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melissaarras
✨🎀Melissa Arras🎀✨ :
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2026-10-18 04:08:53
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Eduarda Campopiano é contra o feminismo. Lucas Pavanato disse que seu partido representa uma AMEAÇA a minorias. Nikolas Ferreira já foi TRANSFÓBICO em um debate. Flávio Bolsonaro quer mudar a Constituição de 88.  E diante desse cenário que tanto se assemelha a uma distopia literária, evidenciamos que O ROCK NACIONAL NÃO É NEUTRO. No final da década de 1960, o Rock brasileiro passou a criticar o sistema e os valores da burguesia. Artistas como Raul Seixas, Rita Lee, Titãs e muitas outras bandas se posicionaram ativamente contra o autoritarismo e o extremismo. “Mosca na Sopa”, “Obrigado Não” e “Estado Violência” faziam uma crítica direta a tudo o que o radicalismo político representava. Ouvir essas músicas e ainda assim escolher votar no 22 é, essencialmente, ignorar a história desse gênero musical (não só a nível nacional, mas também em seu berço de origem). Humberto Gessinger já declarou apoio a pautas progressistas ao longo de sua carreira e, em determinada época, também apoiou Leonel Brizola. Suas letras demarcam que, acima de tudo, ele é antifascista. Quem gosta de sua arte e entende o que “3ª Pessoa do Plural”, “Chuva de Containers”, “Toda Forma de Poder”, “Tribos e Tribunais” e “O Papa é Pop” querem dizer, consegue inferir que essa vertente política não valoriza a cultura e muito menos a arte brasileira. Por que votar em quem é a favor de tudo o que sua música preferida critica? Pesquise as propostas do seu candidato, veja entrevistas, leia livros de sociologia e filosofia, compreenda as entvelinhas expressadas nos discursos e tenha em mente a visão histórica da nossa sociedade. Dessa forma, podemos promover um Brasil muito melhor. #engenheirosdohawaii #1bertogessinger #rock #fyy
Eduarda Campopiano é contra o feminismo. Lucas Pavanato disse que seu partido representa uma AMEAÇA a minorias. Nikolas Ferreira já foi TRANSFÓBICO em um debate. Flávio Bolsonaro quer mudar a Constituição de 88. E diante desse cenário que tanto se assemelha a uma distopia literária, evidenciamos que O ROCK NACIONAL NÃO É NEUTRO. No final da década de 1960, o Rock brasileiro passou a criticar o sistema e os valores da burguesia. Artistas como Raul Seixas, Rita Lee, Titãs e muitas outras bandas se posicionaram ativamente contra o autoritarismo e o extremismo. “Mosca na Sopa”, “Obrigado Não” e “Estado Violência” faziam uma crítica direta a tudo o que o radicalismo político representava. Ouvir essas músicas e ainda assim escolher votar no 22 é, essencialmente, ignorar a história desse gênero musical (não só a nível nacional, mas também em seu berço de origem). Humberto Gessinger já declarou apoio a pautas progressistas ao longo de sua carreira e, em determinada época, também apoiou Leonel Brizola. Suas letras demarcam que, acima de tudo, ele é antifascista. Quem gosta de sua arte e entende o que “3ª Pessoa do Plural”, “Chuva de Containers”, “Toda Forma de Poder”, “Tribos e Tribunais” e “O Papa é Pop” querem dizer, consegue inferir que essa vertente política não valoriza a cultura e muito menos a arte brasileira. Por que votar em quem é a favor de tudo o que sua música preferida critica? Pesquise as propostas do seu candidato, veja entrevistas, leia livros de sociologia e filosofia, compreenda as entvelinhas expressadas nos discursos e tenha em mente a visão histórica da nossa sociedade. Dessa forma, podemos promover um Brasil muito melhor. #engenheirosdohawaii #1bertogessinger #rock #fyy

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