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Bec_ky05
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Comments

_nanalopduchucamo
hmy :
mình đừng la em nha mình
2026-10-07 01:30:30
0
vxdrix
vxdrix :
em yeu chi
2026-10-07 00:57:54
0
szyxinhius1tg
🤍 :
Thiếu 1 bông hoa nhỉ
2026-10-07 00:55:14
0
wpnghi._
za :
hẳn 9 tấm cơ à
2026-10-07 00:50:54
0
wpnghi._
za :
ai chỉ mà up z
2026-10-07 00:52:20
0
_nanalopduchucamo
hmy :
xuỵn quá c oiii
2026-10-07 01:31:07
0
_nanalopduchucamo
hmy :
nhá
2026-10-07 01:29:52
0
wpnghi._
za :
thì sao bánh bao
2026-10-07 00:52:13
0
wpnghi._
za :
chỗ này tui đi r á
2026-10-07 00:59:40
0
wpnghi._
za :
tui kỉu~~~~~
2026-10-07 00:51:03
0
_nanalopduchucamo
hmy :
xài đỡ mụn
2026-10-07 01:29:50
0
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A crueldade dirigida ao Eu: uma leitura psicanalítica da fala de Bruna Marquezine  O recorte da fala de Bruna Marquezine, em sua participação no “Pode Delas Podcast”, sobre seu processo terapêutico evidencia, de maneira sensível, a ferocidade com que o sujeito pode voltar contra si mesmo as forças pulsionais originalmente dirigidas ao mundo externo. Freud (1923) afirma que a autocrítica severa nasce da identificação com o olhar exigente do Outro, estruturando um Supereu que “vigia, julga e pune”. Nas palavras da atriz – “eu sou capaz de ser meu pior hater” – percebe-se precisamente essa instância psíquica que, ao invés de proteger, se torna fonte de sofrimento. O reconhecimento de que sua autoimagem era moldada pelo olhar do outro evidencia o que Lacan (2008) pontua como captura imaginária: o sujeito busca confirmar sua existência espelhando-se no Outro, ainda que esse espelho seja hostil. A menção que Bruna aponta que esse olhar “nem sempre vem coberto de empatia”, toca no ponto em que o discurso social adquire potência superegóica, impondo ideais e julgamentos que esmagam o desejo. A narrativa da atriz trazendo detalhes sobre sua entrada na análise – “cheguei querendo chorar, dizendo que não sou louca” – manifesta outra dimensão freudiana: a resistência, sustentada por preconceitos culturais acerca do sofrimento psíquico. É apenas quando a palavra encontra acolhimento que o sujeito pode distinguir a voz crítica que tenta protegê-lo daquela que o fere. Isso traz a necessidade de reforçar o que Winnicott (1960) defende, ele diz que é no ambiente suficientemente bom que o Eu pode emergir com maior autenticidade. Outro ponto interessante desse recorte é quando Bruna afirma que tenta “calar essa voz”, nessa atitude ela aponta para o movimento terapêutico de deslocamento das identificações tirânicas para uma posição mais ética diante de si mesma – processo longo, diário e profundamente humano. #ReflexõesPsicanalíticas #Psicanálise #Freud #Lacan #PsiqueInsight
A crueldade dirigida ao Eu: uma leitura psicanalítica da fala de Bruna Marquezine O recorte da fala de Bruna Marquezine, em sua participação no “Pode Delas Podcast”, sobre seu processo terapêutico evidencia, de maneira sensível, a ferocidade com que o sujeito pode voltar contra si mesmo as forças pulsionais originalmente dirigidas ao mundo externo. Freud (1923) afirma que a autocrítica severa nasce da identificação com o olhar exigente do Outro, estruturando um Supereu que “vigia, julga e pune”. Nas palavras da atriz – “eu sou capaz de ser meu pior hater” – percebe-se precisamente essa instância psíquica que, ao invés de proteger, se torna fonte de sofrimento. O reconhecimento de que sua autoimagem era moldada pelo olhar do outro evidencia o que Lacan (2008) pontua como captura imaginária: o sujeito busca confirmar sua existência espelhando-se no Outro, ainda que esse espelho seja hostil. A menção que Bruna aponta que esse olhar “nem sempre vem coberto de empatia”, toca no ponto em que o discurso social adquire potência superegóica, impondo ideais e julgamentos que esmagam o desejo. A narrativa da atriz trazendo detalhes sobre sua entrada na análise – “cheguei querendo chorar, dizendo que não sou louca” – manifesta outra dimensão freudiana: a resistência, sustentada por preconceitos culturais acerca do sofrimento psíquico. É apenas quando a palavra encontra acolhimento que o sujeito pode distinguir a voz crítica que tenta protegê-lo daquela que o fere. Isso traz a necessidade de reforçar o que Winnicott (1960) defende, ele diz que é no ambiente suficientemente bom que o Eu pode emergir com maior autenticidade. Outro ponto interessante desse recorte é quando Bruna afirma que tenta “calar essa voz”, nessa atitude ela aponta para o movimento terapêutico de deslocamento das identificações tirânicas para uma posição mais ética diante de si mesma – processo longo, diário e profundamente humano. #ReflexõesPsicanalíticas #Psicanálise #Freud #Lacan #PsiqueInsight

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