@batalasasmr_: braiding and clipping is my favoriteeeee 😩 #asmr #asmrsounds #fyp #foryou #tiktok

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Thursday 08 October 2026 21:00:47 GMT
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dr0fish
GORDITO😍🔥 :
I like to play this game where I fight my sleep listening to asmr 👌
2026-10-09 02:32:48
3
linen.and.luxe
linen.and.luxe :
Ok there’s this new trend of “ringing out your brain” or like squeezing it out and I think you’d be SO good at that
2026-10-09 01:24:27
3
chela6637
chela6637 :
I love the clips
2026-10-09 02:53:06
0
cookie_ciasti
𝑺𝒘𝒆𝒆𝒛𝒚 :
girl I love your ASMR
2026-10-08 21:04:09
67
tape.gw
Gw :
Reversed trigger is cool though i’ve never seen like it before
2026-10-08 22:50:54
10
mia719375
⋆. 𐙚˚࿔ 𝐌𝐢𝐚 Kaulitz 𝜗𝜚˚★ :
IM EARLY AND LOVE UR ASMR
2026-10-08 21:07:15
10
jinxiewuzhere
⋆ ̊ ⋆★𝐉𝐈𝐍𝐗𝐈𝐄🌙🪽 :
one of my favorite asmrist🥹
2026-10-08 21:12:56
3
babygirlj1987
Babygirlshellz :
I miss u actually doing the triggers
2026-10-09 02:06:42
0
someonenightie
Someone nightie :
:)
2026-10-08 21:02:22
5
daisy2192
Daisy :
Is my asmr good too!
2026-10-09 00:01:11
0
_c0000ked_
❗️COOKED❗️ :
My fav asmr’er lol
2026-10-08 22:31:04
0
verydemure_aquinna
⌗💤 . 𝙆𝙞𝙣𝙖 ˙ ◡◡ :
love it here>∆<
2026-10-08 21:13:42
0
www.tiktok.compatrickjan
𝓐𝓵𝓮𝔁_11🔥 :
omg soooo good
2026-10-08 21:10:00
0
bamboozled_lizzie
🚦🏜️ ꧁ ✩ 𝔄𝔟𝔦𝔤𝔞𝔦𝔩 ☽ ꧂ :
I’m really early! Ur asmr is brilliant 💗
2026-10-08 21:05:20
0
pidge.rants
୨. ✦ ✧ ꒰ঌAspen໒꒱✧ ✦ . ୧ :
AMAZING
2026-10-08 21:04:54
0
lnamriexxx
Lena Marie :
Thx
2026-10-08 21:10:05
0
vladishim26
Vlad☦️🇨🇦 :
HOLY
2026-10-08 21:07:21
0
bqkitz_
lyy ☆ :
2026-10-08 23:10:09
0
msswestside
Mss Westside :
2026-10-08 21:14:30
0
r0ttin.brain
🕸️ Raven 🕸️ :
🫶🏻🔮
2026-10-08 21:02:57
0
jodiegamage
Jojo💚 :
🥰🥰
2026-10-08 21:19:49
0
jaz.scott1
Jaz Scott :
🥰🥰🥰
2026-10-09 01:17:21
0
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Durante muito tempo, a população LGBT foi empurrada para uma existência condicionada. Ou seja, você pode existir, desde que não apareça demais; pode amar, desde que não demonstre; pode estar na família, no trabalho, na escola ou na política, desde que a sua presença não confronte aquilo que foi considerado “normal”. Quando Erika Hilton diz que pessoas LGBTs vão continuar existindo e ocupando espaços, ela luta por algo além da representatividade. Nós entendemos porque ocupar espaços tem tanto peso. Não se trata apenas de chegar a lugares que antes pareciam inacessíveis. Tem muito a ver com romper uma lógica em que a pessoa LGBT precisava diminuir a própria presença para ser tolerada. E quando essa lógica é reforçada por figuras públicas, por discursos políticos ou por projetos que tratam direitos básicos como ameaça, o impacto não fica restrito ao campo institucional. Uma pessoa que cresce ouvindo que sua existência representa um problema pode passar a construir a própria vida tentando antecipar rejeições. Nisso, ela entender que deve medir o quanto mostra de si e até o quanto acredita que merece estar em determinados lugares.   Esse tipo de violência não começa somente quando há uma agressão física. Ela também se instala quando a pessoa entende, repetidamente, que precisa justificar por que deveria ter os mesmos direitos, a mesma segurança e a mesma possibilidade de futuro que qualquer outra. Pessoas LGBTs não estão tentando tomar o espaço de ninguém. Elas estão reivindicando o direito de não serem empurradas de volta para a invisibilidade. Nessa fala, Erika Hilton expõe a diferença entre ser apenas tolerado e poder existir com dignidade. Isabelle de Freitas Acácio Psicóloga para mulheres e LGBT+ CRP 11/20722 #psicologia #saudemental #lgbt #lgbtqiapn #diversidade
Durante muito tempo, a população LGBT foi empurrada para uma existência condicionada. Ou seja, você pode existir, desde que não apareça demais; pode amar, desde que não demonstre; pode estar na família, no trabalho, na escola ou na política, desde que a sua presença não confronte aquilo que foi considerado “normal”. Quando Erika Hilton diz que pessoas LGBTs vão continuar existindo e ocupando espaços, ela luta por algo além da representatividade. Nós entendemos porque ocupar espaços tem tanto peso. Não se trata apenas de chegar a lugares que antes pareciam inacessíveis. Tem muito a ver com romper uma lógica em que a pessoa LGBT precisava diminuir a própria presença para ser tolerada. E quando essa lógica é reforçada por figuras públicas, por discursos políticos ou por projetos que tratam direitos básicos como ameaça, o impacto não fica restrito ao campo institucional. Uma pessoa que cresce ouvindo que sua existência representa um problema pode passar a construir a própria vida tentando antecipar rejeições. Nisso, ela entender que deve medir o quanto mostra de si e até o quanto acredita que merece estar em determinados lugares. Esse tipo de violência não começa somente quando há uma agressão física. Ela também se instala quando a pessoa entende, repetidamente, que precisa justificar por que deveria ter os mesmos direitos, a mesma segurança e a mesma possibilidade de futuro que qualquer outra. Pessoas LGBTs não estão tentando tomar o espaço de ninguém. Elas estão reivindicando o direito de não serem empurradas de volta para a invisibilidade. Nessa fala, Erika Hilton expõe a diferença entre ser apenas tolerado e poder existir com dignidade. Isabelle de Freitas Acácio Psicóloga para mulheres e LGBT+ CRP 11/20722 #psicologia #saudemental #lgbt #lgbtqiapn #diversidade

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