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sahril.ndano
sahril Ndano :
🥰🥰🥰
2026-10-14 05:55:33
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ulaaa398
ulaaa🫰🏻 :
🥹🥹🤍🤍
2026-10-14 06:38:55
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➡️ JAIR BOLSONARO  Acho que os memes mais divertidos desta campanha presidencial são os dos #Bolsonaro Hipotético. Os memes viralizam um Jair Bolsonaro perverso, montado em um tiranossauro e armado de fuzil, que persegue gays, intimida mulheres, explora trabalhadores, causa pesadelos em petistas e queima a Amazônia e a transforma em hub de lanchonetes McDonald’s, entre outras maldades hiperbólicas. O Bolsonaro Hipotético é uma resposta inteligente e bem-humorada à campanha do medo perpetrada pelos militantes lulistas, que pintam a família do ex-presidente da República como a Hidra do Apocalipse. A sátira ao discurso do PT é mais uma demonstração de como a direita domina a linguagem das redes sociais, ao contrário da esquerda. Como já disse mais de uma vez, as redes sociais são o terreno onde a direita conseguiu florescer e multiplicar-se, interditada que sempre foi nas escolas, nas universidades, nos sindicatos, na cultura e nos meios de comunicação tradicionais, todos eles sob hegemonia da esquerda, as exceções confirmando a regra. É por esse motivo que a esquerda insiste em censurar as redes sociais a pretexto de coibir a difusão de fake news e de desinformação. Como se as escolas, as universidades, os sindicatos, o mundo cultural e os meios de comunicação não pudessem fazê-lo também. A diferença é que as fake news e a “desinformação” produzidas pelas redes podem ser imediatamente combatidas, ao contrário do que acontece nos campos hegemônicos da esquerda, nos quais as mentiras e as mistificações se sedimentam como material histórico com selo de qualidade. Por falar em campanha do medo, fake news, censura, estamos diante do caso Exército do Lula. A pedido da campanha de Flávio, o presidente do TSE, o ministro Nunes Marques, tirou do ar o canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, que, cada vez mais histérico, estaria difundindo fake news diretamente para mais de 4 milhões de pessoas, na contabilidade de hoje. ➡ As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles. Texto completo disponível no metropoles.com ➡️ Leia mais na coluna de @mario_sabinof.  🤳 Reprodução/redes sociais #colunamariosabino
➡️ JAIR BOLSONARO Acho que os memes mais divertidos desta campanha presidencial são os dos #Bolsonaro Hipotético. Os memes viralizam um Jair Bolsonaro perverso, montado em um tiranossauro e armado de fuzil, que persegue gays, intimida mulheres, explora trabalhadores, causa pesadelos em petistas e queima a Amazônia e a transforma em hub de lanchonetes McDonald’s, entre outras maldades hiperbólicas. O Bolsonaro Hipotético é uma resposta inteligente e bem-humorada à campanha do medo perpetrada pelos militantes lulistas, que pintam a família do ex-presidente da República como a Hidra do Apocalipse. A sátira ao discurso do PT é mais uma demonstração de como a direita domina a linguagem das redes sociais, ao contrário da esquerda. Como já disse mais de uma vez, as redes sociais são o terreno onde a direita conseguiu florescer e multiplicar-se, interditada que sempre foi nas escolas, nas universidades, nos sindicatos, na cultura e nos meios de comunicação tradicionais, todos eles sob hegemonia da esquerda, as exceções confirmando a regra. É por esse motivo que a esquerda insiste em censurar as redes sociais a pretexto de coibir a difusão de fake news e de desinformação. Como se as escolas, as universidades, os sindicatos, o mundo cultural e os meios de comunicação não pudessem fazê-lo também. A diferença é que as fake news e a “desinformação” produzidas pelas redes podem ser imediatamente combatidas, ao contrário do que acontece nos campos hegemônicos da esquerda, nos quais as mentiras e as mistificações se sedimentam como material histórico com selo de qualidade. Por falar em campanha do medo, fake news, censura, estamos diante do caso Exército do Lula. A pedido da campanha de Flávio, o presidente do TSE, o ministro Nunes Marques, tirou do ar o canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, que, cada vez mais histérico, estaria difundindo fake news diretamente para mais de 4 milhões de pessoas, na contabilidade de hoje. ➡ As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles. Texto completo disponível no metropoles.com ➡️ Leia mais na coluna de @mario_sabinof. 🤳 Reprodução/redes sociais #colunamariosabino

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