@sh_sh28a: بلانه اومي تيفي 😂 #بلانه_كيمنك #مشاهير_تيك_توك #لايك_متابعه_حركة_الاكسبلور❤🦋explorer #الشعب_الصيني_ماله_حل😂😂

ذكريات بلانه 😂
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Monday 05 October 2026 16:58:54 GMT
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Comments

user6907576303903
أمير راموس :
خررررب يومك 😂😂😂
2026-10-05 22:01:38
27
st2o_re
THE AvENGER :
ممكن شويه توطي
2026-10-06 19:59:32
6
hamodealtaei
ال طائي :
طشرهم 😂
2026-10-06 11:56:20
7
alaameerr
الامير العراقي :
واي هههههههاااي كثرلنة عليك العباس
2026-10-05 17:10:33
7
nutella_.iraqia
🍫🍫nutella||نوتيلا :
2026-10-06 08:19:02
10
_z_a_9
عيسى🇮🇹🦅 :
ههه
2026-10-09 17:02:17
1
user3991128222657
صــــــــوفي🤍 :
2026-10-05 19:41:52
5
user8795249491475
هاشم :
ههههه هههههههههههه
2026-10-09 04:44:09
1
al_obeidi7
𝑺𝑰𝑳𝑽𝑬𝑹 :
2026-10-06 11:17:54
1
user560093190
محمود العراقي :
2026-10-05 21:41:44
3
ali_19_44
احمد السلطاني🦅 :
😂😂😂
2026-10-06 13:59:52
1
user7778262793374
مومل الشبلاوي 🦅📿 :
😂😂😂😂😂
2026-10-06 21:27:23
1
seddnori
♥️صفاء ♥️ :
2026-10-06 16:36:34
1
user4178794374228
حسن اسماعين :
2026-10-08 22:08:10
0
o.m.a.r9240
🇱🇾MA¹| O.m.a.r :
2026-10-06 14:40:37
1
.65kll
ابو عراق الخالدي🇮🇶🇦🇷 :
2026-10-06 10:37:00
0
totaq11
꩘ :
2026-10-06 01:00:05
4
ab21.fk
Abbas :
2026-10-06 15:00:26
1
user6107467196805
دليمي 🦅🇮🇶 :
😂😂
2026-10-06 15:36:03
1
useroqecpuk16g
حسن♥🫰 :
2026-10-06 15:23:20
1
krar1409
haider :
[دموع الفرح][دموع الفرح][دموع الفرح][دموع الفرح] كارثة
2026-10-07 16:12:57
1
user7474836179374
جكليته :
بلانه الحب 😂
2026-10-10 17:09:16
4
190zeyad
zeyad :
زين بقى بلانة ليش ميطلع يبث
2026-10-07 22:29:37
2
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“Quando chega a hora de fechar a conta, a promessa de proteger os mais pobres pode virar a primeira vítima da tesoura.” Bom dia, boa noite ou boa sorte — dependendo do estrago que a esquerda fez hoje. Luiz Inácio Lula da Silva construiu boa parte de sua trajetória política apresentando-se como o grande defensor dos trabalhadores, dos pobres e dos brasileiros que dependem dos serviços públicos. Mas agora surge uma pergunta incômoda: o que acontece quando o discurso da proteção social encontra a realidade das contas públicas? Segundo informações divulgadas pelo Diário360 em 26 de outubro de 2026, a equipe econômica do governo Lula estuda medidas de ajuste fiscal que podem envolver a redução de incentivos fiscais, a revisão de benefícios sociais e mudanças nas regras de cálculo dos investimentos mínimos em saúde e educação. As propostas ainda estão em avaliação. Não são cortes definitivamente aprovados. Mas a discussão já expõe uma contradição política que merece ser examinada. O DISCURSO É UMA COISA. A CONTA É OUTRA. Durante anos, Lula apresentou a proteção dos mais pobres como uma das principais justificativas de seu projeto político. A mensagem era simples: o Estado deveria amparar quem mais precisa. Mas governar não é fazer discurso em palanque. É administrar recursos limitados, estabelecer prioridades e assumir as consequências das próprias escolhas. Agora, diante da necessidade de conter despesas e cumprir metas fiscais, o governo avalia mudanças que podem atingir justamente áreas sensíveis para a população. E aqui está o ponto central: se o governo precisa rever benefícios sociais e investimentos públicos para equilibrar as contas, a sociedade tem o direito de perguntar como chegamos a essa situação e quem pagará a conta. A contradição não prova, por si só, que todas as promessas foram abandonadas. Mas coloca o discurso político diante de um teste concreto: as prioridades anunciadas serão mantidas ou serão sacrificadas para corrigir os desequilíbrios fiscais? A TESOURA CHEGA ANTES DA EXPLICAÇÃO? O ajuste fiscal pode ser necessário. Nenhum governo consegue gastar indefinidamente sem enfrentar consequências. A questão é como esse ajuste será feito. Quais despesas serão reduzidas? Quais privilégios serão revistos? Haverá cortes em benefícios, mudanças tributárias ou redução de gastos administrativos? Como serão protegidos os brasileiros que mais dependem dos serviços públicos? Essas respostas precisam aparecer antes que qualquer proposta seja transformada em lei. O governo não pode pedir confiança ilimitada enquanto discute medidas capazes de afetar a vida de milhões de pessoas. E a oposição não precisa inventar números para cobrar explicações: basta exigir transparência, prioridades claras e responsabilidade pelos resultados. A CONTRADIÇÃO QUE FICA Existe uma diferença entre prometer proteção social e conseguir financiá-la de maneira sustentável. É justamente por isso que um governo precisa apresentar planejamento, prioridades e resultados — não apenas slogans. Se Lula se apresenta como defensor dos mais vulneráveis, deve explicar como pretende equilibrar as contas sem transferir o peso do ajuste para quem tem menos