@kelll_aaannn: #martinique #playback #fyp

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O que é pequeno para ti pode ser imenso para o outro Responsabilidade afetiva é reconhecer que algo que parece pequeno ou sem importância para ti pode ter um significado profundo para outra pessoa. E é nesse ponto que muitos vínculos se rompem. Quase ninguém fere por intenção. Fere por não perceber. O ser humano reage menos ao fato e mais ao sentido que ele desperta. Uma ausência não é apenas uma ausência. Um atraso não é apenas um atraso. Um silêncio raramente é só silêncio. Às vezes, toca histórias antigas. Às vezes, encosta em feridas que não começaram ali. Maturidade emocional começa quando a pergunta deixa de ser “eu fiz algo errado?” e passa a ser “o que isso produziu no outro?” Não se trata de assumir culpas que não são suas. Trata-se de reconhecer impacto. Há uma diferença delicada, e imensa, entre liberdade e descuido, entre autenticidade e negligência emocional, entre franqueza e indiferença. Nem tudo que é pequeno para ti é pequeno no mundo psíquico do outro. Há quem tenha aprendido a sobreviver com migalhas de atenção. Há quem tenha crescido entre ausências. Há quem ainda esteja tentando compreender promessas que nunca se cumpriram. Por isso, aquilo que para um é cotidiano, para outro pode mobilizar abandono, rejeição, insegurança. Responsabilidade afetiva não exige perfeição. Exige consciência. Nossos gestos não terminam em nós. Eles continuam no outro. Juliana Formigari Psicóloga | Psicanalista CRP 06/213192 #ResponsabilidadeAfetiva #SaúdeMental #Reels #Relacionamentos #Psicologia
O que é pequeno para ti pode ser imenso para o outro Responsabilidade afetiva é reconhecer que algo que parece pequeno ou sem importância para ti pode ter um significado profundo para outra pessoa. E é nesse ponto que muitos vínculos se rompem. Quase ninguém fere por intenção. Fere por não perceber. O ser humano reage menos ao fato e mais ao sentido que ele desperta. Uma ausência não é apenas uma ausência. Um atraso não é apenas um atraso. Um silêncio raramente é só silêncio. Às vezes, toca histórias antigas. Às vezes, encosta em feridas que não começaram ali. Maturidade emocional começa quando a pergunta deixa de ser “eu fiz algo errado?” e passa a ser “o que isso produziu no outro?” Não se trata de assumir culpas que não são suas. Trata-se de reconhecer impacto. Há uma diferença delicada, e imensa, entre liberdade e descuido, entre autenticidade e negligência emocional, entre franqueza e indiferença. Nem tudo que é pequeno para ti é pequeno no mundo psíquico do outro. Há quem tenha aprendido a sobreviver com migalhas de atenção. Há quem tenha crescido entre ausências. Há quem ainda esteja tentando compreender promessas que nunca se cumpriram. Por isso, aquilo que para um é cotidiano, para outro pode mobilizar abandono, rejeição, insegurança. Responsabilidade afetiva não exige perfeição. Exige consciência. Nossos gestos não terminam em nós. Eles continuam no outro. Juliana Formigari Psicóloga | Psicanalista CRP 06/213192 #ResponsabilidadeAfetiva #SaúdeMental #Reels #Relacionamentos #Psicologia

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