@ituhdulu: #lelah banget 🤣😂🤣🙏

💥㊙️king of dregen nes㊙️💥💥🙏
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janda.yang.malang5
🔱💞 RATU🔱 MLM 💞🔱 :
asik goyang🎸🎶🎶
2026-10-28 06:45:37
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kingofdregennes880
💥cinta sejati🥰😘 :
assalamualaikum sehat sehat sekeluarga ya😘😘🌹
2026-10-29 12:09:00
0
riskyrisky199
Risky risky :
😂😂😂😂😂lucu kk
2026-10-29 14:37:41
0
ai13482
Ai, :
Asik👍👍
2026-10-26 11:48:11
1
rere.rerenur
🔥❤Ratu king of dregen nes ❤🔥 :
istrahat dn semngattt ya 😘❤
2026-10-26 11:17:13
0
ai13482
Ai, :
🥰🥰🥰
2026-10-26 11:47:39
1
restiresilia
💞💞ENI NURAENI💞💞 :
😂😂😂😂😂
2026-10-26 22:06:44
0
watisuherman23
Dede75 :
😄😄😅😃
2026-10-27 01:12:58
0
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A Polícia Científica de São Paulo recusou realizar perícia técnica em aparelhos telefônicos e notebooks apreendidos com Karina Gama, produtora de Dark Horse, porque a Polícia Civil de São Paulo os lacrou com folga suficiente para a passagem de um cabo USB. Na prática, ainda que os aparelhos estivessem dentro de um saco plástico que tinha um lacre, eles não estavam lacrados e podem ter sido manipulados antes de serem entregues à perícia. De acordo com o termo de recusa produzido pelo Instituto de Criminalística e juntado aos autos do processo que tramita na Justiça de São Paulo, a abertura estrutural do pacote permitia “a introdução física de objetos ou outros vestígios para o interior da embalagem protetora” A perita criminal Viviane Fleitas Menezes deixou claro que os 13 sacos entregues “apresentam vão suficiente para entrada de cabo de alimentação e transferência de dados, sendo possível manipulação de dados no interior do equipamento“. O mesmo aconteceu com os pen-drives apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo, já que quatro sacos entregues apresentavam “vão suficiente para retirada da peça a ser periciada”. Ou seja: o saco, ainda que estivesse fechado, não protegia o pen-drive. A recusa aconteceu no dia 3 de junho e, cinco dias depois, em 8 de junho, os objetos retornaram para a Polícia Civil. Ao despachá-los, o escrivão Mauro Sergio Gagliotti deixou clara a preocupação com a manutenção da cadeia de custódia. “Diante disso, fez-se necessária a readequação dos invólucros e a aposição de novos lacres, a fim de preservar a integridade dos objetos e assegurar a manutenção da CADEIA DE CUSTÓRIA, possibilitando seu reencaminhamento ao referido Instituto (de Criminalística)”, ele escreveu. A cadeia de custódia é o que garante que um objeto ou um documento continue tendo valor de prova em um processo. Quando ela é rompida, a defesa ou a acusação podem impugnar uma prova.
A Polícia Científica de São Paulo recusou realizar perícia técnica em aparelhos telefônicos e notebooks apreendidos com Karina Gama, produtora de Dark Horse, porque a Polícia Civil de São Paulo os lacrou com folga suficiente para a passagem de um cabo USB. Na prática, ainda que os aparelhos estivessem dentro de um saco plástico que tinha um lacre, eles não estavam lacrados e podem ter sido manipulados antes de serem entregues à perícia. De acordo com o termo de recusa produzido pelo Instituto de Criminalística e juntado aos autos do processo que tramita na Justiça de São Paulo, a abertura estrutural do pacote permitia “a introdução física de objetos ou outros vestígios para o interior da embalagem protetora” A perita criminal Viviane Fleitas Menezes deixou claro que os 13 sacos entregues “apresentam vão suficiente para entrada de cabo de alimentação e transferência de dados, sendo possível manipulação de dados no interior do equipamento“. O mesmo aconteceu com os pen-drives apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo, já que quatro sacos entregues apresentavam “vão suficiente para retirada da peça a ser periciada”. Ou seja: o saco, ainda que estivesse fechado, não protegia o pen-drive. A recusa aconteceu no dia 3 de junho e, cinco dias depois, em 8 de junho, os objetos retornaram para a Polícia Civil. Ao despachá-los, o escrivão Mauro Sergio Gagliotti deixou clara a preocupação com a manutenção da cadeia de custódia. “Diante disso, fez-se necessária a readequação dos invólucros e a aposição de novos lacres, a fim de preservar a integridade dos objetos e assegurar a manutenção da CADEIA DE CUSTÓRIA, possibilitando seu reencaminhamento ao referido Instituto (de Criminalística)”, ele escreveu. A cadeia de custódia é o que garante que um objeto ou um documento continue tendo valor de prova em um processo. Quando ela é rompida, a defesa ou a acusação podem impugnar uma prova.

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