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Ela estava sentada no sofá, parada, sem fazer esforço nenhum, e sentiu que o ar não enchia o pulmão direito. Respirava fundo, tentava puxar mais ar, mas a sensação de falta de ar continuava. O coração acelerou junto, e o medo de que algo estivesse muito errado tomou conta dela. Ela achou que tinha algo muito sério acontecendo.  Na terapia, descobrimos que o problema não estava no pulmão. O corpo dela estava em excesso de alerta, como se houvesse um perigo real acontecendo, mesmo ela estando parada, segura, dentro de casa. 😔 Foi aí que entendemos que, ainda quando era pequena, desenvolveu o que chamamos de esquema de vulnerabilidade ao dano ou à doença: a crença de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento e que é preciso estar sempre pronta pra isso. Ela cresceu numa casa onde a rotina mudava do nada, um dia calmo virava tensão sem aviso, e aprendeu cedo que baixar a guarda era arriscado. Com o tempo, esse alerta deixou de precisar de um motivo real pra existir, e o corpo simplesmente não soube mais como descansar de verdade. É por isso que hoje essa sensação aparece para ela justamente nos momentos de calma, quando o corpo finalmente desacelera e a mente aproveita a pausa pra colocar pra fora tudo que vinha sendo segurado o dia inteiro. ‼️É importante dizer, antes de qualquer coisa, que sintomas físicos como esse sempre merecem investigação médica. Fazer exames e descartar causas físicas é o primeiro passo, e só depois disso vale considerar a hipótese de ansiedade. Se os exames já vieram normais e essa sensação continua se repetindo, saiba que ansiedade tem tratamento. ❤️ Siga o @debemcomaansiedade se você quer se tornar mais inteligente que a sua ansiedade. Com carinho, Natália B. Rigatti
Ela estava sentada no sofá, parada, sem fazer esforço nenhum, e sentiu que o ar não enchia o pulmão direito. Respirava fundo, tentava puxar mais ar, mas a sensação de falta de ar continuava. O coração acelerou junto, e o medo de que algo estivesse muito errado tomou conta dela. Ela achou que tinha algo muito sério acontecendo. Na terapia, descobrimos que o problema não estava no pulmão. O corpo dela estava em excesso de alerta, como se houvesse um perigo real acontecendo, mesmo ela estando parada, segura, dentro de casa. 😔 Foi aí que entendemos que, ainda quando era pequena, desenvolveu o que chamamos de esquema de vulnerabilidade ao dano ou à doença: a crença de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento e que é preciso estar sempre pronta pra isso. Ela cresceu numa casa onde a rotina mudava do nada, um dia calmo virava tensão sem aviso, e aprendeu cedo que baixar a guarda era arriscado. Com o tempo, esse alerta deixou de precisar de um motivo real pra existir, e o corpo simplesmente não soube mais como descansar de verdade. É por isso que hoje essa sensação aparece para ela justamente nos momentos de calma, quando o corpo finalmente desacelera e a mente aproveita a pausa pra colocar pra fora tudo que vinha sendo segurado o dia inteiro. ‼️É importante dizer, antes de qualquer coisa, que sintomas físicos como esse sempre merecem investigação médica. Fazer exames e descartar causas físicas é o primeiro passo, e só depois disso vale considerar a hipótese de ansiedade. Se os exames já vieram normais e essa sensação continua se repetindo, saiba que ansiedade tem tratamento. ❤️ Siga o @debemcomaansiedade se você quer se tornar mais inteligente que a sua ansiedade. Com carinho, Natália B. Rigatti

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