@saber_balanceado: @Fabio Porchat 14 empresas no nome de uma doméstica, um tanto incomun não é? #fabioporchatcy

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jefferson.jesus.m5
Jefferson Jesus Miranda de Cas :
olha só que beleza tá aí
2026-10-26 17:57:33
0
joaoreis060
Joaoreis060 :
Devolve a ilha...
2026-10-26 17:57:01
0
sasunarued
Marcelo :
2026-10-26 17:59:15
0
acauaterena
acauaterena :
😳😳😳
2026-10-26 18:03:05
0
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É de onde menos se espera que não vem nada mesmo. Quem acreditou que Flávio aceitaria a derrota para Lula perdeu as últimas temporadas da sitcom Os Bolsonaros. Mal saíram os resultados de domingo (25), o senador anunciou que tentará anular a eleição porque o STF estendeu a votação em duas horas. Sugeriu que a decisão de Cristiano Zanin foi combinada com Lula. Só esqueceu um detalhe constrangedor: sua campanha também pediu a prorrogação, alegando chuvas no Sul. A de Lula fez o mesmo por causa da falta de ônibus em São Paulo e Salvador, cidades administradas por aliados de Flávio. Zanin atendeu a ambas. Até Kassio Nunes Marques, presidente do TSE e autor de decisões favoráveis ao senador, reconheceu a vitória de Lula e afirmou que a extensão não alterou o resultado. Técnicos dizem que poucos votos foram computados nas duas horas extras. De todo modo, a vantagem de Lula foi de mais de 4,43 milhões de votos. Não é algo que se resolveria ajustando o relógio. Flávio precisava de um pretexto. Se não fossem as horas extras, culparia a cor do céu, a textura da terra ou o canto dos passarinhos. A contestação tem chances nulas de prosperar. Serve para alimentar a militância, fabricar mais uma teoria da conspiração e tentar impedir que governos como os de Trump e Milei reconheçam a vitória petista. Com 59,8 milhões de votos, Flávio poderia sair como líder da oposição. Preferiu sair menor, desmontando a fantasia do “Bolsonaro moderado” vendida por analistas, empresários e jornalistas. No fim, a nova temporada repete o roteiro antigo: perder, espernear e atacar o resultado das urnas. O pai foi além e tentou um golpe de Estado. Esperemos que ele não vá tão longe.
É de onde menos se espera que não vem nada mesmo. Quem acreditou que Flávio aceitaria a derrota para Lula perdeu as últimas temporadas da sitcom Os Bolsonaros. Mal saíram os resultados de domingo (25), o senador anunciou que tentará anular a eleição porque o STF estendeu a votação em duas horas. Sugeriu que a decisão de Cristiano Zanin foi combinada com Lula. Só esqueceu um detalhe constrangedor: sua campanha também pediu a prorrogação, alegando chuvas no Sul. A de Lula fez o mesmo por causa da falta de ônibus em São Paulo e Salvador, cidades administradas por aliados de Flávio. Zanin atendeu a ambas. Até Kassio Nunes Marques, presidente do TSE e autor de decisões favoráveis ao senador, reconheceu a vitória de Lula e afirmou que a extensão não alterou o resultado. Técnicos dizem que poucos votos foram computados nas duas horas extras. De todo modo, a vantagem de Lula foi de mais de 4,43 milhões de votos. Não é algo que se resolveria ajustando o relógio. Flávio precisava de um pretexto. Se não fossem as horas extras, culparia a cor do céu, a textura da terra ou o canto dos passarinhos. A contestação tem chances nulas de prosperar. Serve para alimentar a militância, fabricar mais uma teoria da conspiração e tentar impedir que governos como os de Trump e Milei reconheçam a vitória petista. Com 59,8 milhões de votos, Flávio poderia sair como líder da oposição. Preferiu sair menor, desmontando a fantasia do “Bolsonaro moderado” vendida por analistas, empresários e jornalistas. No fim, a nova temporada repete o roteiro antigo: perder, espernear e atacar o resultado das urnas. O pai foi além e tentou um golpe de Estado. Esperemos que ele não vá tão longe.

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