@paralysispresents: Discover Matriarch LA’s open-air rooftop with Paralysis on October 17. We’re bringing a Halloween costume party above the city, complete with a full bar, skyline views, and DJs playing house, reggaetón & perreo from 9PM–3AM. Save the address. Send the invite. Make a night of it. SATURDAY, OCT 17 • 9PM–3AM MATRIARCH LA • KOREATOWN 3680 Wilshire Blvd, Suite 503, Los Angeles 21+ • Tickets in bio 🎫 #ThingsToDoInLA #Koreatown #LAEvents #HalloweenLA #RooftopParty

Paralysis Presents
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Wednesday 14 October 2026 21:15:00 GMT
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➡️ Hoje, o #Senado deverá assinar o decreto de enforcamento dos donos de pequenos negócios: a PEC do fim da #escala6×1. Um favor do reto e vertical #DaviAlcolumbre ao aliado #Lula. O chefão petista e a esquerda vendem a ideia eleitoreira de que o decreto de enforcamento é uma nova Lei Áurea: ao trabalhar um dia a menos na semana, ganhando o mesmo salário, o trabalhador, até então escravizado por capitalistas malvados, vai poder gozar a vida como um burguês. Tempo livre a mais é uma grande conquista, ninguém é louco de dizer o contrário, mas o sonho vendido pelo discurso populista se choca com a realidade brasileira. Não somos a França (e nem a França é mais a França, para dizer a verdade). O que a maioria dos trabalhadores “libertos” vai fazer é tentar arrumar um bico extra para pagar as dívidas que o salário não cobre já faz tempo. O aspecto mais perverso, no entanto, é o brutal aumento de custo para os donos de bares, restaurantes, cabeleireiros, mercadinhos, lojinhas de bairro etc. — toda uma gama de negócios que dão emprego a milhões de brasileiros. O raciocínio vale também para grandes negócios, como o de supermercados e o de lojas de departamentos. Aprovado o fim da escala 6×1, a matemática básica é inflexível: para continuar funcionando da mesma forma, o empresário precisará contratar mais gente. Quem pagará o gasto adicional? Os consumidores. Ou seja, o fim da escala 6×1 aumentará o custo de vida para todo mundo. Há outro problema. Se o gasto com pessoal subir além da conta, como há um limite do que pode ser repassado ao preço do produto ou serviço finais, sob pena de não se ter quem os compre, o empresário poderá se ver na contingência de substituir funcionários com carteira assinada por informais. #Metrópoles  ➡️ As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles. Texto completo disponível no metropoles.com
➡️ Hoje, o #Senado deverá assinar o decreto de enforcamento dos donos de pequenos negócios: a PEC do fim da #escala6×1. Um favor do reto e vertical #DaviAlcolumbre ao aliado #Lula. O chefão petista e a esquerda vendem a ideia eleitoreira de que o decreto de enforcamento é uma nova Lei Áurea: ao trabalhar um dia a menos na semana, ganhando o mesmo salário, o trabalhador, até então escravizado por capitalistas malvados, vai poder gozar a vida como um burguês. Tempo livre a mais é uma grande conquista, ninguém é louco de dizer o contrário, mas o sonho vendido pelo discurso populista se choca com a realidade brasileira. Não somos a França (e nem a França é mais a França, para dizer a verdade). O que a maioria dos trabalhadores “libertos” vai fazer é tentar arrumar um bico extra para pagar as dívidas que o salário não cobre já faz tempo. O aspecto mais perverso, no entanto, é o brutal aumento de custo para os donos de bares, restaurantes, cabeleireiros, mercadinhos, lojinhas de bairro etc. — toda uma gama de negócios que dão emprego a milhões de brasileiros. O raciocínio vale também para grandes negócios, como o de supermercados e o de lojas de departamentos. Aprovado o fim da escala 6×1, a matemática básica é inflexível: para continuar funcionando da mesma forma, o empresário precisará contratar mais gente. Quem pagará o gasto adicional? Os consumidores. Ou seja, o fim da escala 6×1 aumentará o custo de vida para todo mundo. Há outro problema. Se o gasto com pessoal subir além da conta, como há um limite do que pode ser repassado ao preço do produto ou serviço finais, sob pena de não se ter quem os compre, o empresário poderá se ver na contingência de substituir funcionários com carteira assinada por informais. #Metrópoles ➡️ As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles. Texto completo disponível no metropoles.com

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