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Sem evidências, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acusou as eleições brasileiras de terem sido fraudadas, após o irmão dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL), perder a disputa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em um vídeo, em inglês, publicado na madrugada deste sábado (26/10), Eduardo pede que a comunidade internacional não reconheça as eleições. Para embasar sua suspeita, ele diz que é “estranho” Flávio ter perdido a eleição, já que esta é a primeira vez na história brasileira desde a redemocratização que um candidato que vence o primeiro turno perde no segundo turno. Ele também cita que os outros candidatos que concorriam no pleito no primeiro turno tinham posicionamentos ideológicos próximos a Flávio. “É preciso lembrar que nenhum desses candidatos é de esquerda e pelo menos dois deles apoiaram abertamente — Caiado e Romeu Zema —, enquanto Augusto Curi declarou que não encorajaria seus eleitores a votar em Lula. Havia cerca de 9 milhões de votos em disputa, e, quando Lula venceu, foi como se ele tivesse obtido todos esses votos mais quase outros dois milhões, o que é inacreditável”, argumenta Eduardo. Lula venceu com uma vantagem de 4,4 milhões de votos. A vitória foi impulsionada, principalmente, pela diminuição no número de abstenções. No primeiro turno, 33 milhões de pessoas não foram votar; o número diminuiu para 30 milhões no segundo turno. A quantidade de votos em branco e nulos também diminuiu, caiu de 5,9 milhões para 4,1 milhões. Eduardo também cita a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin de prorrogar por mais duas horas o período de votação em todo o país. Tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio tinham solicitado a prorrogação. “Isso foi imprevisível, inédito na história brasileira e ocorreu com a eleição em andamento; além disso, esse ministro não integra a Justiça Eleitoral, onde os juízes decidem sobre o pleito, não tendo legitimidade para isso”, afirmou. 🤳 Reprodução
Sem evidências, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acusou as eleições brasileiras de terem sido fraudadas, após o irmão dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL), perder a disputa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em um vídeo, em inglês, publicado na madrugada deste sábado (26/10), Eduardo pede que a comunidade internacional não reconheça as eleições. Para embasar sua suspeita, ele diz que é “estranho” Flávio ter perdido a eleição, já que esta é a primeira vez na história brasileira desde a redemocratização que um candidato que vence o primeiro turno perde no segundo turno. Ele também cita que os outros candidatos que concorriam no pleito no primeiro turno tinham posicionamentos ideológicos próximos a Flávio. “É preciso lembrar que nenhum desses candidatos é de esquerda e pelo menos dois deles apoiaram abertamente — Caiado e Romeu Zema —, enquanto Augusto Curi declarou que não encorajaria seus eleitores a votar em Lula. Havia cerca de 9 milhões de votos em disputa, e, quando Lula venceu, foi como se ele tivesse obtido todos esses votos mais quase outros dois milhões, o que é inacreditável”, argumenta Eduardo. Lula venceu com uma vantagem de 4,4 milhões de votos. A vitória foi impulsionada, principalmente, pela diminuição no número de abstenções. No primeiro turno, 33 milhões de pessoas não foram votar; o número diminuiu para 30 milhões no segundo turno. A quantidade de votos em branco e nulos também diminuiu, caiu de 5,9 milhões para 4,1 milhões. Eduardo também cita a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin de prorrogar por mais duas horas o período de votação em todo o país. Tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio tinham solicitado a prorrogação. “Isso foi imprevisível, inédito na história brasileira e ocorreu com a eleição em andamento; além disso, esse ministro não integra a Justiça Eleitoral, onde os juízes decidem sobre o pleito, não tendo legitimidade para isso”, afirmou. 🤳 Reprodução

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