@zxasdf22:

هديڪك الإدلبيهه⃟🌸
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Sunday 25 October 2026 09:26:06 GMT
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.12008421
#َعَتَبَ: 12:00 🖋️🥀 :
أتِيتكَهَارباً مَن الأذَى فَأذَيتِنَي .
2026-10-25 11:23:12
0
user9842010297457
user9842010297457 :
🥰
2026-10-26 14:41:31
0
zhrtalfl28
زهرة الفل :
💯
2026-10-26 11:15:36
0
slah0260
صلاح حمدان بشير ابني الشهيد :
🥰🥰🥰
2026-10-25 09:30:29
0
user6749521529185
علي الشرعوب :
☔🌧✨♥🌹💔
2026-10-25 09:59:16
0
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Logo após ser confirmado como vencedor do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou que a regulamentação das redes sociais será uma das pautas de seu novo mandato. A frase “Nós vamos regulamentar as redes sociais” circulou como parte de seu primeiro discurso após a vitória sobre Flávio Bolsonaro (PL), embora esse trecho específico ainda não tenha tido transcrição oficial ou confirmação independente do pronunciamento integral. A declaração, se confirmada, reforça uma intenção que já vinha sendo manifestada publicamente durante a campanha eleitoral e que promete estar entre os temas mais debatidos nos próximos meses.   Na quinta-feira anterior à votação (22), durante uma transmissão ao vivo ao lado do deputado André Janones, Lula já havia criticado a atuação das grandes empresas de tecnologia, com destaque para a Meta — conglomerado que controla o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. Na ocasião, o presidente argumentou que as plataformas precisam operar dentro de um quadro de regras claras, e não com autonomia quase ilimitada para definir o que circula ou não entre milhões de brasileiros. Essa não é uma discussão nova no cenário político brasileiro, mas ganha força agora que o novo mandato está se iniciando e a coalizão governista começa a organizar sua agenda legislativa.   Para o presidente, o objetivo da regulamentação seria combater a disseminação de desinformação em larga escala, conter a proliferação de discursos de ódio e facilitar a investigação de crimes praticados por meio da internet. Lula tem sustentado que a medida não representa censura, mas sim um equilíbrio: garantir que a liberdade de expressão seja preservada sem que isso signifique impunidade para conteúdos danosos ou ilegais. Defensores da proposta argumentam que é preciso estabelecer responsabilidades claras para as empresas, da mesma forma que ocorre com veículos de comunicação tradicionais; porém, os detalhes sobre como isso seria colocado em prática ainda não foram apresentados.   A expectativa é de que o assunto gere intensos debates ao longo do novo mandato. Enquanto o governo vê a regulamentação como uma forma de proteger os usuários e melhorar a qualidade da informação disponível, críticos alertam que regras mal formuladas podem servir como instrumento de controle sobre opiniões e limitar a liberdade de expressão. Até o momento, não foram divulgados textos, prazos ou diretrizes detalhadas, o que significa que a discussão ainda está em fase inicial e dependerá de amplo diálogo com a sociedade, o Legislativo e especialistas para se transformar em projeto de lei. (Fontes: Agência Brasil, UOL, Gazeta do Povo, TV Paranaíba)
Logo após ser confirmado como vencedor do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou que a regulamentação das redes sociais será uma das pautas de seu novo mandato. A frase “Nós vamos regulamentar as redes sociais” circulou como parte de seu primeiro discurso após a vitória sobre Flávio Bolsonaro (PL), embora esse trecho específico ainda não tenha tido transcrição oficial ou confirmação independente do pronunciamento integral. A declaração, se confirmada, reforça uma intenção que já vinha sendo manifestada publicamente durante a campanha eleitoral e que promete estar entre os temas mais debatidos nos próximos meses. Na quinta-feira anterior à votação (22), durante uma transmissão ao vivo ao lado do deputado André Janones, Lula já havia criticado a atuação das grandes empresas de tecnologia, com destaque para a Meta — conglomerado que controla o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. Na ocasião, o presidente argumentou que as plataformas precisam operar dentro de um quadro de regras claras, e não com autonomia quase ilimitada para definir o que circula ou não entre milhões de brasileiros. Essa não é uma discussão nova no cenário político brasileiro, mas ganha força agora que o novo mandato está se iniciando e a coalizão governista começa a organizar sua agenda legislativa. Para o presidente, o objetivo da regulamentação seria combater a disseminação de desinformação em larga escala, conter a proliferação de discursos de ódio e facilitar a investigação de crimes praticados por meio da internet. Lula tem sustentado que a medida não representa censura, mas sim um equilíbrio: garantir que a liberdade de expressão seja preservada sem que isso signifique impunidade para conteúdos danosos ou ilegais. Defensores da proposta argumentam que é preciso estabelecer responsabilidades claras para as empresas, da mesma forma que ocorre com veículos de comunicação tradicionais; porém, os detalhes sobre como isso seria colocado em prática ainda não foram apresentados. A expectativa é de que o assunto gere intensos debates ao longo do novo mandato. Enquanto o governo vê a regulamentação como uma forma de proteger os usuários e melhorar a qualidade da informação disponível, críticos alertam que regras mal formuladas podem servir como instrumento de controle sobre opiniões e limitar a liberdade de expressão. Até o momento, não foram divulgados textos, prazos ou diretrizes detalhadas, o que significa que a discussão ainda está em fase inicial e dependerá de amplo diálogo com a sociedade, o Legislativo e especialistas para se transformar em projeto de lei. (Fontes: Agência Brasil, UOL, Gazeta do Povo, TV Paranaíba)

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