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O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que investigue a atuação do ministro Kassio Nunes Marques, integrante da Suprema Corte e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e de integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República no caso que levou à suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”. O parlamentar pediu, ainda, que Nunes Marques seja afastado temporariamente do TSE enquanto o caso é analisado. O pedido não envolve o afastamento do ministro do STF. No documento, Rui Falcão afirmou que é preciso investigar se informações falsas foram apresentadas pela campanha de Flávio Bolsonaro ou incluídas nas decisões de Nunes Marques. No último domingo (11), Nunes Marques determinou que o canal “Exército do Lula” fosse tirado do ar. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou essa decisão e permitiu que o canal voltasse a funcionar. Na segunda-feira (12), uma análise técnica do TSE examinou as publicações disponíveis e não identificou a reprodução dos conteúdos falsos apontados no processo. Já na terça-feira (13), Nunes Marques determinou que o canal só poderia funcionar depois de ser formalmente registrado na Justiça Eleitoral. A campanha de Lula, então, fez o registro no mesmo dia, mas ainda na noite de terça, o canal estava fora do ar. Nunes Marques afirmou que ele poderia voltar a funcionar depois do prazo de 48 horas previsto pelas regras citadas pelo TSE. #bandnewstv #noticias
O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que investigue a atuação do ministro Kassio Nunes Marques, integrante da Suprema Corte e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e de integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República no caso que levou à suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”. O parlamentar pediu, ainda, que Nunes Marques seja afastado temporariamente do TSE enquanto o caso é analisado. O pedido não envolve o afastamento do ministro do STF. No documento, Rui Falcão afirmou que é preciso investigar se informações falsas foram apresentadas pela campanha de Flávio Bolsonaro ou incluídas nas decisões de Nunes Marques. No último domingo (11), Nunes Marques determinou que o canal “Exército do Lula” fosse tirado do ar. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou essa decisão e permitiu que o canal voltasse a funcionar. Na segunda-feira (12), uma análise técnica do TSE examinou as publicações disponíveis e não identificou a reprodução dos conteúdos falsos apontados no processo. Já na terça-feira (13), Nunes Marques determinou que o canal só poderia funcionar depois de ser formalmente registrado na Justiça Eleitoral. A campanha de Lula, então, fez o registro no mesmo dia, mas ainda na noite de terça, o canal estava fora do ar. Nunes Marques afirmou que ele poderia voltar a funcionar depois do prazo de 48 horas previsto pelas regras citadas pelo TSE. #bandnewstv #noticias

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