@bontot9751: #anakbungsu

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bang.supri964
bang supri :
auu ketinggalan tadi aku..begini mi kalo sibuk☺️
2026-10-14 03:45:18
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muhamadmael27
IYEH🤠 :
masyallah calon Makmum yang imut
2026-10-14 03:06:13
0
omyo163
Ryo :
ada yang manis tapi bukan gula
2026-10-14 01:20:02
0
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A MISÉRIA NÃO PODE SER NORMALIZADA. E O QUE ATIBAIA TEM A VER COM ISSO? Em 6 de maio de 2022, durante uma participação no Flow Podcast, episódio , ao lado do escritor Ferréz, o artista e pensador Eduardo Marinho fez uma reflexão sobre a miséria, a desigualdade e o papel da política na construção de uma sociedade mais justa. Para Marinho, a miséria não é simplesmente uma consequência inevitável da sociedade. Ele argumenta que a desigualdade também funciona como instrumento de pressão sobre trabalhadores, que, diante da necessidade de sobreviver, acabam aceitando condições desfavoráveis. Em sua análise, a esquerda, apesar de suas contradições, tem como característica histórica questionar injustiças e propor transformações sociais. Mas ele também critica sua arrogância intelectual e o distanciamento das necessidades populares. E O QUE ISSO TEM A VER COM ATIBAIA? O Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026) atribuiu a Atibaia apenas 24,5 pontos em Inclusão Social, numa escala de 0 a 100. Um resultado muito abaixo da mediana nacional de 61,6 pontos. É um dado que merece atenção. Afinal, desenvolvimento não pode ser medido apenas pelo crescimento econômico, pela valorização imobiliária ou pela aparência de uma cidade. Uma cidade pode crescer economicamente e, ainda assim, apresentar dificuldades para garantir oportunidades e condições dignas a todos os seus moradores. E essa responsabilidade não pertence exclusivamente à direita ou à esquerda. Pertence a quem governa, independentemente de partido. A política precisa ir além das disputas ideológicas. Precisa oferecer respostas concretas: educação, saúde, moradia, saneamento, trabalho digno, inclusão e oportunidades. Afinal, de que adianta uma cidade prosperar se parte de sua população não consegue acompanhar esse progresso? A reflexão de Eduardo Marinho continua atual em 2026: uma sociedade não deve ser avaliada apenas pela riqueza que produz, mas também pela maneira como trata aqueles que mais precisam.
A MISÉRIA NÃO PODE SER NORMALIZADA. E O QUE ATIBAIA TEM A VER COM ISSO? Em 6 de maio de 2022, durante uma participação no Flow Podcast, episódio , ao lado do escritor Ferréz, o artista e pensador Eduardo Marinho fez uma reflexão sobre a miséria, a desigualdade e o papel da política na construção de uma sociedade mais justa. Para Marinho, a miséria não é simplesmente uma consequência inevitável da sociedade. Ele argumenta que a desigualdade também funciona como instrumento de pressão sobre trabalhadores, que, diante da necessidade de sobreviver, acabam aceitando condições desfavoráveis. Em sua análise, a esquerda, apesar de suas contradições, tem como característica histórica questionar injustiças e propor transformações sociais. Mas ele também critica sua arrogância intelectual e o distanciamento das necessidades populares. E O QUE ISSO TEM A VER COM ATIBAIA? O Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026) atribuiu a Atibaia apenas 24,5 pontos em Inclusão Social, numa escala de 0 a 100. Um resultado muito abaixo da mediana nacional de 61,6 pontos. É um dado que merece atenção. Afinal, desenvolvimento não pode ser medido apenas pelo crescimento econômico, pela valorização imobiliária ou pela aparência de uma cidade. Uma cidade pode crescer economicamente e, ainda assim, apresentar dificuldades para garantir oportunidades e condições dignas a todos os seus moradores. E essa responsabilidade não pertence exclusivamente à direita ou à esquerda. Pertence a quem governa, independentemente de partido. A política precisa ir além das disputas ideológicas. Precisa oferecer respostas concretas: educação, saúde, moradia, saneamento, trabalho digno, inclusão e oportunidades. Afinal, de que adianta uma cidade prosperar se parte de sua população não consegue acompanhar esse progresso? A reflexão de Eduardo Marinho continua atual em 2026: uma sociedade não deve ser avaliada apenas pela riqueza que produz, mas também pela maneira como trata aqueles que mais precisam.

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