro pessoas? Isso dói. E não é pelo dinheiro. É pela sensação de escrever para milhares e, ainda assim, ser invisível. E se vocês estão de saco cheio de me ver pedindo ajuda, já pararam para pensar que, se eu tivesse ajuda, eu não precisaria vir aqui todo mês pedir? Vocês acham que eu gosto de estar aqui pedindo? Já pararam para pensar que eu também me canso? Eu me canso de pedir. Eu me canso de explicar. Eu me canso de provar a minha vida. Eu me canso de mostrar contas, necessidades, animais, rotina. Eu me canso de limpar merda o dia inteiro. Me canso de trocar fraldas, limpar xixi, medicar, alimentar, cuidar, acordar de madrugada e, no dia seguinte, continuar como se nada tivesse acontecido. E ainda preciso vir para a internet provar que estou fazendo tudo isso. Isso também me destrói. Talvez, se fossem 30 Bulldogs de raça, a história fosse diferente. O Thor tinha padrinhos. Chegava ração. Chegavam fraldas. As pessoas se mobilizavam. Depois que o Thor se foi, tudo zerou. Mas os outros continuaram aqui. Vira-latas. Doentes. Deficientes. Idosos. Animais que também sentem dor, medo, fome, frio e abandono. Que importância eles têm? Talvez essa seja uma das perguntas mais dolorosas que eu levo comigo. Porque, infelizmente, é assim que muitas vezes funciona o ser humano: escolhe quem merece ser visto, quem merece ser ajudado, quem merece uma chance. E isso não acontece apenas na causa animal. Acontece também quando vocês escolhem quem colocar no poder. Muitas vezes escolhem pela aparência, pelo vídeo bonito, pela foto de um resgate, pelo discurso emocionante. Mas quase nunca perguntam: Para onde esse animal foi depois? Quem está cuidando dele? Quem está pagando essa conta? Quem está acordando de madrugada? Quem está limpando, medicando, trocando fraldas e segurando tudo quando ninguém mais está olhando? Muitos desses animais acabam em abrigos superlotados, nas mãos de protetoras exaustas, pessoas que já não sabem mais de onde tirar forças. E, mesmo assim, continuam. Eu também continuei. Até hoje. Mas hoje eu encerro. Não porque eu esteja cansada de cuidar deles. Eu estou cansada de sentir que estou sozinha. Cansada de pedir. Cansada de explicar. Cansada de tentar fazer com que alguém enxergue aquilo que para mim sempre foi tão óbvio: cada vida importa. Hoje eu encerro porque, depois de tanto tempo escrevendo, pedindo, explicando e tentando, percebi que muitas vezes estou falando para ninguém. E, por favor, não venham me perguntar: “E os animais, o que será deles?” Porque quando eu precisei de ajuda, quando eu pedi, quando eu implorei, quase ninguém apareceu. Para ajudar, silêncio. Mas para questionar, julgar, criticar, xingar e apontar o dedo… Aparece gente até do bueiro. Hoje eu só queria que vocês entendessem uma coisa: Eu não estou desistindo deles porque deixei de amá-los. Estou desistindo porque descobri, da forma mais dolorosa possível, que amar sozinha não é suficiente para manter um projeto inteiro de pé. Hoje, o Projeto encerra. E talvez essa seja a parte mais triste de tudo: não foi a falta de amor pelos animais que matou esse projeto. Foi a falta de mãos para segurá-lo.

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