condições de suportá-lo. A pergunta não é se o governo pode rever despesas. A pergunta é por que determinadas despesas precisam ser revistas, quais alternativas foram consideradas e quem será poupado ou atingido pelas decisões. Porque responsabilidade fiscal não é crueldade. E proteção social não pode ser desculpa para esconder a conta. Prometer é fácil. Governar é escolher. E escolher significa responder pelas consequências. Se os cortes avançarem, o Brasil precisará conhecer os detalhes, os números e os efeitos reais de cada medida. Até lá, a cobrança é legítima — e a propaganda política não pode substituir a prestação de contas. Quando a conta chega, a população merece saber quem tomou as decisões — e quem vai pagar por elas. #nognews #noticias #politica #lula #estilonatoeleitoral
“Quando chega a hora de fechar a conta, a promessa de proteger os mais pobres pode virar a primeira vítima da tesoura.” Bom dia, boa noite ou boa sorte — dependendo do estrago que a esquerda fez hoje. Luiz Inácio Lula da Silva construiu boa parte de sua trajetória política apresentando-se como o grande defensor dos trabalhadores, dos pobres e dos brasileiros que dependem dos serviços públicos. Mas agora surge uma pergunta incômoda: o que acontece quando o discurso da proteção social encontra a realidade das contas públicas? Segundo informações divulgadas pelo Diário360 em 26 de outubro de 2026, a equipe econômica do governo Lula estuda medidas de ajuste fiscal que podem envolver a redução de incentivos fiscais, a revisão de benefícios sociais e mudanças nas regras de cálculo dos investimentos mínimos em saúde e educação. As propostas ainda estão em avaliação. Não são cortes definitivamente aprovados. Mas a discussão já expõe uma contradição política que merece ser examinada. O DISCURSO É UMA COISA. A CONTA É OUTRA. Durante anos, Lula apresentou a proteção dos mais pobres como uma das principais justificativas de seu projeto político. A mensagem era simples: o Estado deveria amparar quem mais precisa. Mas governar não é fazer discurso em palanque. É administrar recursos limitados, estabelecer prioridades e assumir as consequências das próprias escolhas. Agora, diante da necessidade de conter despesas e cumprir metas fiscais, o governo avalia mudanças que podem atingir justamente áreas sensíveis para a população. E aqui está o ponto central: se o governo precisa rever benefícios sociais e investimentos públicos para equilibrar as contas, a sociedade tem o direito de perguntar como chegamos a essa situação e quem pagará a conta. A contradição não prova, por si só, que todas as promessas foram abandonadas. Mas coloca o discurso político diante de um teste concreto: as prioridades anunciadas serão mantidas ou serão sacrificadas para corrigir os desequilíbrios fiscais? A TESOURA CHEGA ANTES DA EXPLICAÇÃO? O ajuste fiscal pode ser necessário. Nenhum governo consegue gastar indefinidamente sem enfrentar consequências. A questão é como esse ajuste será feito. Quais despesas serão reduzidas? Quais privilégios serão revistos? Haverá cortes em benefícios, mudanças tributárias ou redução de gastos administrativos? Como serão protegidos os brasileiros que mais dependem dos serviços públicos? Essas respostas precisam aparecer antes que qualquer proposta seja transformada em lei. O governo não pode pedir confiança ilimitada enquanto discute medidas capazes de afetar a vida de milhões de pessoas. E a oposição não precisa inventar números para cobrar explicações: basta exigir transparência, prioridades claras e responsabilidade pelos resultados. A CONTRADIÇÃO QUE FICA Existe uma diferença entre prometer proteção social e conseguir financiá-la de maneira sustentável. É justamente por isso que um governo precisa apresentar planejamento, prioridades e resultados — não apenas slogans. Se Lula se apresenta como defensor dos mais vulneráveis, deve explicar como pretende equilibrar as contas sem transferir o peso do ajuste para quem tem menos condições de suportá-lo. A pergunta não é se o governo pode rever despesas. A pergunta é por que determinadas despesas precisam ser revistas, quais alternativas foram consideradas e quem será poupado ou atingido pelas decisões. Porque responsabilidade fiscal não é crueldade. E proteção social não pode ser desculpa para esconder a conta. Prometer é fácil. Governar é escolher. E escolher significa responder pelas consequências. Se os cortes avançarem, o Brasil precisará conhecer os detalhes, os números e os efeitos reais de cada medida. Até lá, a cobrança é legítima — e a propaganda política não pode substituir a prestação de contas. Quando a conta chega, a população merece saber quem tomou as decisões — e quem vai pagar por elas. #nognews #noticias #politica #lula #estilonatoeleitoral

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