@cersuperu: ​Acompañamos en el aeropuerto Jorge Chávez a un nuevo grupo de especialistas peruanos — a minutos de abordar su vuelo con destino a España. ​Ver la ilusión y el orgullo en sus rostros antes de despegar nos motiva a seguir trabajando con el mismo compromiso de siempre. En CERSU nos llena de satisfacción ser el nexo que acompaña y respalda cada etapa de este proceso para que más profesionales puedan llevar su talento a nuevos proyectos internacionales. ​Les deseamos un excelente viaje y el mayor de los éxitos en este gran camino que hoy empiezan. ¡Próxima parada: España! ​ ¿También te gustaría llevar tu experiencia profesional al siguiente nivel? Déjanos tu comentario o envíanos un mensaje privado para recibir información sobre nuestras próximas convocatorias. ​#CERSU #peru #TrabajoEnEspaña #Construcción #peruanos

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Friday 09 October 2026 23:00:20 GMT
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jaimequijanoquezada
varón :
ya me tocará a mi
2026-10-09 23:22:52
0
ayadi_18
tuabreano :
cuando sacaran,para camarera?🥺
2026-10-10 02:04:33
0
ana1235.45
Vampi 𓆩🦇𓆪𝑨𝒏𝒂🤍🤍 :
Felicidades
2026-10-10 03:06:18
0
fredy.sulca.chave
Fredy Sulca chavez :
requisitos
2026-10-10 11:11:20
0
juancarloscastill759
juancarloscastill759 :
Hola, quiero información
2026-10-10 03:30:25
0
gabrielachoque59
Gabi :
información porfavor!
2026-10-10 06:26:13
0
hrisi714
Ivan :
Felicidades Miguel👍👍👍
2026-10-09 23:20:23
0
edgar.cruzado
Edgar Cruzado :
cuales son los requisitos soy operario carpintero encofrador quiero informacion
2026-10-09 23:09:40
0
sotosotito1
Soto Sotito416 :
bendiciones
2026-10-09 23:37:29
0
joseluiscervant05
Jose Luis Cervantes :
exitossss
2026-10-09 23:36:01
0
paolatcc
Paolacc :
👍👍👍👍
2026-10-09 23:21:35
0
jaimequijanoquezada
varón :
felicidades
2026-10-09 23:22:44
0
user5862428883760
china :
Trabajo para mujeres
2026-10-10 04:38:46
0
villazana.ral.123
Villazana Raúl 123@ :
😳😳😳
2026-10-10 03:30:43
0
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salva esse vídeo porque essa cena simples de obra guarda um dos ensinamentos mais profundos que um pai pode transmitir. O menino está lá. Não foi deixado em casa. Não foi protegido do calor, da poeira, do barulho da betoneira. Está no canteiro. De balde na mão. Tentando imitar o que os adultos fazem com a seriedade de quem ainda não sabe que está aprendendo algo que vai durar a vida inteira. O pai não parou pra dar uma aula sobre ética no trabalho. Não sentou pra explicar a importância da disciplina. Simplesmente trouxe o filho junto. E continuou trabalhando. E foi exatamente isso que ensinou. Que trabalho não é opcional quando há responsabilidade. Que o suor não é motivo de vergonha, é evidência de comprometimento. Que o homem que precisa subir a rampa com o material pesado sobe, sem esperar a condição ficar mais confortável, sem pedir aplausos pela escolha. O menino viu tudo isso antes de saber que estava vendo. Gravou no corpo antes de gravar na mente. A postura do pai carregando saco nos ombros. O ritmo constante dos homens que não param. A naturalidade com que o trabalho pesado é tratado como parte normal do dia, não como exceção heroica. E um dia esse menino vai estar num momento difícil, num dia que o corpo pede pausa e a situação não permite, e algo dentro dele vai lembrar do canteiro. Do pai na rampa. Do balde na mão pequena. E vai continuar. Não porque alguém disse que deveria. Porque foi o que viu. Porque foi o que aprendeu antes de saber que estava aprendendo. Obrigado pai por me ensinar a força e o valor do trabalho. Essa frase não é nostalgia. É reconhecimento tardio de um legado que foi plantado em silêncio numa tarde de obra e que germinou em cada decisão de não parar quando seria mais fácil parar.
salva esse vídeo porque essa cena simples de obra guarda um dos ensinamentos mais profundos que um pai pode transmitir. O menino está lá. Não foi deixado em casa. Não foi protegido do calor, da poeira, do barulho da betoneira. Está no canteiro. De balde na mão. Tentando imitar o que os adultos fazem com a seriedade de quem ainda não sabe que está aprendendo algo que vai durar a vida inteira. O pai não parou pra dar uma aula sobre ética no trabalho. Não sentou pra explicar a importância da disciplina. Simplesmente trouxe o filho junto. E continuou trabalhando. E foi exatamente isso que ensinou. Que trabalho não é opcional quando há responsabilidade. Que o suor não é motivo de vergonha, é evidência de comprometimento. Que o homem que precisa subir a rampa com o material pesado sobe, sem esperar a condição ficar mais confortável, sem pedir aplausos pela escolha. O menino viu tudo isso antes de saber que estava vendo. Gravou no corpo antes de gravar na mente. A postura do pai carregando saco nos ombros. O ritmo constante dos homens que não param. A naturalidade com que o trabalho pesado é tratado como parte normal do dia, não como exceção heroica. E um dia esse menino vai estar num momento difícil, num dia que o corpo pede pausa e a situação não permite, e algo dentro dele vai lembrar do canteiro. Do pai na rampa. Do balde na mão pequena. E vai continuar. Não porque alguém disse que deveria. Porque foi o que viu. Porque foi o que aprendeu antes de saber que estava aprendendo. Obrigado pai por me ensinar a força e o valor do trabalho. Essa frase não é nostalgia. É reconhecimento tardio de um legado que foi plantado em silêncio numa tarde de obra e que germinou em cada decisão de não parar quando seria mais fácil parar.

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