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A parte mais curiosa da tradição paraquedista no Rio é que muita gente deixa o quartel, mas nunca deixa de ser PQD. Pode estar dirigindo um ônibus. Trabalhando na limpeza da cidade. Atendendo alguém no comércio. E ainda carregar no peito uma corrente com o símbolo do paraquedismo militar. Não é por acaso. Na Vila Militar, em Deodoro, fica a Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro. Uma tropa que construiu uma identidade muito própria dentro e fora dos quartéis. A boina grená. O brevê de paraquedista. As histórias dos primeiros saltos. E aquele orgulho que muitos carregam mesmo décadas depois de deixar a farda. Mas para conquistar aquelas asas, não basta admirar. A formação exige preparo físico, disciplina e treinamento para saltar de aeronaves, controlar a descida e chegar ao solo com segurança. É o tipo de experiência que marca quem passa por ela. E no Rio, onde essa tradição faz parte da história militar da cidade, ela acaba chegando muito além dos portões do quartel. Um pai que serviu. Um vizinho que foi paraquedista. Um amigo que conta como foi o primeiro salto. Aos poucos, a admiração vira vontade de viver aquilo também. Por isso, há jovens que chegam ao alistamento esperando justamente uma oportunidade de servir nessa tropa. Só que querer não significa conseguir. Existem vagas, critérios de seleção e uma preparação que precisa ser cumprida. Talvez seja isso que torne o símbolo ainda mais especial para quem conquistou o direito de usá-lo. O tempo passa. A profissão muda. A rotina já não tem marcha, ordem unida ou salto de avião. Mas a lembrança continua ali. Num pingente. Numa fotografia. Numa história contada com orgulho. Para muita gente, ser PQD foi uma fase da vida. E, ao mesmo tempo, uma parte dela que nunca ficou para trás. Porque a farda pode até ficar no passado. Mas, para quem conquistou aquelas asas, o orgulho continua. #diogokobatacy #brasileiro #brasileiros #alistamentomilitar #exercitobrasileiro #exercitobrasileiro🇧🇷 #militar #riodejaneiro #paraquedista #paraquedistamilitar #pmrj
A parte mais curiosa da tradição paraquedista no Rio é que muita gente deixa o quartel, mas nunca deixa de ser PQD. Pode estar dirigindo um ônibus. Trabalhando na limpeza da cidade. Atendendo alguém no comércio. E ainda carregar no peito uma corrente com o símbolo do paraquedismo militar. Não é por acaso. Na Vila Militar, em Deodoro, fica a Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro. Uma tropa que construiu uma identidade muito própria dentro e fora dos quartéis. A boina grená. O brevê de paraquedista. As histórias dos primeiros saltos. E aquele orgulho que muitos carregam mesmo décadas depois de deixar a farda. Mas para conquistar aquelas asas, não basta admirar. A formação exige preparo físico, disciplina e treinamento para saltar de aeronaves, controlar a descida e chegar ao solo com segurança. É o tipo de experiência que marca quem passa por ela. E no Rio, onde essa tradição faz parte da história militar da cidade, ela acaba chegando muito além dos portões do quartel. Um pai que serviu. Um vizinho que foi paraquedista. Um amigo que conta como foi o primeiro salto. Aos poucos, a admiração vira vontade de viver aquilo também. Por isso, há jovens que chegam ao alistamento esperando justamente uma oportunidade de servir nessa tropa. Só que querer não significa conseguir. Existem vagas, critérios de seleção e uma preparação que precisa ser cumprida. Talvez seja isso que torne o símbolo ainda mais especial para quem conquistou o direito de usá-lo. O tempo passa. A profissão muda. A rotina já não tem marcha, ordem unida ou salto de avião. Mas a lembrança continua ali. Num pingente. Numa fotografia. Numa história contada com orgulho. Para muita gente, ser PQD foi uma fase da vida. E, ao mesmo tempo, uma parte dela que nunca ficou para trás. Porque a farda pode até ficar no passado. Mas, para quem conquistou aquelas asas, o orgulho continua. #diogokobatacy #brasileiro #brasileiros #alistamentomilitar #exercitobrasileiro #exercitobrasileiro🇧🇷 #militar #riodejaneiro #paraquedista #paraquedistamilitar #pmrj

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