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Vince.kxr
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Tuesday 06 October 2026 20:45:46 GMT
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mr.jihan..jboy
mr.jihan..jboy :
It just a pointless drama
2026-10-08 12:26:12
3
vjvasquez10
𝐋𝐏𝐂 -𝕭𝕵 𝕰𝖉𝖎𝖙𝖟 :
2026-10-09 05:17:56
0
duski.4d
𝒟₁🍃 :
🤐
2026-10-08 23:48:55
0
a12345xok.15
No BMW :
2026-10-09 05:27:16
0
trommy.ryen.aisha
💫🧣 777 🧣$ AISHA A1💎 :
🥰🥰🥰
2026-10-07 07:22:09
1
kibrom920
[°K_B°] :
@dudu🥰😋😋😋
2026-10-08 18:52:18
1
ratul.rafsan0
Ratul Rafsan :
@🇵🇭😘Jennifer _12@🥰🇸🇬
2026-10-09 07:24:51
0
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Goiás - A médica investigada por enviar mensagem orientando outros profissionais de saúde a não dar alta a “pacientes petistas” internadas na Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, foi demitida, segundo informou o hospital. A demissão ocorreu na terça-feira (6). Em nota, Marcella Segato de Sousa Melo afirmou que a mensagem enviada em um grupo privado de profissionais não se transformou em conduta inadequada e que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada por preferência política. Segundo a médica, todas as pacientes foram avaliadas e receberam alta exclusivamente de acordo com critérios clínicos. Ela também afirmou que, desde 2017, realizou milhares de partos de mulheres com diferentes origens e convicções. O caso aconteceu no dia 2 de outubro, dois dias antes das eleições do primeiro turno. Marcella, que é ginecologista e obstetra, publicou mensagens em um grupo de WhatsApp que reúne profissionais da maternidade, sugerindo que não permitissem a alta de supostos eleitores ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT). A publicação recebeu reações de 12 participantes do grupo, com emojis de risadas, sinal de positivo e bandeira do Brasil. Uma pessoa respondeu: “Combinado”. Não foi possível confirmar se algum profissional seguiu a orientação e deixou de conceder alta a alguma paciente por causa de preferência política. Segundo a assessoria da unidade, Marcella era contratada por uma empresa responsável pela prestação de serviços à organização social que administra a maternidade. O hospital afirmou que as mensagens foram enviadas em um grupo privado de médicos e representavam manifestações pessoais, sem relação com a posição institucional da unidade. Antes de ser demitida, a médica havia sido afastada das funções durante a apuração do caso. Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) disse que as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos, recebidas pelo Cremego ou das quais toma conhecimento, são apuradas e tramitam em total sigilo. Veja mais em #g1. #goiás #g1local #eleição2026 #tiktoknotícias
Goiás - A médica investigada por enviar mensagem orientando outros profissionais de saúde a não dar alta a “pacientes petistas” internadas na Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, foi demitida, segundo informou o hospital. A demissão ocorreu na terça-feira (6). Em nota, Marcella Segato de Sousa Melo afirmou que a mensagem enviada em um grupo privado de profissionais não se transformou em conduta inadequada e que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada por preferência política. Segundo a médica, todas as pacientes foram avaliadas e receberam alta exclusivamente de acordo com critérios clínicos. Ela também afirmou que, desde 2017, realizou milhares de partos de mulheres com diferentes origens e convicções. O caso aconteceu no dia 2 de outubro, dois dias antes das eleições do primeiro turno. Marcella, que é ginecologista e obstetra, publicou mensagens em um grupo de WhatsApp que reúne profissionais da maternidade, sugerindo que não permitissem a alta de supostos eleitores ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT). A publicação recebeu reações de 12 participantes do grupo, com emojis de risadas, sinal de positivo e bandeira do Brasil. Uma pessoa respondeu: “Combinado”. Não foi possível confirmar se algum profissional seguiu a orientação e deixou de conceder alta a alguma paciente por causa de preferência política. Segundo a assessoria da unidade, Marcella era contratada por uma empresa responsável pela prestação de serviços à organização social que administra a maternidade. O hospital afirmou que as mensagens foram enviadas em um grupo privado de médicos e representavam manifestações pessoais, sem relação com a posição institucional da unidade. Antes de ser demitida, a médica havia sido afastada das funções durante a apuração do caso. Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) disse que as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos, recebidas pelo Cremego ou das quais toma conhecimento, são apuradas e tramitam em total sigilo. Veja mais em #g1. #goiás #g1local #eleição2026 #tiktoknotícias

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